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Casos de síndrome respiratória aguda grave estão em queda no país

Casos de síndrome respiratória aguda grave estão em queda no país


Os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no Brasil estão em queda, de acordo com o novo Boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (30). O cenário, parecido com o da semana passada, é impulsionado, principalmente, pela redução das hospitalizações por vírus sincicial respiratório e por influenzas A e B.

Segundo o relatório, apenas os estados do Maranhão, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina apresentam incidência de síndrome respiratória aguda grave em nível de alerta ou risco. Os casos se concentram especialmente em crianças pequenas, mas, no Maranhão, há um pequeno crescimento também entre idosos, possivelmente associado à covid-19. Além disso, a análise aponta que muitos estados que estavam com queda no número de casos atingiram níveis de segurança ou de baixo risco, entre eles Alagoas, Ceará, Pará e São Paulo.

O coordenador do InfoGripe, Leonardo Bastos, esclarece os motivos para esse cenário:

“Já está passando a época dos vírus sazonais, em que a gente tem os casos de influenza, vírus sincicial respiratório. A gente ainda vê estados em nível de alerta associado aos casos de vírus sincicial respiratório”.

O boletim também aponta que, enquanto a incidência da síndrome apresenta impacto maior em crianças de até 2 anos, a população a partir de 65 anos é a mais impactada em relação à mortalidade.

Leonardo Bastos reforça que a vacina é a principal forma de prevenção contra casos graves e óbitos. Ele relembra ainda outros cuidados importantes que devem ser mantidos em todo o país, independentemente do número de casos:

“Quem está com sintoma respiratório, se puder ficar em casa; o uso de máscara é muito importante. Isso vale para o Brasil todo. Embora a gente tenha algumas regiões onde o risco seja mais elevado, você pode ter alguma doença respiratória em lugares diferentes”.

Em 2026, foram notificados, de acordo com o boletim, quase 126 mil casos de síndrome respiratória aguda grave no país.




Fonte GDF

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