quinta-feira 2, julho, 2026 - 20:05

Brasília

IBGE e Saúde vão começar a nova edição da Pesquisa Nacional de Saúde

Para olhar de perto quais as condições de saúde da população brasileira, para a elab

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Para olhar de perto quais as condições de saúde da população brasileira, para a elaboração de políticas públicas, mais de 140 mil casas brasileiras vão receber equipes da PNS, Pesquisa Nacional de Saúde.  

No levantamento serão avaliados aspectos como “estado de saúde, hábitos de vida, acesso e utilização dos serviços de saúde, além da ocorrência de doenças crônicas e questões relacionadas à saúde do idoso”.  

Esta é a terceira edição, mas com algumas mudanças: desta vez os agentes vão realizar coleta pressão arterial, peso e altura. É o que conta a Diretora do Departamento de Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças não Transmissíveis, do Ministério da Saúde, Leticia Cardoso.   

“Nosso compromisso, como área técnica do Ministério da Saúde, é tentar fazer com que tudo que estivesse no questionário, nas medidas bioquímicas, antropometria, pressão arterial, tudo que vai ser aferido, refletisse as necessidades das políticas públicas de saúde do Brasil.  A gente também tem que respeitar o cidadão que está respondendo no domicílio, cedendo o tempo dele, com muita confiança no nosso trabalho.”

Para que o levantamento seja bem-feito e adequado, o Diretor-Adjunto de Pesquisas do IBGE, Vladimir Miranda, fez um apelo à população: participar da pesquisa e confiar na “seriedade do trabalho” dos cerca de 1.800 entrevistadores.  

“Para que isso dê certo, é essencial que a população se engaje no processo. Peço para todos que compartilhem, que disseminem com os seus amigos, com os seus familiares, suas redes,  a importância da pesquisa, a seriedade desse trabalho, para que as pessoas respondam, tendo os entrevistadores do IBGE da melhor forma possível e as equipes que vão fazer a coleta de biomarcadores.  É um trabalho muito sensível, muito delicado e só vai dar certo, claro, com o engajamento das equipes, mas também da nossa população”.

A Secretária de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, disse que a PNS é uma forma de buscas evidências sobre a saúde da população, sem deixar espaço para a desinformação.  

“Nós precisamos trabalhar para que as políticas públicas sejam baseados na melhor evidência possível. O melhor dado, a melhor informação que você puder ter naquele momento é o que deve, não é o que eu acho, a minha opinião sobre tal coisa. É hora de seguir o que a melhor evidência científica está promovendo. Então esse compromisso que as políticas públicas são melhores se elas forem baseadas em informação e evidência científica é o compromisso comum nosso”.

As equipes também vão coletar amostras de sangue e urina, para exames laboratoriais, que podem identificar doenças ou predisposição a elas. A prioridade vai ser da população com mais de 35 anos. O IBGE calcula que mais de 46 mil entrevistados se enquadrem. Como a pesquisa não é obrigatória, principalmente a etapa de coleta de materiais, a expectativa que somente e 20 mil aceitem fazer as coletas.  

Com as informações em mãos, o Ministério da Saúde desenvolve políticas públicas, fornece o suporte adequado ao SUS e monitora as metas do país.




Fonte GDF

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