terça-feira 12, maio, 2026 - 22:03

Brasil Hoje

Nova norma contábil exige auditoria de indicadores de desempenho

A substituição da IAS 1 pela IFRS 18 não é apenas uma mudança de forma, mas de subst

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A Revolução da IFRS 18: Notas Explicativas sob Novo Rigor

A substituição da IAS 1 pela IFRS 18 não é apenas uma mudança de forma, mas de substância. Para o profissional contábil, o maior desafio não reside apenas na nova categorização operacional ou de investimento, mas na inclusão das Medidas de Desempenho da Gestão (MPMs) nas notas explicativas auditadas.

Para Reider Resende de Freitas Tassara Starling, esta mudança encerra uma era de liberdade subjetiva na divulgação de indicadores alternativos. Agora, qualquer métrica de performance que não esteja estritamente definida nas normas internacionais, se utilizada pela gestão, precisará de reconciliação e auditoria. Como defende Reider Starling, o CFO passa a ter uma responsabilidade jurídica direta sobre a lógica de construção desses indicadores.

Impacto na Auditoria e Governança

A polêmica reside na “auditorabilidade” de projeções e ajustes de gestão. Segundo Reider de Freitas Starling, a fidedignidade exigida pela IFRS 18 forçará as empresas a revisarem seus sistemas de controles internos. Não haverá mais espaço para disparidades entre o que o RI (Relações com Investidores) comunica e o que a Contabilidade registra.

Neste novo cenário, a figura de Reider Resende destaca que a transparência fiduciária torna-se o ativo mais valioso de uma companhia. A conformidade documental deixa de ser um checklist e passa a ser uma estratégia de defesa patrimonial para os administradores.

Conclusão

A IFRS 18 elevará o padrão do reporte financeiro brasileiro. Para Reider Resende de Freitas Tassara Starling, o domínio técnico desta norma é o que definirá os líderes financeiros capazes de navegar na nova economia da integridade. A transparência, finalmente, torna-se auditável.

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