sábado 16, maio, 2026 - 20:36

Brasil Hoje

MTE orienta sobre suspensão do FGTS

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabal

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), publicou em 7 de maio de 2026 o Edital nº 2/2026 com orientações operacionais sobre a suspensão temporária da exigibilidade dos recolhimentos do FGTS.

A medida atende empregadores localizados nos municípios de Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá, em Minas Gerais, atingidos por estado de calamidade pública reconhecido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Suspensão foi autorizada por portaria do MTE

A suspensão da exigibilidade do FGTS foi autorizada pela Portaria MTE nº 777, de 4 de maio de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 5 de maio.

A medida contempla os recolhimentos do FGTS referentes às competências de abril de 2026 a julho de 2026.

Empresas terão prazo adicional para regularização

Segundo o MTE, os empregadores abrangidos pela medida terão prazo adicional para regularizar os valores de FGTS sem incidência imediata de:

  1. Atualização monetária;
  2. Multa;
  3. Encargos legais.

O benefício depende da observância das condições previstas no Edital nº 2/2026.

Suspensão terá validade de 180 dias

A suspensão possui validade de 180 dias a partir de 5 de maio de 2026.

De acordo com o edital, não será necessária adesão prévia para utilização da medida.

Os valores suspensos poderão ser:

  1. Quitados integralmente até 1º de novembro de 2026;
  2. Parcelados em até seis prestações mensais.

Parcelamento será feito pelo FGTS Digital

A adesão ao parcelamento deverá ser realizada exclusivamente pela plataforma FGTS Digital.

O prazo para solicitação será entre:

  1. 1º de setembro de 2026;
  2. 14 de outubro de 2026.

O parcelamento será válido para os débitos mensais abrangidos pela suspensão.

Regras específicas para MEI e domésticos

Para empregadores domésticos, segurados especiais não vinculados ao Cadastro Nacional de Obras (CNO) e microempreendedores individuais (MEI), a adesão deverá seguir as regras do eSocial Módulo Simplificado.

Parcelas vencerão entre novembro e abril

Os valores parcelados poderão ser quitados em até seis parcelas mensais.

Os vencimentos ocorrerão entre novembro de 2026 e abril de 2027.

A primeira parcela vencerá em 19 de novembro de 2026.

Rescisão encerra suspensão para trabalhador desligado

O edital prevê que, em caso de rescisão do contrato de trabalho que autorize saque do FGTS, a suspensão da exigibilidade e eventual parcelamento deixam de produzir efeitos em relação ao trabalhador desligado.

Nessas situações, o empregador deverá:

  1. Recolher os valores anteriormente suspensos;
  2. Quitar valores parcelados relacionados ao trabalhador;
  3. Efetuar os depósitos rescisórios devidos.

Segundo o MTE, não haverá incidência de multa e encargos desde que os prazos legais da rescisão contratual sejam respeitados.

Escrituração continua obrigatória

A suspensão não altera as obrigações relacionadas à escrituração das informações de FGTS.

Os empregadores continuam obrigados a informar corretamente os dados por meio:

  1. Do eSocial;
  2. Do FGTS Digital.

Medida busca apoiar empresas afetadas

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a medida busca oferecer maior flexibilidade financeira para empregadores das regiões atingidas pela calamidade pública.

O objetivo é auxiliar no enfrentamento dos impactos provocados pelo evento.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), publicou em 7 de maio de 2026 o Edital nº 2/2026 com orientações operacionais sobre a suspensão temporária da exigibilidade dos recolhimentos do FGTS.

A medida atende empregadores localizados nos municípios de Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá, em Minas Gerais, atingidos por estado de calamidade pública reconhecido pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Suspensão foi autorizada por portaria do MTE

A suspensão da exigibilidade do FGTS foi autorizada pela Portaria MTE nº 777, de 4 de maio de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 5 de maio.

A medida contempla os recolhimentos do FGTS referentes às competências de abril de 2026 a julho de 2026.

Empresas terão prazo adicional para regularização

Segundo o MTE, os empregadores abrangidos pela medida terão prazo adicional para regularizar os valores de FGTS sem incidência imediata de:

  1. Atualização monetária;
  2. Multa;
  3. Encargos legais.

O benefício depende da observância das condições previstas no Edital nº 2/2026.

Suspensão terá validade de 180 dias

A suspensão possui validade de 180 dias a partir de 5 de maio de 2026.

De acordo com o edital, não será necessária adesão prévia para utilização da medida.

Os valores suspensos poderão ser:

  1. Quitados integralmente até 1º de novembro de 2026;
  2. Parcelados em até seis prestações mensais.

Parcelamento será feito pelo FGTS Digital

A adesão ao parcelamento deverá ser realizada exclusivamente pela plataforma FGTS Digital.

O prazo para solicitação será entre:

  1. 1º de setembro de 2026;
  2. 14 de outubro de 2026.

O parcelamento será válido para os débitos mensais abrangidos pela suspensão.

Regras específicas para MEI e domésticos

Para empregadores domésticos, segurados especiais não vinculados ao Cadastro Nacional de Obras (CNO) e microempreendedores individuais (MEI), a adesão deverá seguir as regras do eSocial Módulo Simplificado.

Parcelas vencerão entre novembro e abril

Os valores parcelados poderão ser quitados em até seis parcelas mensais.

Os vencimentos ocorrerão entre novembro de 2026 e abril de 2027.

A primeira parcela vencerá em 19 de novembro de 2026.

Rescisão encerra suspensão para trabalhador desligado

O edital prevê que, em caso de rescisão do contrato de trabalho que autorize saque do FGTS, a suspensão da exigibilidade e eventual parcelamento deixam de produzir efeitos em relação ao trabalhador desligado.

Nessas situações, o empregador deverá:

  1. Recolher os valores anteriormente suspensos;
  2. Quitar valores parcelados relacionados ao trabalhador;
  3. Efetuar os depósitos rescisórios devidos.

Segundo o MTE, não haverá incidência de multa e encargos desde que os prazos legais da rescisão contratual sejam respeitados.

Escrituração continua obrigatória

A suspensão não altera as obrigações relacionadas à escrituração das informações de FGTS.

Os empregadores continuam obrigados a informar corretamente os dados por meio:

  1. Do eSocial;
  2. Do FGTS Digital.

Medida busca apoiar empresas afetadas

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, a medida busca oferecer maior flexibilidade financeira para empregadores das regiões atingidas pela calamidade pública.

O objetivo é auxiliar no enfrentamento dos impactos provocados pelo evento.





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