Estudantes do CEPI Pedro Gomes lançam livro ‘O Mundo Dentro de mim’ – SEDUC


O sábado aberto à comunidade, da Secretaria de Estado da Educação de Goiás, com a participação da secretária Fátima Gavioli, foi marcado por um atendimento emocionante.

Estudantes do Colégio Estadual em Período Integral (CEPI) Pedro Gomes, responsáveis pela elaboração do livro ‘O Mundo Dentro de mim’, estiveram na agenda para apresentar o material produzido.

A gestora da unidade, Ludmyla Rayanne, explicou que o projeto nasceu em 2013, tem continuidade desde então e hoje já é um marco da escola e da comunidade da região de Campinas.

“Os estudantes trabalham gêneros na Língua Portuguesa e, ao mesmo tempo, desenvolvem algumas temáticas no Projeto de Vida, para despertar esse falar sobre si, sobre quem sou eu no mundo. Ao longo desse tempo, o texto traz um amadurecimento; os professores já sabem melhor como trabalhar, como chegar nos meninos. Cada ano é um ano. Se a gente comparar os textos de 2013 com os de hoje, vemos a diferença de gerações”, contou a gestora.

Os estudantes emocionaram a secretária de Educação ao relatarem as dores que os levaram a escrever poesias selecionadas para compor o livro. A aluna Amandha Rodrigues, da 2° série do Ensino Médio, destacou que o texto dela foi um ato afetivo.

“Eu fiz esse texto para homenagear a minha cachorra que morreu. Ela fez parte da minha infância como um todo e marcou a minha passagem. E a forma como eu senti esse livro foi uma relação de criança, porque eu sempre li e o meu sonho era escrever. Quando eu vi isso no papel, foi incrível”, comentou ela.

O estudante Pedro Henrique contou que a poesia que escreveu para o livro surgiu a partir de um momento pessoal que ele estava vivendo. “Eu fiz pensando em como vou ver esse texto futuramente, porque quero, lá na frente, olhar para ele e sentir gratidão e realização, sem esquecer de onde eu vim. Foi um momento que me ajudou a levantar, a sair do comum do meu dia a dia, mudar a minha rotina e trazer um pouco de melhora, porque eu estava passando por muita dificuldade”, ressaltou.

Já a estudante Letícia Ferreira enfatizou que os investimentos em uniformes e materiais escolares ajudaram muito sua família. “É porque a gente sempre teve que pagar o uniforme e o material, que não são baratos. Com a entrega do uniforme, do material e da bolsa, conseguimos evitar que nossos pais tenham gastos com coisas da escola. Para uma família simples como a nossa, isso é uma ajuda muito grande. Tanto o uniforme quanto o material ajudam muito a gente”, destacou.



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Escolas já podem responder à segunda fase do Censo Escolar 2025


As escolas de educação básica de todo o país, públicas e privadas, já podem fazer a declaração da segunda etapa do Censo Escolar 2025, que trata da situação dos alunos durante a primeira etapa da coleta da pesquisa.

Nessa etapa, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) incorpora as informações de rendimento, se aprovado ou reprovado, de cada estudante matriculado e previamente declarado e a possível movimentação dos estudantes como transferência, abandono ou óbito ao término do ano letivo de 2025.

Os gestores das escolas de educação básica devem preencher a declaração por meio do Sistema Educacenso até o dia 30 de março.

Censo Escolar

O Inep explica que o Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica. E a etapa de Declaração da Situação do Aluno é considerada essencial para o cálculo de indicadores educacionais, como as taxas de rendimento e de abandono escolar.

O governo federal também usa os dados para o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em conjunto com o desempenho no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

O Inep alerta que possíveis inconsistências na informação sobre rendimento dos estudantes (aprovação e reprovação) e sobre a movimentação (transferência e abandono) podem comprometer o resultado e distorcer a realidade da instituição e da rede de ensino.

Documentação

As informações declaradas na Situação do Aluno devem ter como referência a documentação existente na escola, tais como diários de classe, controle de frequência, fichas de matrícula, registros de transferência, históricos escolares, entre outros, garantindo, assim, a máxima confiabilidade no preenchimento do Censo Escolar.

A documentação pode ser solicitada a qualquer momento pelo Ministério da Educação (MEC), pelo Inep, pelo Ministério Público e/ou por órgãos de controle, acompanhamento e fiscalização.

A inclusão de informação inadequada, se comprovada omissão ou comissão, dolo ou culpa, está sujeita a processos administrativos, civis e penais, adeverte o Inep.

As escolas que iniciaram as atividades após a data de referência do Censo Escolar – escolas novas ou escolas que estavam paralisadas e retornaram ao funcionamento – devem, se houver, admitir os estudantes declarados em outras unidades na primeira etapa, mas que se matricularam posteriormente na nova unidade.

Cronograma da segunda etapa do Censo Escolar 2025:

  •       coleta: 19 de fevereiro a 30 de março;
  •       disponibilização de relatórios preliminares: 31 de março de 2026; e
  •       retificação: 31 de março a 14 de abril.

O Inep disponibiliza em seu site o material com instruções para o preenchimento da declaração ao Censo Escolar. O documento Caderno de conceitos e orientações da 2ª etapa do Censo Escolar 2025 | Situação do aluno está acessível no site do Inep.

Educação básica

A educação básica no Brasil é regulamentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Essa primeira etapa educacional visa a formação cidadã dos indivíduos brasileiros e compreende três etapas sequenciais e obrigatórias, dos 4 aos 17 anos de idade:

  •       educação infantil: creches e pré-escola, para crianças de 0 a 5 anos e 11 meses de idade, sendo obrigatória para aquelas de 4 e 5 anos;
  •       ensino fundamental I e II: duração de nove anos, com estudantes de 6 a 14 anos;
  •       ensino médio regular: duração mínima de três anos, com estudantes de 15 a 17 anos.

Há ainda os alunos das modalidades da EJA e de cursos da educação técnico-profissional.

Censo Escolar

Anualmente, o Censo Escolar da Educação Básica é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação Profissional e Tecnológica (EPT); e a educação especial inclusiva, voltada a estudantes com deficiência, estudantes autistas e com altas habilidades ou superdotação.



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Defesa Civil auxilia cidades fluminenses afetadas pelas fortes chuvas


Mais de 60 máquinas e equipes técnicas foram enviadas neste domingo (22), pelo governo fluminense, para apoio às cidades atingidas pelas últimas chuvas. Foram atendidos os municípios de Itaperuna, São Fidélis, Paty do Alferes, Santa Maria Madalena, São Sebastião do Alto, Cambuci, Itaocara, Barra Mansa, Bom Jardim, Nova Iguaçu e Mesquita. A mobilização objetiva reduzir riscos, recuperar áreas atingidas e minimizar os danos causados pela chuva que atingiu o estado nesse sábado (21).

Uma equipe também foi enviada para Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O município foi um dos mais atingidos e decretou situação de emergência. As frentes de trabalho estão voltadas para a desobstrução de acessos, retirada de entulhos, apoio à drenagem e recuperação de pontos impactados pelas chuvas, em articulação com as defesas civis municipais.

Nas últimas 24 horas, a Secretaria de Estado de Defesa Civil atendeu diversas ocorrências. Foram enviados alertas de chuvas intensas e inundações nas cidades de Nova Iguaçu, São Gonçalo, Petrópolis, Duque de Caxias, Belford Roxo, Niterói, Angra dos Reis, Nilópolis, São João de Meriti e Mesquita. Além disso, 18 sirenes foram acionadas nos municípios de Petrópolis, Duque de Caxias, São João de Meriti, Rio de Janeiro e Mangaratiba. Foram registradas 52 ocorrências relacionadas a chuvas, sem vítimas.

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio da Subsecretaria de Gestão do Sistema Único de Assistência Social, está monitorando a situação das cidades afetadas pelas fortes chuvas, mas ainda não houve solicitação formal de insumos por parte dos municípios, informou o órgão.

Riscos

Segundo o Centro Estadual de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden-RJ), áreas de instabilidade, associadas a uma convergência de umidade, manterão o tempo instável neste domingo. A previsão é de céu parcialmente nublado a nublado, com pancadas isoladas de chuva, com raios.

Permanece o risco hidrológico muito alto em Duque de Caxias e alto em Angra dos Reis, Nova Iguaçu, Mesquita, Belford Roxo, Nilópolis e São João de Meriti. Em termos de risco geológico, em razão dos elevados acumulados pluviométricos, permanecem as condições de risco alto nas cidades de Angra dos Reis, Nova Iguaçu, Belford Roxo e Mesquita.

Há risco moderado para Resende, Engenheiro Paulo de Frontin, Piraí, Mendes, Miguel Pereira, Paracambi, Seropédica, Itaguaí, Queimados, Japeri, Rio Claro, Magé, Cachoeiras de Macacu, Teresópolis, Nova Friburgo, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, Sapucaia, Carmo, Itaperuna, Natividade, Varre-Sai, Porciúncula, São João de Meriti e Nilópolis.




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Origens infantis de estados alterados em adultos



Qualquer pessoa que tenha passado algum tempo com crianças pequenas sabe que elas têm um jeito de dizer coisas que fazem você parar e reconsiderar o que você achou que entendeu. Muitos relatam experiências incomuns – momentos de “apenas saber”, de sentir-se fora de seus corpos ou de sentir uma profunda unidade com o mundo ao seu redor. Estas explicações sugerem uma forma de consciência que é relacional, pré-linguística e ainda não organizada em torno de um eu sólido e separado.

Pesquisa de Donna M. Thomas, da Universidade de Lancashire, que discuti em um postagem anterior do Psychology Todaydescobriram que crianças de 4 a 5 anos muitas vezes descrevem a consciência como algo holístico e infundido de amor – uma força conectiva que as liga à família, à natureza e até mesmo a um universo com propósito (Thomas & O’Riordan, 2024). Notavelmente, eles não equiparam a consciência a um “eu” individual. Aos 10 ou 11 anos, entretanto, isso muda. As crianças começam a definir a consciência como “eu-ismo” – uma presença interior distinta de papéis, relacionamentos ou pensamentos passageiros (Thomas, 2022).

Em um pré-impressão recenteDonna Thomas e eu nos unimos para explorar os paralelos impressionantes entre essas primeiras experiências excepcionais e a busca dos adultos por estados alterados de consciência (ASCs). Embora as crianças possam cair naturalmente em estados de autotranscendência ou sensibilidade extra-sensorial, os adultos muitas vezes dependem de “ferramentas de entrada” para revisitar territórios semelhantes –meditaçãooração, respiração, psicodélicos ou outras práticas de alteração da consciência.

Os ASCs podem surgir de várias maneiras. Fisiologicamente, podem ser desencadeadas por temperaturas extremas, altitude elevada, jejum, clímax sexualesportes intensos ou respiração controlada. Psicologicamente, eles emergem através da meditação, da música, hipnoseou privação sensorial. Farmacologicamente, eles podem acompanhar o uso de álcoolpsicodélicos ou outras drogas. Uma recente análise de agrupamento por Larry Fort e colegas (2025) identificou oito dimensões centrais de estados alterados: mudanças na percepção e na imagem, sentido corporal, auto-limite, significado místico, excitação, percepção do tempo, emoçãoe controle cognitivo. Em nosso jornalaplicamos essas dimensões derivadas de adultos aos relatórios infantis. Aqui, quero destacar dois em particular: autolimitação e senso de tempo.

1. Auto-limite: Na pesquisa de ASC para adultos, o abrandamento ou a dissolução da auto-limites– às vezes chamada de dissolução do ego ou perda do ego – refere-se a uma sensação de unidade com o mundo (Wittmann, 2018). As pessoas descrevem a fusão com a natureza, com outras pessoas ou com um todo maior. Experiências semelhantes são relatadas após a ingestão de psicodélicosem meditação profunda ou durante Flutuação-RESTonde os indivíduos flutuam em água salgada à temperatura corporal em condições de privação sensorial.

As crianças também descrevem o que poderíamos chamar de “eu transpessoal”. Eles falam de estar profundamente conectados com os outros, de compartilhar sentimentos ou pensamentos, ou de experimentar uma empatia tão intensa que parece uma fusão. Nos bebês, esse senso de identidade da luz limite pode ser especialmente visível na sintonia íntima entre o bebê e o bebê. cuidador. Em vez de um ego rígido e isolado, o eu da criança pode sentir-se permeável, extenso e fundamentalmente relacional (Thomas, 2023).

2. Sentido de tempo: Os escritores há muito tentam capturar o que acontece com o tempo em estados alterados. Aldous Huxley descreveu a mescalina como dissolvendo qualquer sentido que o tempo subjetivo possa ter. Walter Benjamin escreveu sobre o haxixe estendendo a duração temporal. Thomas De Quincey retratou o ópio como algo que prolonga enormemente a duração normal das horas (Wittmann, 2018).

A pesquisa moderna confirma que a distorção do tempo não se limita às drogas. Seja através da meditação, da corrida de resistência ou do descanso flutuante, as pessoas frequentemente relatam que o tempo fica mais lento, para ou entra em colapso total. Em estados de pico – muitas vezes acompanhados por uma suavização das fronteiras corporais e sentimentos de unidade – o passado e o futuro podem parecer desaparecer, deixando apenas um presente intensificado. Curiosamente, esta imersão no “agora” aproxima-se do modo de ser padrão de uma criança pequena.

Denúncias de crianças e adolescentes experiências de quase morte (EQMs) muitas vezes descrevem uma profunda atemporalidade (Thomas & O’Connor, 2023) – ecoando relatos de adultos sobre EQMs. Quando as crianças tentam traduzir experiências extraordinárias em palavras, a sua linguagem pode tornar-se surpreendentemente não linear. Eles são menos propensos a ancorar eventos com “antes”, “depois” ou “depois”. Em vez disso, as suas narrativas sugerem que os acontecimentos se desenrolaram fora da ordem cronológica normal (Thomas, 2022).

Leituras essenciais da consciência

Em nossa pré-impressãoreunimos duas tradições de pesquisa que raramente se cruzam: estudos de experiências excepcionais e transpessoais de crianças e ASCs de adultos. Usando as oito dimensões principais do ASC identificadas por Larry Fort e colegas (2025)encontramos sobreposições fenomenológicas convincentes. Os relatos das crianças sobre consciência expandida, dissolução de fronteiras e atemporalidade parecem surpreendentemente semelhantes às descrições adultas de estados alterados.

Por que isso importa? Experiências de atemporalidade e fronteiras dissolvidas podem ajudar a explicar relatos de fenômenos que parecem transcender os limites comuns do espaço e do tempo – como premonições ou momentos telepáticos. Subjetivamente, a consciência nesses estados não parece mais localizada no corpo ou confinada ao tempo linear. Em vez disso, pode parecer expansivo, até mesmo “não local”. Infelizmente, essas experiências podem ser mal interpretadas como problemas de saúde mental pelos profissionais.

Para ser claro, a ideia de consciência não local está fora do consenso científico dominante. No entanto, como descrição fenomenológica – como forma de captar a forma como estes estados são experienciados – oferece uma lente útil. Nesta perspectiva, a consciência não é sentida como selada dentro de um organismo individual, mas como parte de um campo de experiência mais amplo e interconectado (Thomas, 2023).

Quer interpretemos estes relatos metaforicamente ou metafisicamente, uma coisa é surpreendente: os estados alterados que muitos adultos trabalham arduamente para induzir podem partilhar raízes profundas com os modos naturais de consciência que caracterizam os primeiros anos de vida. infância.



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Naufrágio provocado por chuva forte deixa dois mortos em Ubatuba


O naufrágio de uma embarcação em Ubatuba, no Litoral Norte, durante as fortes chuvas registradas na noite deste sábado (21) deixou duas pessoas mortas. Outros três náufragos que estavam no barco foram resgatados com vida por tripulantes de outra embarcação que navegava na mesma área, próximo ao bairro de Ponta Grossa, de acordo com as informações do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar).

A chuva provocou ainda o alagamento de cerca de 400 casas na cidade, resultando em 15 famílias desabrigadas e 15 desalojadas. Três escolas ficaram alagadas: EMEI Professora Alba Regina Torraque da Silva e a Escola José de Souza Simeão, no bairro Taquaral; e a Escola Nativa Fernandes de Faria, no Sertão da Quina. Segundo a Defesa Civil o índice pluviométrico na cidade atingiu ao 151 milímetros (mm).

O trecho entre o quilômetro (Km) 80 e Km 84 da Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), na Serra de Ubatuba, foi interditado. Entre o Km 64 ao 69, acesso ao trecho de Serra em Ubatuba, há três pontos de interdição. O local foi sinalizado e o tráfego desviado para a SP-099 Rodovia dos Tamoios. As equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DRE) trabalham para liberar a rodovia.

Litoral Sul

Em Peruíbe a chuva chegou aos 97 mm acompanhada de vendaval, gerando enxurrada, alagamento, deslizamento de terra e solapamento de vias, com interdição temporária da Serra do Guaraú. Uma pessoa teve ferimentos leves e outra ficou desabrigada e foi levada ao abrigo da prefeitura.

Em Mongaguá a chuva intensa, com ventos fortes, provocou pontos de alagamento e quedas de árvores, mas não deixou vítimas, desalojados nem desabrigados.



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Lancha colide com píer e deixa seis mortos na divisa entre MG e SP


Seis pessoas morreram e nove ficaram feridas em um grave acidente envolvendo uma lancha, às margens do Rio Grande, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, na noite deste sábado (21), por volta das 23h30.

Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a embarcação, oriunda de Franca, no interior paulista, tinha 15 ocupantes e colidiu com a estrutura de um píer. O local do acidente fica na margem mineira do rio, no município Sacramento.

Dos nove sobreviventes, inicialmente socorridos por equipes da Defesa Civil, três foram hospitalizados em Rifânia (SP) e as os demais não tiveram ferimentos graves. Entre os mortos, estão três mulheres, dois homens e uma criança de 4 anos. As identidades não foram divulgadas.

O piloto da lancha, que morreu no acidente, não tinha habilitação na categoria Arrais-Amador, exigida para esse tipo de transporte náutico, informou o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.




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Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio vai a R$ 116 milhões


O sorteio dos seis números do concurso 2.975 foi realizado na noite deste sábado (21), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Ninguém acertou o prêmio da faixa principal e acumula em R$ 116 milhões.

As dezenas sorteadas foram as seguintes: 07 – 10 – 17 – 35 – 44 – 46.

A quina teve 106 apostas ganhadoras, cada uma vai pagar R$ 36.398,76. Já a quadra registrou 7.501 apostas vencedoras e cada acertador vai receber o prêmio de, R$ 847,85.

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O próximo concurso, o de número 2.976, é na terça-feira (24). As apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília, do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.




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Nova logística do Cartão Uniforme Escolar amplia retirada nas agências – Secretaria de Estado de Educação


Entrega passa a ser feita diretamente no BRB; cartões remanescentes começam a ser retirados no dia 23

Por Bruno Grossi, Ascom/SEEDF

 

A subsecretária Fernanda Mateus reuniu-se com a equipe do Banco de Brasília (BRB) para definir a nova logística de entrega do Cartão Uniforme Escolar. | Foto: André Amendoeira.

 

A Secretaria de Educação do Distrito Federal definiu uma nova estratégia para a entrega do Cartão Uniforme Escolar, com o objetivo de agilizar o atendimento e facilitar o acesso das famílias ao benefício. A partir da próxima segunda-feira (23), os responsáveis pelos estudantes poderão retirar os cartões diretamente nas agências do Banco de Brasília (BRB).

 

A mudança foi definida em reunião realizada nesta sexta-feira (20) entre a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a equipe do banco. Segundo a gestora, a nova logística amplia o acesso ao serviço e reduz o tempo de espera, permitindo que a retirada seja feita em unidades próximas à residência ou ao local de trabalho dos responsáveis. “Ao todo, 27 agências do BRB, distribuídas em todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino, estarão disponíveis para a entrega dos cartões”, destaca.

 

Retirada dos cartões remanescentes

 

Os responsáveis que já foram convocados e ainda não retiraram o cartão podem consultar, a partir de agora, o site do programa para verificar em qual agência o benefício estará disponível. A retirada começa na segunda-feira (23), e os cartões já contam com saldo liberado para a compra dos uniformes.

 

Durante o encontro, também foram definidos os últimos ajustes para o pagamento do terceiro lote, que deve contemplar mais de 8 mil responsáveis. Desse total, cerca de 5 mil já possuem o cartão e aguardam apenas a liberação do crédito. Os demais serão emitidos até 9 de março. A consulta do local de retirada desse lote estará disponível a partir de 26 de fevereiro, com saque liberado em 9 de março.

 

Os remanescentes do terceiro lote e o quarto lote, destinado aos estudantes que ingressaram na rede pública em 2026, serão divulgados após a primeira quinzena de março. A previsão é que o programa siga ativo até atender todos os alunos regularmente matriculados.

 

O Cartão Uniforme Escolar garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição. 

 

Benefício substitui entrega direta de uniformes

 

Instituído por lei como política de permanência escolar, o Cartão Uniforme Escolar substituiu o antigo modelo de distribuição direta das peças. A iniciativa garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição.

 

O valor disponibilizado corresponde ao conjunto padrão de sete peças da rede pública, sendo três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça e um casaco.

 

A operacionalização do programa ocorre em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, responsável por credenciar e fiscalizar os estabelecimentos fornecedores, no âmbito das políticas sociais do Governo do Distrito Federal.

 

O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão. | Foto: Felipe Noronha, Ascom/SEEDF.

 

Uso responsável do benefício

 

Além da reunião com o BRB, a Suape também se reuniu com a equipe responsável pelo programa junto à Sedes, que fiscaliza o cumprimento do edital e notifica as malharias que não estejam em conformidade com os padrões estabelecidos.

 

O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão.

 

Em caso de dúvidas, pais e responsáveis devem procurar a unidade escolar ou os canais oficiais da Secretaria de Educação. O uso correto do benefício é essencial para assegurar que o programa continue atendendo quem realmente precisa.

 

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As ameaças escolares realmente predizem a violência estudantil?



A violência escolar é rara – mas temer disso não é. Todos os anos, milhares de estudantes fazem declarações que parecem ameaçadoras: comentários raivosos, comentários impulsivos, piadas sombrias ou expressões de angústia que despertam o alarme entre professores e administradores. A questão difícil para as escolas sempre foi a mesma: Quais ameaças são importantes e quais não?

Um grande novo estudo publicado no Diário de Avaliação de Ameaças e Gerenciamento pode fornecer a resposta mais clara até agora. Usando mais de 14.000 casos de avaliação de ameaças de quase 1.700 escolas da Flórida, os pesquisadores Jordan Kerere, Dewey Cornell, Jennifer Maeng e Francis Huang examinaram o que realmente acontece depois um aluno é sinalizado por uma ameaça. As suas descobertas eliminam mitos comuns – e apoiam fortemente uma abordagem estruturada e baseada em evidências para a segurança escolar.

A maioria das ameaças não se transforma em ataques, mas algumas sim

A notícia tranquilizadora vem primeiro. Nesta amostra estadual, quase 9 em cada 10 avaliações de ameaças terminaram sem qualquer ataque violento. Esse resultado reflete estudos anteriores da Virgínia e da Flórida e confirma o que os defensores da avaliação de ameaças argumentam há muito tempo: a maioria das ameaças estudantis são expressões de emoçãonão intenção.

Mas a conclusão menos confortável é esta: cerca de 11% dos casos envolveram um ataque, geralmente uma luta física. Embora ferimentos graves fossem raros – apenas 0,4 por centot dos casos – a taxa geral de ataque não é trivial, especialmente quando multiplicada por milhares de escolas. O verdadeiro valor do estudo reside em explicar por que alguns casos aumentam, enquanto a maioria não.

A distinção crítica: ameaças transitórias versus ameaças substantivas

A avaliação de ameaças comportamentais baseia-se em uma ideia simples, mas poderosa: Nem toda ameaça reflete um perigo real. O Diretrizes Abrangentes de Avaliação de Ameaças Escolares (CSTAG), agora utilizado na maioria das escolas públicas dos EUA, exige que as equipes distingam entre:

  • Ameaças transitórias—declarações feitas em raivafrustração ou brincadeira, onde não há intenção real de prejudicar
  • Ameaças substanciais—declarações ou comportamentos que sugerem intenção sustentada ou intenções pouco claras, exigindo ação protetora

Esta distinção não é teórica uma vez que, de acordo com os dados disponíveis:

  • Menos de 10% das ameaças transitórias resultaram em um ataque
  • Cerca de um terço das ameaças substanciais ocorreram

Quando as escolas classificaram as ameaças como sério ou muito sério ameaças substanciais, as chances de um ataque aumentaram dramaticamente – em mais de dez vezes em comparação com casos sem ameaças.

Em termos práticos, isto significa que equipas escolares bem treinadas não fazem suposições. Eles estão identificando riscos reais com precisão significativa.

Quem tem maior probabilidade de estar envolvido em um ataque?

O estudo também examinou as características dos alunos associadas a maiores probabilidades de ataque após uma avaliação de ameaça. Vários fatores se destacaram, embora os efeitos tenham sido modestos:

  • Os estudantes do ensino médio eram mais propensos do que os estudantes mais jovens
  • Alunos com atendimento individualizado educação planos (IEPs) mostraram um risco ligeiramente maior
  • Os alunos que recebiam refeições gratuitas ou a preço reduzido tinham maior probabilidade de se envolverem
  • Os estudantes negros e hispânicos tinham probabilidades um pouco mais altas do que os estudantes brancos

Essas descobertas requerem uma interpretação cuidadosa. Eles não sugerem riscos inerentes ligados à raça ou ao estatuto socioeconómico. Em vez disso, reflectem provavelmente desigualdades mais amplas – diferenças na exposição a estresse, traumapráticas disciplinares e acesso a serviços de apoio.

A avaliação de ameaças não se trata de criação de perfil. Na verdade, um dos seus metas é reduzir a disciplina de exclusão desnecessária, substituindo as reações de tolerância zero por intervenções individualizadas.

Leituras essenciais para educação

A violência comunitária se espalha pelas escolas?

Uma questão não respondida em pesquisas anteriores era se as escolas do ensino médiocrime as comunidades enfrentam um perigo maior depois de uma ameaça ser feita.

Este estudo encontrou uma resposta diferenciada.

  • As taxas de crimes violentos na comunidade não previram se um aluno iria atacar
  • No entanto, os distritos com taxas mais elevadas de detenção por crimes violentos juvenis apresentaram uma taxa geral de ataques escolares ligeiramente mais elevada.é

Por outras palavras, o contexto comunitário é importante a nível sistêmico – mas não determina o comportamento de um aluno específico. Isso reforça a importância de focar avaliação individualnão suposições baseadas na vizinhança ou na origem.

O que isso significa para a segurança escolar

Várias conclusões são difíceis de ignorar:

  1. A avaliação de ameaças funciona, mas apenas quando feita corretamente. A distinção transitória/substantiva não é apenas um rótulo burocrático. É um indicador de risco validado que ajuda as escolas a alocar atenção onde é mais necessário.
  2. A reação exagerada é um perigo real. Retirar alunos da escola por ameaças não graves não melhora a segurança e pode piorar os resultados. Este estudo apoia intervenções sobre punição.
  3. Treinamento e recursos são importantes. As taxas de ataque variaram amplamente entre os distritos – de zero a quase metade dos casos – sugerindo diferenças na qualidade da implementação, no pessoal e nos sistemas de apoio.
  4. Lesões graves são raras, mas a prevenção ainda é importante. A ausência de tiroteios ou mortes nesta grande amostra é encorajadora. Também sugere que a identificação e intervenção precoces podem estar funcionando.

O resultado final

Ameaças escolares são comuns. Os ataques nas escolas não são – mas são previsíveis.

Este estudo mostra que as escolas podem identificar situações de maior risco com razoável precisão, intervir precocemente e evitar que a maioria das ameaças se transforme em violência. No futuro, o desafio não reside em inventar novos modelos, mas em garantir a implementação consistente, justa e adequada dos existentes.

A verdade incômoda é que nenhum sistema pode eliminar totalmente o risco. A verdade esperançosa é que a avaliação de ameaças baseada em evidências continua a ser uma das ferramentas mais fortes de que as escolas dispõem – não apenas para prevenir a violência, mas para manter os alunos ligados à escola, em vez de serem expulsos dela.



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Professores e diretores de escolas de SP embarcam para a Espanha em imersão internacional do programa Escola de Gestão



Professores e diretores de escolas da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) participarão, entre os dias 21 e 28 de fevereiro, de um curso de aperfeiçoamento na Espanha. A viagem marca o módulo internacional da primeira edição do programa Escola de Gestão, uma iniciativa da Seduc-SP em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV/DGPE).

O grupo, formado por 38 professores e diretores cursistas com alto desempenho acadêmico e 10 diretores mediadores, participará de uma imersão em práticas de gestão escolar europeias. A viagem é um reconhecimento por desempenho acadêmico e dedicação à formação, que alcançou 15 mil gestores das escolas estaduais paulistas, nas 91 Unidades Regionais de Ensino (UREs). 

“O módulo foi pensado como uma experiência formativa especial, que amplia horizontes e inspira novas práticas”, informa a subsecretária da Efape (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação do Estado de São Paulo), Daniela Tessele. Durante a semana em solo espanhol, os educadores terão contato com soluções inovadoras para os desafios da educação pública, visando a ampliação de repertório para aplicação direta nas escolas paulistas.

Os profissionais que viajam para a Espanha na próxima semana são da capital e das Unidades Regionais de Ensino de Americana, Araçatuba, Barretos, Bauru, Campinas Leste, Capivari, Caraguatatuba, Carapicuíba, Itapevi, Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Itararé, Jaú, Limeira, Lins, Lins, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Ourinhos, Ourinhos, Penápolis, Penápolis, Piraju, Presidente Prudente, Registro, Registro, Registro, Santos, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, Sorocaba, Sumaré e Tupã.

Escola de Gestão

A Educação de SP criou no ano passado e de forma inédita, o programa Escola de Gestão. No primeiro ano de programa, 15 mil gestores estavam matriculados no curso de formação criado pela Efape, em parceria com a FGV. A proposta da Escola de Gestão é diagnosticar problemas, propor soluções e implementar melhorias que promovam uma gestão eficiente, colaborativa e que resulte em aumento dos indicadores educacionais de cada escola.

A formação é baseada no método de estudo de caso — adaptado do modelo criado pela Universidade de Harvard para a realidade das escolas públicas paulistas—, com aulas online e avaliações realizadas e entregues após as aulas. 

Resultado do curso na prática e malas prontas

Um dos selecionados para a imersão é Cristiano Barducci, coordenador de gestão pedagógica geral (CGPG) da Escola Estadual Professora Rosemary de Mello Moreira Pereira, localizada em Sorocaba, no interior paulista. Para ele, o programa Escola de Gestão foi a resposta para um desafio incômodo: os índices estagnados da sua unidade escolar.

“O que me motivou a participar do curso foi o fato de o índice da escola no Saresp 2024 ter permanecido estagnado. Identifiquei a necessidade de buscar novos conhecimentos para promover a melhoria dos resultados em 2025”, explica o coordenador.

A aplicação prática dos estudos de caso tratadas no curso, inspirada em  método da Universidade de Harvard, trouxe mudanças para a escola, segundo Barducci. Após verificar que o percentual de acertos da escola na Prova Paulista no bimestre era inferior a 50%, o coordenador compartilhou o aprendizado do curso para a implantação de devolutivas e capacitação de professores nas chamadas metodologias ativas. 

“Por meio do feedback formativo, promovemos atendimentos individuais, orientando e acompanhando os docentes conforme suas necessidades. Além disso, os professores com maior domínio dessas práticas foram convidados a apoiar aqueles que apresentavam mais dificuldades. Como resultado dessas ações, o índice de acertos na Prova Paulista foi elevado para 60,6% no segundo bimestre e, no terceiro bimestre, alcançou 65%, demonstrando avanços significativos na aprendizagem dos estudantes”, comenta o professor de Sorocaba.

O coordenador diz que a seleção para a viagem para a Espanha coroa um ano de dedicação. “Receber a notícia de que fui premiado com a viagem à Espanha por meio da Escola de Gestão foi extremamente gratificante. O reconhecimento representa o resultado de uma dedicação constante ao longo do ano de 2025, em um curso exigente e desafiador, que demandou comprometimento, estudo e envolvimento contínuo.”

Confira a lista de professores e a lista de diretores multiplicadores contemplados com a imersão na Espanha.





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