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Surto de sarampo coloca Nova Iorque em estado de emergência

Surto de sarampo coloca Nova Iorque em estado de emergência


Nova Iorque declarou estado de emergência por desastre por causa do surto de sarampo que atinge todo o estado norte-americano. É a primeira declaração desse tipo feita por uma unidade da federação dos Estados Unidos desde que os casos começaram a surgir, no ano passado. A governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul, disse que ampliou o grupo de profissionais de saúde autorizados a administrar vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola, a chamada tríplice viral. 

Os casos avançam principalmente em comunidades rurais, onde a cobertura vacinal é baixa. Até agora, o estado registrou 108 casos de sarampo. Para conter o avanço da doença, o governo local autorizou enfermeiros registrados a solicitar exames para casos suspeitos e permitiu que farmacêuticos vacinem crianças a partir de 2 anos de idade. As medidas emergenciais vão até 4 de novembro.

A Pensilvânia também enfrenta um surto de rápida propagação, com 977 casos e cinco mortes confirmadas até 2 de outubro deste ano.

Rússia

A agência de saúde da Rússia tem adotado uma postura preventiva na Sibéria, após uma funcionária do instituto de pesquisa sobre pestes morrer na última sexta-feira (2). As autoridades afirmam que a mulher foi vítima de uma pneumonia de origem ainda não determinada. Mas o caso gerou preocupação internacional. Cerca de 200 pessoas foram colocadas em quarentena em um hospital em Irkutsk. Entretanto, 60% das pessoas já foram liberadas. De acordo com o órgão regulador do setor, também não houve relatos de doenças infecciosas entre a equipe do mesmo instituto de pesquisa nos últimos dez dias. 

O governo russo afirma que a situação está controlada e que tem adotado todas as medidas de precaução necessárias.

França

Na França, os protestos de professores e alunos, que começaram em algumas localidades dos subúrbios de Paris, se espalharam por todo o país. A situação tem ficado mais tensa, com acusações do governo. O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, afirmou que os estudantes têm provocado a violência nas ruas e mentido sobre a atuação policial durante os protestos. Do outro lado, os manifestantes cobram do governo uma providência eficiente para melhorar as condições precárias nas escolas e mais investimento na educação. Eles denunciam ainda o uso de força desproporcional das autoridades. 

O dia de hoje (6) foi marcado, mais uma vez, por confrontos entre a polícia e os estudantes, principalmente em Paris.

*Com informações da agência Reuters




Fonte GDF

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