Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio vai a R$ 116 milhões


O sorteio dos seis números do concurso 2.975 foi realizado na noite deste sábado (21), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Ninguém acertou o prêmio da faixa principal e acumula em R$ 116 milhões.

As dezenas sorteadas foram as seguintes: 07 – 10 – 17 – 35 – 44 – 46.

A quina teve 106 apostas ganhadoras, cada uma vai pagar R$ 36.398,76. Já a quadra registrou 7.501 apostas vencedoras e cada acertador vai receber o prêmio de, R$ 847,85.

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O próximo concurso, o de número 2.976, é na terça-feira (24). As apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília, do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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Nova logística do Cartão Uniforme Escolar amplia retirada nas agências – Secretaria de Estado de Educação


Entrega passa a ser feita diretamente no BRB; cartões remanescentes começam a ser retirados no dia 23

Por Bruno Grossi, Ascom/SEEDF

 

A subsecretária Fernanda Mateus reuniu-se com a equipe do Banco de Brasília (BRB) para definir a nova logística de entrega do Cartão Uniforme Escolar. | Foto: André Amendoeira.

 

A Secretaria de Educação do Distrito Federal definiu uma nova estratégia para a entrega do Cartão Uniforme Escolar, com o objetivo de agilizar o atendimento e facilitar o acesso das famílias ao benefício. A partir da próxima segunda-feira (23), os responsáveis pelos estudantes poderão retirar os cartões diretamente nas agências do Banco de Brasília (BRB).

 

A mudança foi definida em reunião realizada nesta sexta-feira (20) entre a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a equipe do banco. Segundo a gestora, a nova logística amplia o acesso ao serviço e reduz o tempo de espera, permitindo que a retirada seja feita em unidades próximas à residência ou ao local de trabalho dos responsáveis. “Ao todo, 27 agências do BRB, distribuídas em todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino, estarão disponíveis para a entrega dos cartões”, destaca.

 

Retirada dos cartões remanescentes

 

Os responsáveis que já foram convocados e ainda não retiraram o cartão podem consultar, a partir de agora, o site do programa para verificar em qual agência o benefício estará disponível. A retirada começa na segunda-feira (23), e os cartões já contam com saldo liberado para a compra dos uniformes.

 

Durante o encontro, também foram definidos os últimos ajustes para o pagamento do terceiro lote, que deve contemplar mais de 8 mil responsáveis. Desse total, cerca de 5 mil já possuem o cartão e aguardam apenas a liberação do crédito. Os demais serão emitidos até 9 de março. A consulta do local de retirada desse lote estará disponível a partir de 26 de fevereiro, com saque liberado em 9 de março.

 

Os remanescentes do terceiro lote e o quarto lote, destinado aos estudantes que ingressaram na rede pública em 2026, serão divulgados após a primeira quinzena de março. A previsão é que o programa siga ativo até atender todos os alunos regularmente matriculados.

 

O Cartão Uniforme Escolar garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição. 

 

Benefício substitui entrega direta de uniformes

 

Instituído por lei como política de permanência escolar, o Cartão Uniforme Escolar substituiu o antigo modelo de distribuição direta das peças. A iniciativa garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição.

 

O valor disponibilizado corresponde ao conjunto padrão de sete peças da rede pública, sendo três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça e um casaco.

 

A operacionalização do programa ocorre em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, responsável por credenciar e fiscalizar os estabelecimentos fornecedores, no âmbito das políticas sociais do Governo do Distrito Federal.

 

O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão. | Foto: Felipe Noronha, Ascom/SEEDF.

 

Uso responsável do benefício

 

Além da reunião com o BRB, a Suape também se reuniu com a equipe responsável pelo programa junto à Sedes, que fiscaliza o cumprimento do edital e notifica as malharias que não estejam em conformidade com os padrões estabelecidos.

 

O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão.

 

Em caso de dúvidas, pais e responsáveis devem procurar a unidade escolar ou os canais oficiais da Secretaria de Educação. O uso correto do benefício é essencial para assegurar que o programa continue atendendo quem realmente precisa.

 

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As ameaças escolares realmente predizem a violência estudantil?



A violência escolar é rara – mas temer disso não é. Todos os anos, milhares de estudantes fazem declarações que parecem ameaçadoras: comentários raivosos, comentários impulsivos, piadas sombrias ou expressões de angústia que despertam o alarme entre professores e administradores. A questão difícil para as escolas sempre foi a mesma: Quais ameaças são importantes e quais não?

Um grande novo estudo publicado no Diário de Avaliação de Ameaças e Gerenciamento pode fornecer a resposta mais clara até agora. Usando mais de 14.000 casos de avaliação de ameaças de quase 1.700 escolas da Flórida, os pesquisadores Jordan Kerere, Dewey Cornell, Jennifer Maeng e Francis Huang examinaram o que realmente acontece depois um aluno é sinalizado por uma ameaça. As suas descobertas eliminam mitos comuns – e apoiam fortemente uma abordagem estruturada e baseada em evidências para a segurança escolar.

A maioria das ameaças não se transforma em ataques, mas algumas sim

A notícia tranquilizadora vem primeiro. Nesta amostra estadual, quase 9 em cada 10 avaliações de ameaças terminaram sem qualquer ataque violento. Esse resultado reflete estudos anteriores da Virgínia e da Flórida e confirma o que os defensores da avaliação de ameaças argumentam há muito tempo: a maioria das ameaças estudantis são expressões de emoçãonão intenção.

Mas a conclusão menos confortável é esta: cerca de 11% dos casos envolveram um ataque, geralmente uma luta física. Embora ferimentos graves fossem raros – apenas 0,4 por centot dos casos – a taxa geral de ataque não é trivial, especialmente quando multiplicada por milhares de escolas. O verdadeiro valor do estudo reside em explicar por que alguns casos aumentam, enquanto a maioria não.

A distinção crítica: ameaças transitórias versus ameaças substantivas

A avaliação de ameaças comportamentais baseia-se em uma ideia simples, mas poderosa: Nem toda ameaça reflete um perigo real. O Diretrizes Abrangentes de Avaliação de Ameaças Escolares (CSTAG), agora utilizado na maioria das escolas públicas dos EUA, exige que as equipes distingam entre:

  • Ameaças transitórias—declarações feitas em raivafrustração ou brincadeira, onde não há intenção real de prejudicar
  • Ameaças substanciais—declarações ou comportamentos que sugerem intenção sustentada ou intenções pouco claras, exigindo ação protetora

Esta distinção não é teórica uma vez que, de acordo com os dados disponíveis:

  • Menos de 10% das ameaças transitórias resultaram em um ataque
  • Cerca de um terço das ameaças substanciais ocorreram

Quando as escolas classificaram as ameaças como sério ou muito sério ameaças substanciais, as chances de um ataque aumentaram dramaticamente – em mais de dez vezes em comparação com casos sem ameaças.

Em termos práticos, isto significa que equipas escolares bem treinadas não fazem suposições. Eles estão identificando riscos reais com precisão significativa.

Quem tem maior probabilidade de estar envolvido em um ataque?

O estudo também examinou as características dos alunos associadas a maiores probabilidades de ataque após uma avaliação de ameaça. Vários fatores se destacaram, embora os efeitos tenham sido modestos:

  • Os estudantes do ensino médio eram mais propensos do que os estudantes mais jovens
  • Alunos com atendimento individualizado educação planos (IEPs) mostraram um risco ligeiramente maior
  • Os alunos que recebiam refeições gratuitas ou a preço reduzido tinham maior probabilidade de se envolverem
  • Os estudantes negros e hispânicos tinham probabilidades um pouco mais altas do que os estudantes brancos

Essas descobertas requerem uma interpretação cuidadosa. Eles não sugerem riscos inerentes ligados à raça ou ao estatuto socioeconómico. Em vez disso, reflectem provavelmente desigualdades mais amplas – diferenças na exposição a estresse, traumapráticas disciplinares e acesso a serviços de apoio.

A avaliação de ameaças não se trata de criação de perfil. Na verdade, um dos seus metas é reduzir a disciplina de exclusão desnecessária, substituindo as reações de tolerância zero por intervenções individualizadas.

Leituras essenciais para educação

A violência comunitária se espalha pelas escolas?

Uma questão não respondida em pesquisas anteriores era se as escolas do ensino médiocrime as comunidades enfrentam um perigo maior depois de uma ameaça ser feita.

Este estudo encontrou uma resposta diferenciada.

  • As taxas de crimes violentos na comunidade não previram se um aluno iria atacar
  • No entanto, os distritos com taxas mais elevadas de detenção por crimes violentos juvenis apresentaram uma taxa geral de ataques escolares ligeiramente mais elevada.é

Por outras palavras, o contexto comunitário é importante a nível sistêmico – mas não determina o comportamento de um aluno específico. Isso reforça a importância de focar avaliação individualnão suposições baseadas na vizinhança ou na origem.

O que isso significa para a segurança escolar

Várias conclusões são difíceis de ignorar:

  1. A avaliação de ameaças funciona, mas apenas quando feita corretamente. A distinção transitória/substantiva não é apenas um rótulo burocrático. É um indicador de risco validado que ajuda as escolas a alocar atenção onde é mais necessário.
  2. A reação exagerada é um perigo real. Retirar alunos da escola por ameaças não graves não melhora a segurança e pode piorar os resultados. Este estudo apoia intervenções sobre punição.
  3. Treinamento e recursos são importantes. As taxas de ataque variaram amplamente entre os distritos – de zero a quase metade dos casos – sugerindo diferenças na qualidade da implementação, no pessoal e nos sistemas de apoio.
  4. Lesões graves são raras, mas a prevenção ainda é importante. A ausência de tiroteios ou mortes nesta grande amostra é encorajadora. Também sugere que a identificação e intervenção precoces podem estar funcionando.

O resultado final

Ameaças escolares são comuns. Os ataques nas escolas não são – mas são previsíveis.

Este estudo mostra que as escolas podem identificar situações de maior risco com razoável precisão, intervir precocemente e evitar que a maioria das ameaças se transforme em violência. No futuro, o desafio não reside em inventar novos modelos, mas em garantir a implementação consistente, justa e adequada dos existentes.

A verdade incômoda é que nenhum sistema pode eliminar totalmente o risco. A verdade esperançosa é que a avaliação de ameaças baseada em evidências continua a ser uma das ferramentas mais fortes de que as escolas dispõem – não apenas para prevenir a violência, mas para manter os alunos ligados à escola, em vez de serem expulsos dela.



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Professores e diretores de escolas de SP embarcam para a Espanha em imersão internacional do programa Escola de Gestão



Professores e diretores de escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) participarão, entre os dias 21 e 28 de fevereiro, de um curso de aperfeiçoamento na Espanha. A viagem marca o módulo internacional da primeira edição do programa Escola de Gestão, uma iniciativa da Seduc-SP em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV/DGPE).

O grupo, formado por 38 professores e diretores cursistas com alto desempenho acadêmico e 10 diretores mediadores, participará de uma imersão em práticas de gestão escolar europeias. A viagem é um reconhecimento por desempenho acadêmico e dedicação à formação, que alcançou 15 mil gestores das escolas estaduais paulistas, nas 91 Unidades Regionais de Ensino (UREs). 

“O módulo foi pensado como uma experiência formativa especial, que amplia horizontes e inspira novas práticas”, informa a subsecretária da Efape (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação do Estado de São Paulo), Daniela Tessele. Durante a semana em solo espanhol, os educadores terão contato com soluções inovadoras para os desafios da educação pública, visando a ampliação de repertório para aplicação direta nas escolas paulistas.

Os profissionais que viajam para a Espanha na próxima semana são da capital e das Unidades Regionais de Ensino de Americana, Araçatuba, Barretos, Bauru, Campinas Leste, Capivari, Caraguatatuba, Carapicuíba, Itapevi, Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Itararé, Jaú, Limeira, Lins, Lins, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Ourinhos, Ourinhos, Penápolis, Penápolis, Piraju, Presidente Prudente, Registro, Registro, Registro, Santos, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, Sorocaba, Sumaré e Tupã.

Escola de Gestão

A Educação de SP criou no ano passado e de forma inédita, o programa Escola de Gestão. No primeiro ano de programa, 15 mil gestores estavam matriculados no curso de formação criado pela Efape, em parceria com a FGV. A proposta da Escola de Gestão é diagnosticar problemas, propor soluções e implementar melhorias que promovam uma gestão eficiente, colaborativa e que resulte em aumento dos indicadores educacionais de cada escola.

A formação é baseada no método de estudo de caso — adaptado do modelo criado pela Universidade de Harvard para a realidade das escolas públicas paulistas—, com aulas online e avaliações realizadas e entregues após as aulas. 

Resultado do curso na prática e malas prontas

Um dos selecionados para a imersão é Cristiano Barducci, coordenador de gestão pedagógica geral (CGPG) da Escola Estadual Professora Rosemary de Mello Moreira Pereira, localizada em Sorocaba, no interior paulista. Para ele, o programa Escola de Gestão foi a resposta para um desafio incômodo: os índices estagnados da sua unidade escolar.

“O que me motivou a participar do curso foi o fato de o índice da escola no Saresp 2024 ter permanecido estagnado. Identifiquei a necessidade de buscar novos conhecimentos para promover a melhoria dos resultados em 2025”, explica o coordenador.

A aplicação prática dos estudos de caso tratadas no curso, inspirada em  método da Universidade de Harvard, trouxe mudanças para a escola, segundo Barducci. Após verificar que o percentual de acertos da escola na Prova Paulista no bimestre era inferior a 50%, o coordenador compartilhou o aprendizado do curso para a implantação de devolutivas e capacitação de professores nas chamadas metodologias ativas. 

“Por meio do feedback formativo, promovemos atendimentos individuais, orientando e acompanhando os docentes conforme suas necessidades. Além disso, os professores com maior domínio dessas práticas foram convidados a apoiar aqueles que apresentavam mais dificuldades. Como resultado dessas ações, o índice de acertos na Prova Paulista foi elevado para 60,6% no segundo bimestre e, no terceiro bimestre, alcançou 65%, demonstrando avanços significativos na aprendizagem dos estudantes”, comenta o professor de Sorocaba.

O coordenador diz que a seleção para a viagem para a Espanha coroa um ano de dedicação. “Receber a notícia de que fui premiado com a viagem à Espanha por meio da Escola de Gestão foi extremamente gratificante. O reconhecimento representa o resultado de uma dedicação constante ao longo do ano de 2025, em um curso exigente e desafiador, que demandou comprometimento, estudo e envolvimento contínuo.”

Confira a lista de professores e a lista de diretores multiplicadores contemplados com a imersão na Espanha.





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Morre mulher que estava em acidente de asa-delta no Rio de Janeiro


A estadunidense Jenny Rodrigues, que estava na asa-delta que caiu no mar neste sábado (21), na Praia de São Conrado (RJ), não resistiu aos traumas e morreu, segundo informações do Hospital Miguel Couto.

A turista foi levada em estado gravíssimo para o pronto-socorro, onde veio a óbito.

O piloto e dono do equipamento, que voava junto com Jenny, morreu no local.

Segundo divulgado pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, a corporação foi acionada na manhã deste sábado e seguiu para São Conrado para fazer o salvamento com o apoio de aeronaves, motos-aquáticas e ambulância.

O acidente foi registrado na 15ª DP (Gávea) e a perícia investiga os motivos da queda.

 



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Queda de asa delta mata homem e fere mulher no Rio


Um homem morreu e uma mulher está gravemente ferida após queda de asa delta na praia de São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro.

Socorrido na praia, o homem não resistiu ao acidente. A mulher foi encaminhada ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea.

O Corpo de Bombeiros Militar não identificou as vítimas, nem deu informações sobre nomes, profissão e idades. Segundo a imprensa local, trata-se de um instrutor de asa delta e uma turista estadunidense.

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 11h18 deste sábado para prestar socorro às duas pessoas. O auxílio foi prestado pelas delegacias da guarnição marítima de São Conrado e de Copacabana.

Perícia policial está no local analisando o acidente.




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Incêndio em comunidade da Brasilândia deixa duas pessoas feridas em SP


Duas pessoas ficaram feridas após incêndio ter atingido uma comunidade na Brasilândia, zona norte da capital paulista, na noite de ontem (20). Segundo o Corpo de Bombeiros, que atendeu a ocorrência, uma das vítimas teve uma luxação na perna e foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A outra vítima era uma criança, que teve uma intoxicação considerada leve.

De acordo com os Bombeiros, pelo menos 40 moradias foram atingidas pelas chamas. A área queimada correspondeu a cerca de 700 metros quadrados.

O incêndio teve início por volta das 18h da noite de ontem (20) e ocorreu em uma comunidade localizada na Avenida Deputado Cantídio Sampaio. Segundo relatos preliminares, o fogo pode ter começado na casa de uma moradora que não estava no imóvel no momento do ocorrido.

O caso foi registrado no 72º Distrito Policial da Vila Penteado e as causas do incêndio estão sendo




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O local onde acariciamos um cachorro afeta nosso bem-estar?



Sabemos que acariciar um terapia cachorro é benéfico para o bem-estar humano, mas isso importa onde você acaricia um cachorro? Uma nova pesquisa que meu colega e eu conduzimos acaba de ser publicada na revista Interações Homem-Animais. No estudo, abordamos esta questão como um acompanhamento para um estudo prévio nosso mostrando que o toque entre humanos e cães contribui de maneira ideal para que os humanos se sintam melhor.

Dez cães de terapia com 100 cm de comprimento de CASCA de UBC Okanagan. programa de terapia canina participou deste estudo com os participantes do estudo (N = 198) designados aleatoriamente para acariciar a cabeça, a parte central ou a parte traseira de um cão de terapia, em um esforço para descobrir se acariciar diferentes partes do corpo do cão contribuía de forma diferente para o bem-estar humano. Os participantes acariciaram cães por 10 minutos e responderam a pesquisas antes e depois da interação.

No nosso primeiro estudo, descobrimos que o toque era fundamental para otimizar o bem-estar humano, mas não sabíamos se importava onde os cães eram acariciados. Previmos que o rosto do cão forneceria “informações” ou feedback adicionais aos participantes que poderiam ajudá-los a participar da interação, levando os participantes a colher maiores benefícios de bem-estar. Descobrimos que isso foi apoiado, mas apenas marginalmente. Acontece que realmente não importa onde você acaricia um cão de terapia; participantes em todas as três condições (cabeça, seção intermediária e extremidade traseira) relataram aumentos em seu bem-estar (por exemplo, felicidade, otimismoconexões com outras pessoas) e uma redução correspondente em seu mal-estar (por exemplo, menos estressesaudades de casa e solidão).

A conclusão aqui é que, se você tiver a sorte de ter a oportunidade de interagir com um cão de terapia no campus (ou em outro lugar), lembre-se de que realmente não importa se você abana a língua ou o rabo ou algo entre os dois – apenas certifique-se de acariciar o cão, especialmente se estiver procurando se sentir melhor.



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Desfile das campeãs celebra hoje o carnaval do Rio


Após três noites de disputa acirrada e arquibancadas tomadas por cerca de 100 mil pessoas a cada dia, segundo a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa), a avenida volta a brilhar neste sábado (21), em clima de celebração e despedida.

O tradicional Desfile das Campeãs reúne, na Marquês de Sapucaí, as seis primeiras colocadas do carnaval 2026 para uma apresentação sem caráter competitivo, mas com a mesma grandiosidade que marcou os dias  de folia oficial.

A festa começa às 21h e segue até a madrugada de domingo. Na ordem de apresentação, retornam à avenida: Estação Primeira de Mangueira, Imperatriz Leopoldinense, Acadêmicos do Salgueiro, Unidos de Vila Isabel, Beija-Flor de Nilópolis e, encerrando a noite, a grande campeã, Unidos do Viradouro.

Viradouro

A Viradouro conquistou o quarto título e a agremiação cruzou a Sapucaí na madrugada de terça-feira (17), levantando arquibancadas e camarotes. A escola emocionou o público ao homenagear o mestre de bateria: Ciça, um dos nomes mais respeitados do carnaval carioca deste ano.

Ciça é considerado o mestre de bateria mais antigo em atividade. Além da Viradouro, já comandou as baterias da Unidos da Tijuca, Grande Rio, União da Ilha e Estácio de Sá, onde iniciou a trajetória em 1988. Reconhecido pelas paradinhas precisas e pela cadência marcante, ele já liderou a bateria da Viradouro nos títulos de 2020 e 2024.

A cobertura completa sobre a conquista da escola está disponível na Agência Brasil.

Se no domingo, segunda e terça-feira as escolas entraram na avenida sob a tensão das notas, agora o clima é de reencontro. O Sábado das Campeãs simboliza a despedida oficial do carnaval e reafirma a força cultural das escolas de samba do Rio. Componentes, torcidas e público voltam à Sapucaí para celebrar o trabalho de um ano inteiro, desta vez sem julgamento.

Considerado um dos momentos mais aguardados do calendário carnavalesco, o desfile transforma novamente a avenida em palco de festa, com brilho, emoção e a certeza de que o espetáculo continua.

Desfile das campeãs

Desfile das Campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro
Sábado, 21 de fevereiro de 2026
A partir das 21h (até a madrugada de domingo)
Local: Sambódromo da Marquês de Sapucaí – Rio de Janeiro

Ordem dos desfiles:

  1. Mangueira
  2. Imperatriz Leopoldinense
  3. Salgueiro
  4. Vila Isabel
  5. Beija-Flor
  6. Viradouro (campeã)

Ingressos: esgotados, segundo a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro, sem previsão de novos lotes.
Transmissão: ao vivo pela TV aberta e plataformas digitais.



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Mega-Sena acumulada sorteia prêmio estimado em R$ 105 milhões


As seis dezenas do concurso 2.975 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 105 milhões.

Por se tratar de um concurso com final cinco, ele recebe um adicional das arrecadações dos cinco concursos anteriores.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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