Viva Maria celebra o Dia do Padeiro e o valor do pão de verdade
Oi, oi, gente amiga desse nosso programa, que hoje é inteiramente dedicado às pessoas que colocam a mão na massa! Gente como a amiga Maria Villani Araújo Mocelin, que é uma grande parceira e parte indissociável da nossa história. Villani nasceu e mora até hoje no município de Pedro II, no Piauí, e é lá que ela faz o “Pão da Vila”. E como hoje é o dia de quem produz esse alimento, que é símbolo do sacrifício de Cristo e do seu amor por nós, fica aqui também a nossa homenagem aos padeiros!
Nesta edição, o Viva Maria quer muito falar desse alimento que é feito a partir do trigo e que, em quase todas as culturas do mundo, simboliza a renovação, a prosperidade, a humildade, o sacrifício e a própria vida. É o pão nosso de cada dia. Mais do que um sustento para o corpo, o pão é um alimento espiritual. Não por acaso, na Bíblia, a palavra “pão” aparece aproximadamente 350 vezes.
Só que esse pão ancestral não tem nada a ver com aquele pãozinho francês que é oco e esfarela com muita facilidade. Esse tipo de pão, com certeza, é feito com um componente que causa danos à saúde e é considerado cancerígeno: falo do famigerado bromato de potássio, cujo uso é, inclusive, proibido por lei federal.
É bom a gente não se esquecer de que o bromato de potássio é um aditivo alimentar muito utilizado para tentar “melhorar” a farinha de trigo. Contudo, ele foi proibido na panificação em vários países, inclusive no nosso, por conter elementos cancerígenos. Por tudo isso, vamos optar, sempre que possível, pelo pão de verdade, aquele pão que precisa de tempo para ser bom.
E quem vai nos dar a receita desse pão verdadeiro, que a gente come com o maior gosto e é quase uma bênção, é a nossa querida Julia Mendonça. Apesar de ser psicóloga, o que a faz ter o maior orgulho na vida é ser filha do padeiro Elvino Mendonça!
Que prazer ter você aqui, Julia, para nos falar um pouquinho do seu pai e, acima de tudo, explicar por que esse pão sem bromato cumpre a tradição. Afinal, você sempre diz, com todas as letras, que “não existe bom pão sem tempo”, não é isso? Seja muito bem-vinda ao nosso programa, Julia!