Brasília

INSS zera fila de atendimentos iniciais em agosto

INSS zera fila de atendimentos iniciais em agosto


O INSS, Instituto Nacional do Seguro Social, anunciou, nesta quinta-feira (3), que acabou com as filas do primeiro atendimento aos beneficiários. Segundo o Ministério da Previdência, em agosto, o órgão analisou um número maior de processos do que a quantidade de novos pedidos iniciais apresentados.

O atendimento sem filas significa que o estoque de processos está dentro da capacidade de atendimento mensal do INSS, como explica o ministro da previdência Wolney Queiroz.

“Mostrando que, hoje, tem menos gente na fila do que entrou no mês passado. Quando isso acontece, nós não temos uma fila. Nós passamos a ter um fluxo de atendimento. Porque isso é como um restaurante. Se o restaurante tem 50 mesas e tem 30 pessoas lá fora, e essas 30 pessoas estão na fila, quando você põe as 30 pessoas pra dentro do restaurante, e elas todas estão sendo atendidas, acabou a fila. Uma tá no cardápio, outra tá se alimentando… elas estão em atendimento”.

Em agosto, foi 1 milhão e 394 mil atendimentos, com 1.252 novos pedidos ao INSS. Em janeiro, a espera era de 3 milhões de atendimentos.

O ministro Wolney Queiroz listou as medidas que permitiram reduzir a fila.

“Primeiro, a nomeação de 2,5 mil servidores; depois, o teleatendimento para perícias médicas; depois a perícia médica documental; o pagamento de bônus para servidores; e os mutirões de fim de semana”

O INSS também registrou um grande número de concessão de benefícios. Em 2023, a média era de 501 mil concessões, passando para uma média mensal de 730 mil, um aumento de 46%. O tempo para a perícia do INSS também diminuiu de 70 dias em 2023, para 17 dias em agosto deste ano.

O tempo para o primeiro atendimento também diminuiu. Em fevereiro de 2026, a média era de 59 dias, passando para 34 dias no mês passado. O prazo legal para atendimento é de 45 dias.

Atualmente, o INSS recebe 1,3 milhão de pedidos de atendimento por mês.

O INSS é responsável por assegurar hoje 82% da população idosa no país, sendo 90% dessa população no campo. Os benefícios da previdência chegam a mais de R$ 1 trilhão por ano.




Fonte GDF

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