Copa: árbitro somali receberá salário integral da Fifa – 14/06/2026 – Esporte


O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, que teve sua entrada negada nos Estados Unidos para apitar a Copa do Mundo, receberá da Fifa o valor integral que receberia por atuar no torneio.

O governo Trump afirmou que os EUA negaram a entrada de Artan devido a suas ligações com “supostos membros de organizações terroristas“.

Uma fonte envolvida no assunto disse que, embora Artan não vá participar da Copa do Mundo, a Fifa se comprometeu a pagar seu salário.

Artan, eleito o melhor árbitro da África em 2025, estava prestes a se tornar o primeiro somali a apitar no maior evento do futebol mundial, mas foi barrado pela Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA.

De volta ao seu país, ele foi recebido como herói. A Uefa, entidade europeia de futebol, o designou para apitar a partida da Supercopa da Uefa entre Paris Saint-Germain e Aston Villa, em 12 de agosto.



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Luxemburgo critica atuação do Brasil na Copa – 14/06/2026 – Esporte


O ex-treinador Vanderlei Luxemburgo criticou neste sábado (13) o desempenho da seleção brasileira em sua estreia na Copa do Mundo de 2026, o empate por 1 a 1 contra Marrocos.

Luxemburgo afirmou, em vídeo postado em seu Instagram, que “algumas coisas precisam ser revistas” e analisou o desempenho de alguns jogadores e a forma de jogar da seleção de Carlo Ancelotti.

Segundo ele, o volante Casmiero “não aguenta mais jogar num meio-campo só com dois [jogadores]. Precisa ter três” e o atacante Igor Thiago “pegou 3 ou 4 vezes na bola, o que é pouco para uma Copa”.

Também afirmou que “a chegada de Neymar [se referindo à chance de o jogador do Santos conseguir atuar no Mundial] vai dar qualidade “a uma equipe que não tem essa qualidade. Só [tem] o Vini Jr. no um contra um. É muito pouco para o Brasil.” Citou, ainda, o fato de a defesa jogar em linha.

Ainda de acordo com o ex-treinador, Ancelotti precisa “botar para jogar jogadores que estão pedindo passagem”. Ele cita “Danilo”, sem especificar se se refere ao volante do Botafogo ou ao lateral/zagueiro do Flamengo. Ambos começaram a partida contra Marrocos do banco de reservas e entraram no segundo tempo.

Luxemburgo treinou o Brasil de 1998 a 2000. No período, conquistou a Copa América de 1999. Foi demitido do cargo após derrota para Camarões na Olimpíada de Sydney.

Pelos clubes, ele foi um dos maiores técnicos do país nas décadas de 1990 e 2000.

Suas conquistas incluem cinco Campeonatos Brasileiros da Série A (1993 e 1994 pelo Palmeiras, 1998 com o Corinthians, 2003 à frente do Cruzeiro e 2004 treinando o Santos), um da série B (Bragantino, 1989) e uma Copa do Brasil (Cruzeiro, 2003). Também ficou por quase um ano (2005) à frente do Real Madrid.

Seu último título foi o Campeonato Paulista de 2020, à frente do Palmeiras, e o último clube que treinou foi o Corinthians, em 2023. Ele anunciou sua aposentadoria no ano passado e é cotado para disputar uma vaga no Senado nas eleições deste ano.



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por que elas prejudicam o caixa e a gestão financeira


Em empresas que processam diariamente dezenas ou até milhares de documentos fiscais, uma situação aparentemente simples pode gerar grandes impactos operacionais: o recebimento de uma nota fiscal sem pedido de compra vinculado. Conhecidas no ambiente corporativo como “notas órfãs”, essas faturas chegam ao departamento financeiro sem uma autorização formal ou registro prévio da contratação, criando dificuldades para validação, aprovação e pagamento.

Embora pareçam apenas uma falha administrativa, as notas órfãs representam um risco significativo para a gestão financeira, o compliance tributário e a governança corporativa. Além de aumentar o tempo gasto com conferências e investigações internas, elas podem resultar em pagamentos indevidos, autuações fiscais e perda de controle sobre o fluxo de caixa.

Com o avanço da digitalização dos processos financeiros e a crescente busca por eficiência operacional, empresas vêm adotando políticas e ferramentas específicas para reduzir a incidência desse tipo de ocorrência.

O que é uma nota fiscal órfã?

Uma nota fiscal órfã é aquela emitida contra o CNPJ de uma empresa sem que exista um pedido de compra formal previamente registrado e aprovado no sistema corporativo.

Em um fluxo ideal de aquisição, a compra passa por etapas bem definidas:

  1. Solicitação da demanda;
  2. Aprovação interna;
  3. Emissão do pedido de compra;
  4. Entrega do produto ou serviço;
  5. Emissão da nota fiscal pelo fornecedor;
  6. Pagamento.

Quando o fornecedor emite a nota sem que exista um pedido correspondente ou quando o documento não referencia corretamente essa ordem de compra, o processo perde rastreabilidade e exige intervenção manual.

Como surgem as notas sem pedido de compra?

As causas mais comuns incluem:

Contratações emergenciais

Departamentos podem realizar compras urgentes sem seguir os fluxos formais de aprovação, especialmente em situações operacionais críticas.

Falhas do fornecedor

Mesmo quando existe pedido de compra, alguns fornecedores deixam de informar o número da ordem no XML ou na própria nota fiscal.

Serviços recorrentes

Contas de consumo, assinaturas, mensalidades, contratos de manutenção e outros serviços periódicos muitas vezes são faturados diretamente, sem a emissão de novos pedidos a cada ciclo.

Falta de integração entre áreas

Quando compras, financeiro e fiscal operam com processos desconectados, aumenta a probabilidade de documentos chegarem sem validação adequada.

Quais os riscos de processar notas fiscais sem pedido?

Especialistas alertam que aprovar e pagar documentos sem validação prévia pode gerar impactos muito além do setor financeiro.

Riscos fiscais

A escrituração de documentos sem comprovação adequada da contratação pode gerar inconsistências em fiscalizações e auditorias.

A ausência de documentação de suporte pode dificultar a comprovação da legitimidade da despesa perante o Fisco.

Pagamentos indevidos

Sem um pedido formal como referência, aumenta o risco de:

  1. Pagamento de itens não recebidos;
  2. Cobranças duplicadas;
  3. Divergências de valores;
  4. Serviços executados parcialmente.

Vulnerabilidade a fraudes

A inexistência do chamado “three-way match” — conferência entre pedido, recebimento e nota fiscal — abre espaço para fraudes internas e externas.

Impacto no fluxo de caixa

Despesas inesperadas reduzem a previsibilidade financeira e dificultam o planejamento de desembolsos futuros.

Atrasos nos pagamentos

Quando a origem da contratação não é identificada rapidamente, a nota pode permanecer bloqueada por dias ou semanas, gerando:

  1. Multas;
  2. Juros;
  3. Reclamações de fornecedores;
  4. Interrupções no fornecimento de produtos ou serviços.

Como reduzir a ocorrência de notas órfãs?

A solução passa por uma combinação de processos internos, governança e tecnologia.

1. Padronizar o processo de compras

Toda contratação deve começar pela emissão de um pedido de compra formal no sistema da empresa.

A política interna deve deixar claro que nenhuma aquisição poderá ser realizada sem aprovação prévia e documentação adequada.

2. Treinar colaboradores

Muitos problemas surgem porque gestores e equipes desconhecem os impactos financeiros e fiscais de uma compra realizada fora do fluxo oficial.

Capacitações periódicas ajudam a reduzir essas ocorrências.

3. Orientar fornecedores

Empresas podem criar manuais de faturamento determinando que:

  1. O número do pedido de compra seja obrigatório;
  2. O dado conste no XML e na nota fiscal;
  3. Documentos sem essa informação sejam rejeitados.

Essa medida aumenta significativamente a conformidade dos processos.

4. Criar política de rejeição

Organizações mais maduras costumam bloquear automaticamente notas sem pedido válido.

Nesses casos, o fornecedor é orientado a regularizar a documentação antes que o pagamento seja processado.

5. Estruturar exceções para contratos recorrentes

Despesas como:

  1. Energia elétrica;
  2. Telefonia;
  3. Aluguéis;
  4. Assinaturas;
  5. Contratos continuados;

podem seguir fluxos específicos de aprovação vinculados diretamente ao contrato principal, evitando a geração de notas órfãs sem comprometer a rastreabilidade.

Como a tecnologia ajuda a identificar notas sem pedido?

A gestão manual de documentos fiscais torna-se cada vez mais inviável à medida que as empresas crescem.

Por isso, soluções de automação financeira e integração com ERPs vêm ganhando espaço no mercado.

Essas ferramentas conseguem:

  1. Capturar automaticamente notas fiscais eletrônicas;
  2. Cruzar informações com pedidos de compra registrados;
  3. Identificar divergências em tempo real;
  4. Bloquear documentos sem correspondência;
  5. Emitir alertas automáticos para as áreas responsáveis.

Além disso, sistemas modernos utilizam inteligência analítica para identificar padrões de comportamento, reduzindo riscos de fraude e melhorando a governança dos processos financeiros.

Governança financeira começa na origem da compra

Embora as notas fiscais órfãs sejam frequentemente tratadas como um problema operacional, elas refletem falhas mais profundas na gestão de compras e no controle financeiro das empresas.

À medida que as exigências de compliance, auditoria e transparência aumentam, cresce também a necessidade de estabelecer processos padronizados, integrar áreas e investir em automação.

Mais do que evitar atrasos e retrabalho, a correta gestão das notas fiscais sem pedido de compra contribui para aumentar a previsibilidade financeira, reduzir riscos fiscais e fortalecer a governança corporativa, tornando a operação mais segura e eficiente.





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Dois helicópteros se chocam e deixam ao menos cinco mortos no Rio


Pelo menos cinco pessoas morreram na manhã deste domingo (14) após a colisão no ar de dois helicópteros que caíram nos arredores da Avenida das Américas, na altura do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro foi acionado às 8h59. Militares do Recreio dos Bandeirantes, com o apoio de equipes especializadas o Grupo de Ações Especiais, foram deslocados para o local. 



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os melhores exercícios de mobilidade para quadris, ombros e coluna podem ser feitos em casa


Os exercícios de mobilidade para quadris, ombros e coluna estão entre as práticas mais recomendadas por treinadores para preservar a saúde das articulações e melhorar a qualidade dos movimentos. Diferentemente do que muitas pessoas imaginam, não é necessário frequentar uma academia ou utilizar equipamentos específicos para obter benefícios. Com poucos minutos por dia e movimentos simples, é possível reduzir a rigidez, melhorar a postura e aumentar o conforto nas atividades diárias.

Os quadris costumam sofrer bastante com longos períodos sentados.
Os quadris costumam sofrer bastante com longos períodos sentados. – Imagem gerada por IA

Por que a mobilidade é tão importante quanto a força?

A força muscular permite que o corpo execute movimentos e suporte cargas, mas a mobilidade articular garante que esses movimentos aconteçam com eficiência e segurança. Quando uma articulação possui pouca mobilidade, outras regiões acabam compensando, aumentando o risco de desconfortos e lesões.

Além disso, uma boa mobilidade contribui para melhorar a postura, a coordenação motora e a execução de tarefas simples do dia a dia. Caminhar, abaixar para pegar objetos e alcançar itens em locais altos tornam-se movimentos mais naturais e confortáveis.

Quais são os melhores exercícios de mobilidade para quadris?

Os quadris costumam sofrer bastante com longos períodos sentados. Por isso, treinadores recomendam movimentos que aumentem a amplitude articular e estimulem o controle dos músculos ao redor da região.

Incorporar essas práticas na rotina diária é essencial para aliviar a rigidez e prevenir dores crônicas na lombar. Para aprender a executar uma sequência eficiente e segura de mobilidade, assista ao passo a passo detalhado no vídeo de @IsabellaCamposfisio:

Como melhorar a mobilidade dos ombros sem equipamentos?

Os ombros participam de diversos movimentos do cotidiano e precisam de boa amplitude para funcionar corretamente. A falta de mobilidade nessa região pode dificultar atividades simples e gerar compensações musculares.

Alguns exercícios podem ser realizados em qualquer ambiente e ajudam a manter a articulação saudável:

  • Círculos de braço, que aumentam gradualmente a amplitude do movimento.
  • Deslizamento na parede, importante para a mobilidade dos ombros e das escápulas.
  • Rotações controladas dos ombros, que fortalecem o controle articular.
  • Alcance acima da cabeça com rotação, favorecendo mobilidade e estabilidade.
Exercícios de mobilidade mantêm a articulação saudável e evitam compensações musculares nos ombros.
Exercícios de mobilidade mantêm a articulação saudável e evitam compensações musculares nos ombros. – Imagem gerada por IA

Como encaixar esses exercícios na rotina diária?

Uma das maiores vantagens dos exercícios de mobilidade é a praticidade. Em muitos casos, uma sessão de cinco a dez minutos já é suficiente para estimular as articulações e combater a rigidez causada pela rotina sedentária. O mais importante é manter a regularidade e respeitar os limites do corpo.

Uma estratégia eficiente é realizar os movimentos logo ao acordar, durante pausas no trabalho ou antes de atividades físicas. Com o passar das semanas, a prática consistente dos exercícios de mobilidade para quadris, ombros e coluna pode proporcionar mais liberdade de movimento, melhor postura e maior conforto nas tarefas diárias, contribuindo para uma rotina mais ativa e saudável.





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NY renomeia duas ruas em homenagem a Pelé e Thierry Henry – 14/06/2026 – Esporte


No clima de Copa do Mundo, Nova York renomeou temporariamente duas ruas em homenagem a Pelé e Thierry Henry antes do início do torneio, na quarta-feira (10).

O cruzamento entre a Shea Road e a Meridian Road, no bairro de Queens, agora tem uma placa verde com o nome “Pelé Way”. O brasileiro foi jogador do New York Cosmos de 1975 a 1977.

Em Manhattan, entre a 50th West Street e a Sixth Avenue, várias pessoas acompanharam a revelação da placa “Thierry Henry Way”.

“Hoje, a cidade de Nova York presta homenagem a um dos maiores jogadores de todos os tempos”, escreveu a vereadora Virginia Maloney no Instagram.

Henry, campeão mundial com a seleção da França em 1998, apareceu em um vídeo na rede social da vereadora agradecendo à cidade e a seu prefeito, Zohran Mamdani, “um verdadeiro torcedor do Arsenal, como todos sabemos”.

“Minha família ficará muito honrada”, acrescentou o francês de 48 anos, que ganhou notoriedade nos Estados Unidos depois de defender por cinco temporadas o New York Red Bulls, da MLS, até 2014.

Neste sábado (13), dia da estreia do Brasil neste Mundial, o prefeito Zohran Mamdani publicou um vídeo nas redes sociais em que exaltou Sócrates, ídolo do Corinthians e jogador da seleção nas Copas de 1982, na Espanha, e de 1986, no México.

“Enquanto aguardamos Brasil contra Marrocos, tenho pensado ultimamente em Sócrates, não o filósofo grego antigo, mas o maestro do meio-campo brasileiro. Sócrates jogou tanto no Brasil quanto na Seleção nas décadas de 1970 e 1980. Incluindo a Copa do Mundo de 1982, onde foi capitão da seleção. Foram anos difíceis no Brasil”, disse.

“Uma junta militar repressiva governava o país, impondo seu domínio pela força. No Corinthians, o clube que ele capitaneava, Sócrates e seus companheiros de equipe participaram daquilo com que os brasileiros comuns sonhavam: democracia”, acrescentou.

Os nomes das ruas serão mantidos até o dia 1º de novembro.



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Austrália e Escócia vencem no terceiro dia da Copa; Brasil só empata


O terceiro dia da Copa do Mundo de 2026 foi marcado pela estreia da seleção brasileira, em um duelo contra Marrocos. Mas também teve as estreias de Escócia e Haiti, do mesmo grupo do Brasil, da Suíça, Catar, Austrália e Turquia.

O primeiro jogo do dia foi entre Suíça e Catar em Santa Clara, na Califórnia. E mesmo amplamente favorita, a Suíça não conseguiu segurar a vantagem mínima e sofreu o empate nos minutos finais do jogo, já nos acréscimos. Esse 1×1 garantiu o primeiro ponto catari em uma Copa do Mundo. O grupo B está embolado, com todos os times – Canadá, Bósnia, Catar e Suíça – com um ponto ganho.

Em seguida, foi a estreia do Brasil, em Nova Jersey. Foi o primeiro país campeão do mundo a jogar nesta Copa. Mas o desempenho passou longe de um time favorito ao título. O Marrocos saiu na frente aos 20 minutos do primeiro tempo, com Ismael Saibari. Mesmo jogando mal, o Brasil conseguiu o empate em ótima jogada individual de Vinícius Júnior.

Quando finalmente encontrou os espaços que queria, já no segundo tempo, a seleção brasileira não conseguiu aproveitar. O cansaço parecia pesar as pernas de brasileiros e marroquinos. Nos minutos finais o time africano parecia satisfeito com o empate por 1 a 1. Já o Brasil lamentou não ter conquistado os três pontos.

Na outra partida do grupo, a Escócia venceu o Haiti por 1 a 0 em Boston. John McGinn fez o gol da vitória, mas ela não veio fácil. Os escoceses precisaram suportar a pressão haitiana para garantir a liderança provisória do grupo C.

No último jogo do dia, realizado em Vancouver, no Canadá, a Austrália venceu a Turquia por 2×0. Já era madrugada no Brasil quando os times entraram em campo, mas o sol ainda brilhava na costa oeste canadense. Irankunda e Metcalfe fizeram os gols do jogo. A Austrália está em segundo no grupo D, atrás dos Estados Unidos no saldo de gols. Pelo mesmo critério, a Turquia está em terceiro e o Paraguai em quarto lugar.



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Escócia vence Haiti e vira líder do grupo do Brasil na Copa do Mundo


O Grupo C da Copa do Mundo, em que está o Brasil, tem um líder isolado ao final da primeira rodada. Na noite de sábado (13), a Escócia derrotou o Haiti por 1 a 0 no Gillette Stadium, em Boston.

Os três pontos da estreia deixam os escoceses na ponta da chave sediada nos Estados Unidos. Mais cedo, a seleção brasileira empatou por 1 a 1 com Marrocos no MetLife Stadium, em Nova Jersey, e as duas seleções somaram um ponto. Os haitianos permanecem zerados.

O triunfo, além de ser o primeiro em uma Copa do Mundo desde 1990, aproxima a Escócia de um feito histórico. O país disputa o Mundial pela nona vez e tenta, de maneira inédita, ir além da fase de grupos. Nesta Copa, os oito melhores terceiros colocados entre as 12 chaves também avançam à segunda etapa da competição.

As equipes voltam a campo na próxima sexta-feira (19). Os escoceses enfrentam Marrocos, às 19h (horário de Brasília), novamente em Boston. Em seguida, às 21h30, o Haiti será adversário do Brasil, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.

Primeiro tempo equilibrado

Quem esperava um Haiti retraído por ser estreante em Mundiais viu um primeiro tempo de equilíbrio. Foram oito finalizações da seleção caribenha contra sete da Escócia. Os europeus trocavam mais passes em busca de espaço, enquanto os haitianos tentavam sair em velocidade, ainda que pecando tecnicamente.

Os escoceses foram mais eficientes. Se, aos 16 minutos, o chute de Scott McTominay parou na trave esquerda, John McGinn não desperdiçou a oportunidade que teve aos 27, mandando para as redes o rebote de Johny Placide, que fez grande defesa em finalização do atacante Che Adams. O desvio do também meia Jean-Ricner Bellegarde, do Haiti, tirou a bola do alcance do goleiro.

Os caribenhos não se intimidaram e deram trabalho à defesa escocesa. Aos 33 minutos, o lateral Martin Experiénce recebeu na área, pela esquerda, e bateu cruzado. O goleiro Angus Gunn rebateu nos pés do atacante Frantzdy Pierrot, mas o zagueiro Grant Hanley travou a finalização na hora certa.

Haiti pressionou no 2° tempo

O ritmo de jogo caiu sensivelmente na volta do intervalo. Foram necessários 25 minutos para o primeiro lance de perigo do segundo tempo: um chute de McGinn na saída de Placide, que saiu rente à trave.

A resposta haitiana veio no ataque seguinte, em batida cruzada de Ruben Providence, da entrada da área pela esquerda, que o também atacante Wilson Isidor, por muito pouco, não completou para as redes.

Nos minutos finais, a seleção caribenha se lançou de vez ao ataque, e a Escócia se fechou na defesa. Esgotado fisicamente, o Haiti abusou das bolas aéreas nos acréscimos, buscando a boa estatura de Pierrot, mas os europeus conseguiram segurar a pressão e garantir a vitória.



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Brasil é o 3º, e não em o 2º, no Grupo C da Copa; entenda – 14/06/2026 – Esporte


O empate por 1 a 1 da seleção brasileira com Marrocos abriu caminho para a Escócia assumir a liderança isolada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, na noite deste sábado (13), ao bater o Haiti por 1 a 0.

No duelo realizado no estádio MetLife, em East Rutherford, os brasileiros empataram em todos os critérios técnicos com os marroquinos, mas acabaram superados no quesito fair play, por ter tomado dois cartões amarelos (Casemiro e Ibañez), contra nenhum dos rivais.

Assim, o time do técnico Carlo Ancelotti termina a primeira rodada na terceira colocação, à frente apenas do Haiti, que não pontuou.

Os critérios de desempate desta edição do Mundial têm uma diferença em relação às anteriores por acabar com o sorteio.

A partir de agora, se houver empate inclusive nos critérios de fair play, a definição será feita pelo ranking da Fifa.

Confira a seguir os critérios válidos para esta Copa, caso duas ou mais seleções do mesmo grupo estejam empatadas em pontos após a conclusão da fase de grupos.

Primeiro passo

  • Maior número de pontos obtidos nos jogos da fase de grupos entre as equipes envolvidas
  • Saldo de gols superior resultante dos confrontos diretos entre as equipes em questão
  • Maior número de gols marcados em todas as partidas do grupo entre as equipes envolvidas

Caso não seja possível chegar a uma decisão por meio desse procedimento, os seguintes critérios serão aplicados às duas ou mais equipes que ainda estiverem empatadas em pontos.

Segundo passo

  • Melhor saldo de gols em todas as partidas do grupo
  • Maior número de gols marcados em todas as partidas do grupo
  • Pontuação de fair play, envolvendo jogadores e comissão técnica, levando em conta o número de cartões amarelos e vermelhos recebidos

Caso não seja possível tomar uma decisão pelos procedimentos das etapas um e dois, vale a última.

Terceiro passo

  • As duas ou mais seleções que ainda estiverem empatadas serão classificadas de acordo com a edição mais recente publicada do Ranking da Fifa. O mais bem colocado fica com a vaga



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Empresas podem ser multadas por grupos de WhatsApp corporativos?


Grupos de WhatsApp corporativos se tornaram ferramentas indispensáveis para a comunicação entre empresas, gestores e colaboradores. No entanto, o uso inadequado desses canais pode gerar riscos trabalhistas, cíveis e até relacionados à proteção de dados, resultando em condenações judiciais, indenizações e sanções para as organizações.

Especialistas alertam que mensagens enviadas em grupos corporativos possuem valor jurídico e podem ser utilizadas como prova em processos trabalhistas e ações de responsabilidade civil. Por isso, empresas precisam estabelecer regras claras para o uso dessas ferramentas e adotar políticas internas de comunicação digital.

WhatsApp corporativo pode gerar responsabilidade para a empresa

Segundo especialistas em direito empresarial e trabalhista, mensagens trocadas em grupos de trabalho representam uma extensão do ambiente corporativo. Isso significa que comportamentos inadequados, exposição de funcionários, vazamento de informações confidenciais ou cobranças excessivas podem gerar consequências legais para a empresa.

O risco aumenta quando gestores utilizam grupos para realizar cobranças públicas, expor erros de colaboradores ou enviar mensagens de forma insistente fora do horário de expediente. Em determinadas situações, a conduta pode ser interpretada pela Justiça como assédio moral ou violação dos direitos da personalidade do trabalhador.

Mensagens fora do expediente podem gerar passivos trabalhistas

Outro ponto de atenção é o envio recorrente de mensagens após o horário de trabalho, durante férias, folgas ou finais de semana.

Embora não exista uma legislação específica sobre grupos de WhatsApp corporativos, decisões trabalhistas já consideraram comunicações frequentes fora da jornada como elemento para reconhecimento de horas extras ou sobreaviso, dependendo das circunstâncias do caso concreto.

A recomendação é que empresas estabeleçam limites claros para comunicações fora do expediente e utilizem canais formais apenas em situações de urgência devidamente justificadas.

LGPD exige cuidado com dados compartilhados

A proteção de dados é outro desafio para as organizações.

O compartilhamento indevido de documentos, informações de clientes, dados financeiros, informações trabalhistas ou registros internos em grupos de mensagens pode configurar descumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), especialmente quando não há necessidade operacional ou autorização adequada para o tratamento dessas informações.

Por esse motivo, especialistas recomendam que documentos sensíveis sejam compartilhados apenas por canais corporativos seguros e com controle de acesso.

WhatsApp não substitui canais formais

Questões disciplinares, advertências, negociações contratuais, decisões estratégicas e assuntos confidenciais não devem ser tratados exclusivamente por aplicativos de mensagens.

Especialistas destacam que o WhatsApp é adequado para comunicações rápidas e operacionais, mas não substitui e-mails corporativos, sistemas internos ou documentos formais quando há necessidade de registro institucional e rastreabilidade das informações.

Além disso, empresas devem orientar os colaboradores a revisar destinatários, anexos e conteúdos antes do envio de mensagens para evitar vazamentos de informações e prejuízos reputacionais.

Como reduzir riscos jurídicos

Para evitar problemas, advogados recomendam que as empresas adotem uma política formal de uso de WhatsApp e e-mail corporativo, definindo regras sobre:

  1. finalidade dos grupos corporativos;
  2. horários para envio de mensagens;
  3. compartilhamento de documentos e dados;
  4. conduta esperada dos participantes;
  5. tratamento de informações confidenciais;
  6. responsabilidades dos gestores e administradores dos grupos.

Também é recomendável promover treinamentos periódicos sobre comunicação corporativa, LGPD e segurança da informação.

Empresas devem tratar grupos como ambiente de trabalho

Na avaliação de especialistas, grupos corporativos não devem ser encarados como espaços informais. Assim como ocorre em reuniões presenciais ou comunicações por e-mail, as mensagens trocadas nesses ambientes podem gerar consequências jurídicas para empregados e empregadores.

Diante do aumento das discussões judiciais envolvendo comunicação digital, a orientação é que as organizações tratem os grupos de WhatsApp como uma extensão do ambiente de trabalho, adotando regras claras de governança, respeito e proteção de dados.





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