O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) passará a exigir, a partir de 30 de junho, o uso de certificado digital do tipo A3 para o acesso de usuários externos aos seus sistemas. A medida foi informada pela Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI) e, segundo o órgão, tem como objetivo fortalecer a segurança das informações e assegurar a integridade dos serviços prestados.
Com a mudança, o acesso externo às plataformas institucionais deixará de ser feito pelo modelo atual, baseado em login e senha, e passará a ocorrer exclusivamente por meio de certificado digital A3.
Segundo o INSS, a exigência está relacionada à natureza sensível dos dados tratados pela instituição e ao aumento da demanda por acessos externos aos sistemas. A adoção do novo modelo de autenticação busca elevar o nível de segurança no processo de acesso às plataformas.
A instituição afirma que a utilização exclusiva desse tipo de certificação digital contribuirá para a prevenção de acessos não autorizados e para a mitigação de riscos relacionados à segurança da informação.
Além disso, a medida também busca garantir maior confiabilidade no uso dos sistemas por usuários externos, diante da necessidade de reforçar os mecanismos de autenticação adotados pelo órgão.
Mudança valerá para usuários externos
A obrigatoriedade do certificado digital A3 alcançará os usuários externos que acessam os sistemas do INSS.
A partir de 30 de junho, esse acesso será realizado exclusivamente com esse tipo de certificação digital, conforme informou a Diretoria de Tecnologia da Informação.
Com isso, o modelo atualmente utilizado, baseado em login e senha, será substituído para esse público.
A alteração representa uma mudança no processo de autenticação dos usuários externos e passa a estabelecer um novo padrão de acesso às plataformas institucionais do INSS.
INSS aponta segurança como principal motivo
De acordo com o INSS, a exigência do certificado digital A3 foi adotada para fortalecer a segurança das informações tratadas pela instituição.
O órgão destaca que a medida também busca assegurar a integridade dos serviços prestados, em um contexto de dados sensíveis e crescimento da demanda por acessos externos.
Segundo a instituição, a natureza das informações processadas nos sistemas do INSS exige mecanismos mais robustos de autenticação.
Nesse cenário, a substituição do login e senha pelo certificado digital A3 é apresentada como forma de ampliar a segurança no acesso aos sistemas.
Certificado A3 substituirá login e senha
Com a nova diretriz, o certificado digital A3 substituirá o modelo de autenticação atualmente baseado em login e senha.
A adoção exclusiva desse tipo de certificado digital, segundo o INSS, elevará o nível de segurança do processo de autenticação.
A mudança também é apontada como instrumento para reduzir vulnerabilidades associadas ao acesso externo às plataformas institucionais.
Ao concentrar a autenticação no certificado digital A3, o instituto pretende reforçar o controle sobre o uso de seus sistemas por usuários externos.
Medida busca evitar acessos não autorizados
Entre os efeitos esperados com a nova exigência está a prevenção de acessos não autorizados aos sistemas do INSS.
A instituição afirma que o uso exclusivo do certificado digital A3 ajudará a reduzir riscos relacionados à segurança da informação.
Além da prevenção de acessos indevidos, o novo modelo também pretende ampliar a confiabilidade no uso das plataformas institucionais.
Dessa forma, a medida é apresentada como parte da estratégia do INSS para reforçar a proteção das informações e dos serviços disponíveis aos usuários externos.
Usuários devem se adequar até o prazo
O INSS orienta os usuários externos a adotarem as providências necessárias para se adequar às novas diretrizes até o prazo estabelecido.
A recomendação é que a regularização seja feita antes de 30 de junho para evitar interrupções no acesso aos sistemas.
Com a entrada em vigor da exigência, apenas os usuários externos com certificado digital A3 poderão acessar as plataformas institucionais do órgão.
A orientação do instituto é para que a adequação ocorra dentro do prazo, a fim de garantir a continuidade do acesso.

