O Oriente Médio voltou a viver um dia de escalada militar. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado uma base aérea dos Estados Unidos em retaliação a bombardeios americanos na região do Estreito de Ormuz, área considerada estratégica para o transporte mundial de petróleo.
Washington também anunciou novas sanções contra uma autoridade criada pelo Irã para cobrar taxas de embarcações.
Em Gaza, Israel disse ter matado líderes do Hamas, e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que ordenou a ocupação de 70% do território palestino.
No Líbano, ataques israelenses mataram pelo menos onze pessoas no sul do país e voltaram a atingir os arredores de Beirute, mesmo com o cessar-fogo ainda em vigor.
Violência na Colômbia
Na Colômbia, confrontos entre facções dissidentes das Farc deixaram pelo menos quarenta e oito mortos na região amazônica de Guaviare.
Segundo autoridades locais, os corpos ainda não foram retirados por causa da dificuldade de acesso à área.
Os grupos armados disputam rotas do narcotráfico e da mineração ilegal. O governo colombiano informou que tropas foram enviadas ao local e alerta para a possibilidade de menores de idade entre as vítimas.
A escalada da violência acontece a poucos dias das eleições presidenciais no país.
Máfia italiana
Na Itália, a polícia financeira apreendeu mais de R$ 1 bilhão em bens e empresas ligados à máfia siciliana.
A investigação apura um esquema internacional de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas associado ao ex-chefe da Cosa Nostra, Matteo Messina Denaro.
Considerado um dos criminosos mais procurados da Europa, ele foi preso em 2023, após passar três décadas foragido.
Denaro morreu no ano passado, mas as autoridades italianas continuam rastreando o patrimônio e a rede de apoio que ajudou o mafioso a escapar da Justiça por tanto tempo.
Incêndio em escola
No Quênia, um incêndio em um dormitório feminino matou pelo menos dezesseis estudantes em uma escola na região de Nakuru.
Outras dezenas de alunas ficaram feridas e foram levadas a hospitais. As autoridades ainda investigam o que provocou o fogo.
Incêndios em escolas são recorrentes no país e, segundo o governo queniano, mais de cem casos foram registrados somente no ano passado.
* Com informações da agência Reuters

