segunda-feira 25, maio, 2026 - 19:40

Brasil Hoje

Varejo sentirá impacto com Reforma Tributária

O varejo vai aprender o significado de Split Payment SimplificadoSplit Payment simplifica

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O varejo vai aprender o significado de Split Payment SimplificadoSplit Payment simplificado assim que as operações começarem a ocorrer com a implementação da Reforma Tributária; na verdade, não só o varejo, maismas aqui vamos tratar dele.

Isso se deve ao fato de que irá existirexistirão duas formas de separação do tributo pelo Split Payment: o Padrão (entre empresas ou B2B) e o Simplificado (entre empresa e consumidor ou B2C).

No Split padrãopadrão, o pagamento será vinculado na operação que envolve a nota fiscal; até aí tudo bem. Já no Split Simplificado, este será usado quando não ocorre a emissão de um documento fiscal. É aí que, em muitos casos, as empresas de varejo vão passar a entender a dificuldade em sonegar e sentir o peso no fluxo de caixa.

Por exemplo, muitos de nós, quando vamos noa bar, na vendinha ou mercearia (o nome pode virvariar em cada localidade) lá do bairro comprar um refrigerante ou uma paçoca, o comerciante não faz muito esforço para dizer “quer nota?”, com exceções, claro.

Agora, imagina você entrando para comprar a paçoca e o comerciante dizendo: “espera, espera, antes de você comprar a paçoca, eu preciso emitir a nota fiscal; aí você pega a nota e o produto e passa o cartão para separação do pagamento do tributo”. Acha que nós, consumidores, iríamos querer esperar para comer uma paçoquinha? Pois, se isso acontecer, é capaz de deixar o produto lá.

Por isso, não fazia muito sentido vincular o pagamento a um documento fiscal no varejo; e assim o governo criou o modelo de pagamento simplificado (Split Simplificado), onde ele vai definir uma taxa (percentual) diferente da alíquota padrão (ainda não definida) para cada tipo de segmento/atividade, onde, no momento em que passar o cartão ou fazer um pix, o imposto já será separado no ato da transação financeira, independente de documento fiscal.

Nesse momento, não há como sonegar, pois o governo fica com o que for determinado para ele através da transação financeira, e o restante será do estabelecimento varejista; ou seja, o varejo vai sentir o impacto em seu fluxo de caixa se não se preparar com essa retenção automática no momento do pagamento.

Será que os colegas também têm o mesmo entendimento?





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