A premiação do Australian Open deste ano foi aumentada em 16%, chegando a US$ 74,88 milhões (R$ 406,9 milhões), tornando-se a maior da história do torneio, anunciaram os organizadores nesta terça-feira (6).
Os dois campeões de simples receberão US$ 2,8 milhões cada (R$ 15,2 milhões), em comparação com aos US$ 2,3 milhões (R$ 12,5 milhões) que Jannik Sinner e Madison Keys levaram para casa no ano passado.
“Este aumento de 16% demonstra nosso compromisso em apoiar carreiras no tênis em todos os níveis”, disse Craig Tiley, CEO da Tennis Australia (associação responsável pelo tênis no país).
“Desde o aumento da premiação da fase qualificatória em 55% desde 2023 até a melhoria dos benefícios para os jogadores, estamos garantindo que o tênis profissional seja sustentável para todos os competidores.”
O US Open ofereceu a maior premiação entre os Grand Slams no ano passado, com US$ 90 milhões (R$ 489 milhões), enquanto Wimbledon ofereceu um total de £ 53,5 milhões (R$ 392,5 milhões) e Roland Garros, € 56,35 milhões (R$ 358,4 milhões).
Os perdedores da primeira rodada do Aberto da Austrália receberão US$ 100,6 mil (R$ 546,7 mil), um aumento de 14% em relação a 2025, enquanto as rodadas qualificatórias terão o maior aumento, de 16%. Aqueles que caírem na terceira rodada do qualificatório receberão US$ 56 mil (R$ 304,3 mil).
O aumento da premiação faz parte do investimento de US$ 135 milhões da Tennis Australia no “Summer of Tennis”, que, segundo Tiley, “fortalece a base do tênis, garantindo a saúde e o crescimento comercial do esporte a longo prazo”.
O aumento da premiação faz parte do investimento de US$ 135 milhões (R$ 733,6 milhões) da Tennis Australia no programa “Summer os Tennis” (Verão do Tênis), que segundo Tiley, “fortalece a base do tênis, garantindo a saúde e o crescimento comercial do esporte a longo prazo”.
O Australian Open acontece de 18 de janeiro a 1º de fevereiro, no Melbourne Park.

