Saiba a diferença entre fisiculturismo e halterofilismo – 17/06/2026 – Músculo


Embora compartilhem o ambiente da musculação, o fisiculturismo e o halterofilismo são esportes completamente diferentes. Enquanto o fisiculturista utiliza o peso e faz os exercícios a fim de aumentar o volume de sua massa muscular, o halterofilista tem como objetivo final a progressão de suas cargas.

No fisiculturismo, o que está em jogo é a estética do praticante. Nesse esporte, vence aquele que apresenta um equilíbrio maior entre tamanho, definição e simetria. Já no halterofilismo, o atleta que erguer o maior peso vence. Ou seja, ambos utilizam altas cargas dentro da academia, mas com objetivos diferentes.

Em ambas as modalidades, o Brasil conta com destaques internacionais, como por exemplo Ramon Rocha Queiroz, o Dino, que é o atual campeão do Olympia –competição mais importante do fisiculturismo mundial– na categoria Classic Physique, e Willian Brito Piovezan, o Bitelo, que ganhou destaque no último final de semana após tirar 400 kg do chão.

Enquanto um tem como finalidade da musculação a hipertrofia, o outro treina para aumentar sua força. Geralmente, treinos voltados para o levantamento de peso restringem-se a, no máximo, cinco repetições –número que, em grande parte dos casos, representa o piso das repetições no treino de um fisiculturista.

Halterofilismo, ‘powerlifting’ e ‘strongman’

Comumente confundidos por se tratarem de esportes em que a força é o principal fator, esses três termos têm diferenças notáveis. Enquanto o halterofilismo tem como objetivo testar a técnica explosiva e refere-se exclusivamente ao Levantamento de Peso Olímpico, também caracterizado pela sigla LPO, o “powerlifting” visa testar a força máxima e significa, em tradução livre para o português, “levantamento de peso básico”.

Na modalidade olímpica, há suas provas: o arranco e o arremesso. Já a prática mais comum é consistida em três exercícios: O levantamento terra, o agachamento livre e o supino.

O “strongman”, por sua vez, é como uma espécie de atletismo focado na força, onde os competidores realizam tarefas mais específicas, como por exemplo erguer pedras ou arremessar barris.


LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.



Fonte da Notícia




Receita atualiza manual da DeRE e libera acesso às APIs


A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS divulgaram a Minuta da versão 1.0.1 do Manual de Orientação ao Desenvolvedor da Declaração de Regimes Específicos (DeRE), documento que orienta a integração de sistemas ao novo ambiente criado no contexto da Reforma Tributária do consumo.

A atualização substitui a versão preliminar 1.0.0, publicada em 12 de junho de 2026, e traz ajustes voltados à melhoria da documentação técnica, além de uma novidade aguardada pelo mercado: a divulgação das URLs oficiais para acesso às APIs da DeRE no ambiente de Produção Restrita.

A medida representa um avanço importante para empresas de software, desenvolvedores e equipes de tecnologia que já estão se preparando para a implementação dos novos tributos criados pela reforma tributária.

Principal mudança é a divulgação das URLs das APIs

O destaque da nova versão do manual é a definição da URL base para acesso ao ambiente de Produção Restrita da DeRE.

Na versão anterior, a Receita Federal informava apenas que o endereço seria divulgado futuramente. Agora, a versão 1.0.1 apresenta oficialmente o ambiente que será utilizado para testes e integração dos sistemas.

Com a divulgação das URLs, os desenvolvedores passam a ter condições efetivas de iniciar a comunicação com os serviços disponibilizados pela administração tributária.

Segundo o documento, o acesso ao ambiente de Produção Restrita está disponível desde 15 de junho de 2026.

APIs da DeRE já podem ser acessadas em ambiente de testes

Além da URL principal, o manual também detalha os endereços específicos para autenticação, envio de informações e consulta de processamento.

Os serviços disponibilizados incluem:

  1. obtenção de token de autenticação por meio do Receita Integra;
  2. transmissão de lotes da DeRE;
  3. consulta do resultado do processamento dos lotes enviados.

A divulgação dessas informações era considerada uma etapa fundamental para que fornecedores de software fiscal, ERPs e plataformas tributárias pudessem avançar nos testes de integração.

O que é a DeRE?

A Declaração de Regimes Específicos (DeRE) integra a nova estrutura operacional criada para viabilizar a administração da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), tributos instituídos pela Reforma Tributária.

A obrigação será utilizada para registrar informações relacionadas a operações submetidas a regimes tributários específicos previstos na legislação do novo sistema de tributação sobre o consumo.

Por isso, sua implementação exige a criação de mecanismos de comunicação eletrônica entre contribuintes, desenvolvedores de software e a administração tributária.

Atualização busca dar mais clareza operacional

Embora a versão 1.0.1 não apresente mudanças estruturais nas regras de negócio já divulgadas anteriormente, o documento incorpora ajustes voltados ao esclarecimento de procedimentos técnicos e à consolidação de informações necessárias para o desenvolvimento das integrações.

A expectativa é que novas versões do manual continuem sendo publicadas à medida que o projeto evolui e novas funcionalidades sejam disponibilizadas.

Preparação para a Reforma Tributária avança

A divulgação das APIs da DeRE ocorre em um momento de intensificação dos trabalhos técnicos relacionados à implementação da Reforma Tributária.

Nos últimos meses, a Receita Federal tem ampliado a publicação de manuais, notas técnicas e ambientes de testes voltados à CBS, ao split payment, ao cadastro de operações e às futuras obrigações acessórias do novo sistema.

Para empresas e escritórios contábeis, a recomendação é acompanhar de perto as atualizações dos manuais e orientar os fornecedores de sistemas sobre a necessidade de adaptação às novas exigências tecnológicas.

O que muda na prática para as empresas?

Neste momento, a atualização impacta principalmente:

  1. desenvolvedores de softwares fiscais;
  2. fornecedores de ERP;
  3. equipes de tecnologia tributária;
  4. consultorias especializadas em Reforma Tributária;
  5. empresas que já iniciaram projetos de adequação aos novos tributos.

Com a disponibilização das URLs oficiais, os testes de integração podem ser iniciados de forma efetiva, permitindo que os sistemas sejam preparados com antecedência para as futuras exigências da CBS e do IBS.

A expectativa é que novas especificações técnicas sejam divulgadas nos próximos meses, à medida que a regulamentação operacional da Reforma Tributária avance.





Source link




Projeto que ajusta Simples Nacional e MEI pode avançar em julho


O relator do projeto que atualiza o teto de faturamento do microempreendedor individual (MEI), deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), pretende apresentar seu parecer sobre o tema na primeira quinzena de julho, antes do recesso parlamentar. A intenção é construir um texto de consenso com o governo para viabilizar a aprovação da proposta na Câmara dos Deputados.

A principal mudança em análise é a elevação do limite anual do MEI, atualmente em R$ 81 mil. O parecer deve propor que o teto passe para R$ 132 mil a partir de 2027. Também está em discussão a ampliação dos limites do Simples Nacional, com aumento do faturamento permitido para micro e pequenas empresas.

Segundo Goetten, não seria adequado corrigir apenas o teto dos MEIs sem rever as faixas do Simples. O relator avalia que uma mudança isolada poderia estimular empresas enquadradas em faixas superiores a migrarem para o regime de microempreendedor individual, pagando menos tributos.

A proposta em estudo prevê elevar o limite das empresas de pequeno porte de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões por ano. Também há possibilidade de reajustar as demais faixas do Simples, incluindo a primeira, hoje limitada a R$ 180 mil.

O relator defende que os valores atuais estão defasados pela inflação e que a atualização não deve ser tratada como renúncia fiscal. Para ele, a medida apenas recompõe limites que ficaram congelados por vários anos.

A equipe econômica, no entanto, resiste a uma ampliação mais ampla. O Ministério da Fazenda trabalha com uma alternativa de aumento gradual do teto do MEI, chegando a R$ 100 mil em 2027 e R$ 120 mil em 2028. O governo argumenta que limites maiores podem reduzir a arrecadação e aumentar o impacto sobre a Previdência.

Goetten deve se reunir com representantes do governo e consultores da Câmara para ajustar o texto. O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Pereira, também participa das conversas.

A atualização do teto do MEI foi incluída nas negociações entre governo e Câmara como parte de um acordo político envolvendo outras pautas em tramitação no Congresso. Apesar do apoio de entidades empresariais, a proposta ainda dependerá de negociação para equilibrar a demanda dos pequenos negócios com as preocupações fiscais do governo.





Source link




Copa: Como Cristiano Ronaldo se tornou bilionário – 17/06/2026 – Esporte


Quando Cristiano Ronaldo entrar em campo nesta quarta-feira (17), na estreia de Portugal, contra a República Democrática do Congo, na Copa do Mundo 2026, ele alcançará mais um marco em uma carreira repleta de recordes.

Vestindo a camisa da seleção portuguesa, ele disputará seu sexto Mundial e passará a dividir com o argentino Lionel Messi e o mexicano Guillermo Ochoa o posto de jogador com mais participações em Copas do Mundo.

Mas esse não é o único feito recente do português. No ano passado, Cristiano Ronaldo também atingiu uma marca inédita para um jogador de futebol: tornou-se bilionário. Segundo estimativas do índice Bloomberg, seu patrimônio estimado é de US$ 1,4 bilhão.

Aos 41 anos, Ronaldo continua ativo no futebol profissional e segue sendo uma das figuras mais influentes do esporte no mundo. Sua trajetória financeira atingiu o auge após sua transferência para o Al-Nassr, da Arábia Saudita, em 2023, contrato que teria ultrapassado os 200 milhões de dólares anuais.

Mas, para entender como um garoto da Ilha da Madeira, em Portugal, chegou a esse patamar, é preciso voltar ao início: a uma infância marcada por dificuldades e a uma carreira construída com disciplina extrema e ambição incomum.

Infância sem presentes no Natal

Nascido em 1985 na Ilha da Madeira, território português no Oceano Atlântico, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro é o caçula de quatro irmãos.

Sua mãe, Dolores Aveiro, trabalhava como cozinheira e faxineira, enquanto o pai, Dinis Aveiro, era jardineiro municipal. Durante boa parte da vida, Dinis lutou contra a depressão e o alcoolismo.

Ronaldo cresceu em uma casa pequena, dividindo o quarto com os irmãos e vivendo uma infância marcada pela escassez. Em diferentes entrevistas, contou que ele e os irmãos chegavam a esperar do lado de fora de um McDonald’s da cidade na esperança de receber hambúrgueres que sobravam ao fim do expediente.

Anos depois, sua mãe revelaria que chegou a cogitar interromper a gravidez de Cristiano Ronaldo por acreditar que não teria condições financeiras de criar mais um filho.

O contato com o futebol veio cedo. Seu pai trabalhava meio período como roupeiro do Andorinha, um clube local onde Ronaldo começou a jogar aos sete anos. Seu talento logo chamou a atenção.

Em menos de um ano, conquistou seu primeiro prêmio individual em um campeonato infantil ao ser eleito o melhor jogador. Apesar da habilidade, ele tinha dificuldades para lidar com as emoções dentro de campo.

De acordo com sua mãe, Dolores, Ronaldo se irritava e chorava facilmente quando os colegas não lhe passavam a bola ou não jogavam do jeito que ele queria –o que fez com que ele ganhasse o apelido de “Chorão”.

Aos nove anos, o português deixou as competições infantis da ilha e foi transferido para o maior clube da Madeira, o Nacional. A transferência foi paga com 20 bolas e equipamentos para o time infantil.

Aos 12 anos, ele deu o passo que mudaria sua trajetória. Após ser aprovado em testes no Sporting, de Lisboa, mudou-se sozinho para a capital portuguesa. A distância da família e as provocações de colegas por causa do sotaque madeirense transformaram esse período em “um dos mais difíceis de sua juventude”, segundo o jogador.

Dois anos depois, Ronaldo foi expulso da escola após jogar uma cadeira em um professor. De acordo com seu relato, o docente havia feito um comentário sobre a pobreza de sua família. O episódio marcou o fim de sua vida escolar. Com o apoio da mãe, decidiu abandonar os estudos e se dedicar integralmente ao futebol.

Um ano depois, Ronaldo seria diagnosticado com um problema cardíaco que quase o tirou dos campos: seu coração batia de forma irregular e, mesmo em repouso, acelerava. Para salvar sua carreira, ele passou por uma cirurgia. Dias após o procedimento, já estava de volta aos treinos.

O episódio reforçou uma característica que marcaria toda a sua carreira: a disciplina quase obsessiva em relação ao futebol.

Obsessão e ascensão no futebol

Em 2002, aos 17 anos, Cristiano Ronaldo foi promovido das categorias de base para o time principal do Sporting. Seu talento rapidamente chamou atenção de clubes ingleses. O Liverpool e Arsenal tinham olheiros em Portugal assistindo aos jogos de Ronaldo toda semana.

Arsène Wenger, na época técnico do Arsenal, chegou a levar o jogador e a mãe dele para Londres, na tentativa de convencê-lo a acertar com o time da capital inglesa.

Mas não deu certo. Em agosto de 2003, o português assinou com o Manchester United com uma taxa de transferência de £12 milhões (o equivalente, na época, a cerca de R$ 56 milhões), o que o tornou o adolescente mais caro da história do futebol inglês.

A contratação veio uma semana após um amistoso entre Sporting e Manchester United, em que Ronaldo teve uma atuação tão impressionante que jogadores do United pediram a Alex Ferguson para contratá-lo.

O português fechou um contrato de cinco anos com o Manchester United, e um salário superior a £1,5 milhão (R$ 7 milhões no câmbio da época) por ano. Ali começava a transformação de Cristiano Ronaldo de uma promessa para estrela global.

Quando chegou ao Manchester United, Cristiano Ronaldo ainda estava longe da imagem física que o tornaria um dos atletas mais reconhecidos do planeta. Tinha acne, usava aparelho nos dentes e era visto como um jovem talentoso, mas ainda em formação.

Foi nesse período que começou a desenvolver a rotina de treinamento quase obsessiva que marcaria toda a sua carreira. Ele passou a treinar com o preparador físico do clube, que disse que nas primeiras semanas Ronaldo afirmou que queria se tornar “o melhor jogador do mundo”.

Seus colegas de time lembram que Ronaldo era o primeiro a chegar ao treino e o último a sair. Ele também nunca faltava aos treinos, mesmo quando surgia um imprevisto.

Em 2009, Ronaldo bateu uma Ferrari que dirigia para ir para o treino. O carro, que tinha apenas dois dias de uso, ficou completamente destruído, mas o jogador saiu ileso.

De acordo com relatos, ele abandonou a Ferrari no local e pegou uma carona porque precisava estar no treino dentro de uma hora, “não tinha tempo” para esperar.

Além de trabalhar os músculos, Ronaldo passou também a trabalhar a mente, deixando de ser facilmente provocado pelos adversários.

No Manchester, ele rapidamente se tornou o jogador mais dominante da Premier League. Na temporada 2007-2008, ele marcou 42 gols pelo Manchester United, ajudando o time a vencer a Premier League e a Champions League – a chamada “dobradinha europeia”.

Aos 23 anos, ganhou sua primeira Bola de Ouro, prêmio dado ao melhor jogador do mundo. Seu salário começou a refletir seu status: ele passou a ganhar mais de £6 milhões por ano (cerca de R$ 18 milhões), cerca de £120 mil (R$ 360 mil) por semana.

Nem todos ao seu redor, porém, testemunharam essa transformação. Seu pai morreu em 2005, vítima de uma doença hepática associada ao alcoolismo.

Durante esse período, Ronaldo encontrou apoio em Alex Ferguson, técnico do Manchester United, a quem se refere até hoje como um “pai no futebol”.

Em sua autobiografia, Ferguson escreveu que Cristiano Ronaldo foi o jogador mais talentoso que ele já treinou –superando todos os outros grandes atletas do Manchester United.

O auge no Real Madrid

Nesse ponto de sua carreira, o salário já não era a principal fonte de renda de Cristiano Ronaldo. Seus contratos de patrocínio cresciam rapidamente e começavam a rivalizar com os ganhos dentro de campo.

A Nike, por exemplo, passou a patrociná-lo em 2003, logo após sua chegada ao Manchester United. O primeiro acordo rendia algumas centenas de milhares de libras por ano, mas, seis anos depois, esse valor já havia saltado para cerca de £9 milhões anuais (R$ 25,6 milhões).

Ao mesmo tempo, Ronaldo acumulava contratos com marcas como Coca-Cola, Suzuki, os videogames da franquia Fifa, Xerox e uma fabricante de bebidas energéticas da Indonésia.

A valorização de sua imagem acompanhava a evolução dentro das quatro linhas e o atacante português começou a buscar um outro clube em que pudesse se destacar ainda mais.

Em 2009, após seis anos jogando no Manchester United, Cristiano Ronaldo foi vendido por € 93 milhões (R$ 236 milhões na época) ao Real Madrid. Na época, esse foi o valor de uma transferência recorde mundial. E o Real Madrid concordou em pagar a Ronaldo um salário de €11 milhões (R$ 28 milhões na época) por ano, segundo relatos.

Foi em Madri que Ronaldo atingiu o auge esportivo. Conquistou quatro Bolas de Ouro entre 2013 e 2017, tornou-se um dos maiores artilheiros da história do futebol e protagonizou uma das maiores rivalidades do esporte com o argentino Lionel Messi, então jogador do Barcelona.

Em 2016, foi considerado o atleta mais bem pago do mundo, de acordo com a Forbes. Seu contrato com o Real Madrid rendia aproximadamente €15 milhões anuais (R$ 52,6 milhões) entre salários e bônus, enquanto os acordos comerciais já eram estimados em cerca de € 30 milhões (R$ 105 milhões) por ano.

Além da Nike, patrocinadores como TAG Heuer, empresas de suplementos alimentares e plataformas de pôquer associavam suas marcas à imagem do português.

Foi nesse período que Cristiano Ronaldo percebeu que havia construído algo maior do que uma carreira esportiva. Seu nome havia se tornado uma marca global, capaz de gerar receitas muito além dos gramados e de abrir caminho para os negócios que expandiria nos anos seguintes.

CR7: a criação de uma empresa

Em 2013, Cristiano Ronaldo criou a própria marca, a CR7, que representa as iniciais de seu nome a camisa número 7.

O projeto começou de forma modesta, com cuecas masculinas vendidas a cerca de US$ 30 (R$ 70), mas rapidamente se expandiu para calçados, vestuário, perfumes e outros produtos licenciados. No mesmo ano, o português inaugurou um museu na ilha da Madeira dedicado à sua carreira e aos troféus conquistados.

Nos anos seguintes, a marca entrou em novos setores. Ronaldo investiu na hotelaria, em uma rede de academias, quase sempre por meio de parcerias e acordos de licenciamento.

Ao contrário de empresas tradicionais, grande parte do valor da marca CR7 depende diretamente da imagem pública do jogador. Quanto maior sua relevância global, maior também seu potencial de gerar vendas e atrair parceiros comerciais.

Mas foi no final de 2016 que Cristiano Ronaldo conseguiu uma ‘mina de ouro’ definitiva, quando assinou um contrato vitalício com a Nike. Antes dele, apenas Michael Jordan e LeBron James haviam recebido acordos semelhantes da empresa.

Embora os valores nunca tenham sido oficialmente divulgados, especialistas do mercado esportivo estimam que contratos desse tipo podem render mais de US$ 1 bilhão ao longo de uma vida.

A parceria também previa bônus por desempenho. Ronaldo recebeu premiações milionárias após conquistar a Bola de Ouro de 2016 e repetir o feito em 2017. Para a Nike, porém, o investimento fazia sentido: o português estava se transformando em um dos maiores fenômenos das redes sociais.

Em 2018, ele ultrapassou Selena Gomez e se tornou a pessoa mais seguida do planeta no Instagram – atualmente ele conta com 666 milhões de seguidores – ampliando ainda mais seu poder comercial. Ele também foi a primeira pessoa a atingir meio bilhão de seguidores na plataforma.

De volta ao Manchester United

Mas o acordo vitalício de Ronaldo com a Nike era estruturado por meio de um contrato específico de dez anos, que previa, entre outras condições, que o jogador continuasse atuando em um clube de primeira linha.

Em média, jogadores de futebol profissionais se aposentam por volta dos 35 anos. Com esse contrato, ele ainda tinha anos pela frente nos campos. Então, em 2018, aos 33 anos, ele deixou o Real Madrid e foi para a Juventus.

O clube italiano pagou €112 milhões pela negociação (R$ 500 milhões), a maior quantia já desembolsada por um jogador com mais de 30 anos. Seu novo contrato garantia ao português um salário anual em torno de € 30 milhões (R$ 134 milhões em câmbio da época).

O impacto econômico da contratação foi imediato. Em menos de 24 horas após o anúncio, a Juventus ganhou cerca de cinco milhões de novos seguidores nas redes sociais. Na primeira temporada de Ronaldo, a receita do clube aumentou em aproximadamente € 58 milhões (R$ 260 milhões) e as vendas de camisetas praticamente dobraram.

Dentro de campo, porém, a passagem pela Itália não atingiu as expectativas criadas.

Depois de três temporadas, Ronaldo retornou ao Manchester United, em 2021.O clube inglês pagou cerca de € 15 milhões (R$ 91 milhões) pela transferência, um valor muito inferior ao desembolsado pela Juventus três anos antes.

Aos 36 anos, Ronaldo ainda atuava em alto nível, mas já não dominava as partidas com a mesma frequência dos melhores anos de sua carreira. Ao mesmo tempo, os conflitos internos se intensificaram.

No fim de 2022, o português concedeu uma entrevista em que criticou publicamente o técnico Erik ten Hag, antigos companheiros e a direção do clube. Poucos dias depois, o Manchester United anunciou a rescisão de seu contrato, em mútuo acordo.

Em dezembro de 2022, na Copa do Mundo no Catar, Ronaldo já não era mais o jogador estrela. Pesquisas em jornais portugueses chegaram a pedir que o técnico da seleção o deixasse de fora.

Nos dois últimos jogos de Portugal, ele ficou no banco de reservas e saiu chorando do campo quando a seleção portuguesa foi eliminada.

Parecia o fim da carreira de Cristiano Ronaldo, mas a contratação mais lucrativa do jogador ainda estava por vir e o tornaria um bilionário.

O bilionário

Em 2023, aos 37 anos, Cristiano Ronaldo assinou um contrato avaliado em mais de US$ 200 milhões (R$ 991 milhões) por ano com o clube saudita Al Nasser e se mudou com a família para Riad, na Arábia Saudita.

O movimento foi parte de uma estratégia maior do país de atrair grandes nomes do esporte mundial, aumentando a visibilidade de sua liga – algo semelhante ao que os EUA fizeram com Lionel Messi – e ampliando sua influência internacional.

A contração foi criticada, já que a Arábia Saudita é acusada de violar diversos direitos humanos. Mas, isso não parece ter feito diferença para o jogador. Em 2025, ele estendeu esse contrato com o Al Nasser, que, segundo relatos, agora vale US$ 400 milhões (R$ 2,2 bilhões).

Ele também adquiriu uma participação de 15% no clube, o que o tornou o primeiro bilionário do futebol com uma fortuna estimada de US$ 1,4 bilhões, segundo a Bloomberg.

Um pequeno grupo de atletas alcançou esse marca até hoje. Mas Cristiano Ronaldo se diferencia até mesmo dentro dessa elite por um motivo: a maior parte de sua fortuna foi construída com aquilo que ele fez em campo.

A maioria dos atletas bilionários acumulou riqueza principalmente por meio de patrocínios, participações em empresas ou investimentos. Michael Jordan, por exemplo, transformou sua parceria com a Nike no principal motor de sua fortuna.

No caso de Ronaldo, embora seus negócios e contratos publicitários sejam gigantescos, seu salário como jogador continua sendo a base de seu patrimônio.

Isso não significa que ele tenha ignorado o mundo dos negócios. O português recebe cerca de US$ 18 milhões (R$ 101 milhões) por ano da Nike, expandiu a rede de hotéis CR7 e investiu em uma cadeia de clínicas de transplante capilar. É um exemplo de como a fama construída no esporte pode ser convertida em marcas, empresas e novas fontes de renda.

Em algum momento, Ronaldo deixará os gramados. Esta deve, inclusive, ser sua última Copa do Mundo. Mas sua trajetória já oferece uma lição rara: a de um atleta que conseguiu transformar desempenho esportivo em um império financeiro global.

*Esta reportagem foi escrita com base no episódio “Cristiano Ronaldo: o primeiro jogador de futebol bilionário” do podcast Good Bad Billionaire, do Serviço Mundial da BBC.



Fonte da Notícia




Enem 2026: prazo para pagamento da taxa de inscrição termina hoje


O prazo para pagamento da taxa de inscrição do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) termina nesta quarta-feira (17).  

É bom lembrar que como houve prorrogação da inscrição, esse prazo também já foi prorrogado do último dia dez para esta quarta-feira.

O valor é o mesmo da última edição, R$ 85. O pagamento pode ser feito por boleto, por Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança, de acordo com as normas de atendimento da instituição financeira do pagador.

O boleto está disponível na página do participante: enem.inep.gov.br/participante.

Este ano as provas serão nos dias 8 e 15 de novembro.

O Enem é a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu, ProUni e do Fies.

Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam as notas do exame para selecionar estudantes. Os resultados individuais do Enem podem, ainda, ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep. 




Fonte GDF




Receita cria equipes para auditar créditos de PIS/Cofins e IPI


A Receita Federal publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (16), as Portarias Codar nº 316 e nº 319, que instituem e reorganizam equipes especializadas para auditar Pedidos de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declarações de Compensação (PER/DCOMP) relacionados a créditos de PIS/Pasep, Cofins e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As medidas já estão em vigor e alcançam PER/DCOMP previamente selecionados pela Receita Federal, inclusive aqueles cujos trabalhos de auditoria ainda não tenham sido iniciados ou concluídos. 

As novas equipes atuarão vinculadas à Delegacia da Receita Federal em Juiz de Fora (MG) e ficarão responsáveis pela auditoria dos PER/DCOMP selecionados, incluindo a emissão de despachos decisórios, a expedição de intimações e notificações, a realização dos lançamentos necessários à constituição de créditos tributários decorrentes das auditorias e a formalização de representação fiscal para fins penais, quando cabível. 

As portarias foram editadas com fundamento na Instrução Normativa RFB nº 2.055/2021 e na Portaria RFB nº 649/2026, que tratam dos procedimentos relacionados ao PER/DCOMP e à organização das atividades de auditoria no âmbito da Receita Federal.

Auditoria de créditos de PIS e Cofins será centralizada em equipe especializada

A Portaria Codar nº 316 determina que a Equipe de Gestão do Crédito Tributário e do Direito Creditório 2 (Eqrat2) passe a atuar sob a denominação de Equipe de Auditoria do Direito Creditório de PIS/Cofins (Eqaud PIS/Cofins).

A unidade ficará responsável pela auditoria dos PER/DCOMP relativos a créditos de PIS/Pasep e Cofins cujos números constam em planilha disponibilizada pela Receita Federal. A supervisão dos trabalhos ficará sob responsabilidade da chefia da equipe, vinculada à Delegacia da Receita Federal em Juiz de Fora, na 6ª Região Fiscal.

Além de auditar os PER/DCOMP selecionados e emitir os respectivos despachos decisórios, a Eqaud PIS/Cofins poderá expedir intimações e notificações, efetuar os lançamentos necessários à constituição de créditos tributários decorrentes das auditorias, formalizar representação fiscal para fins penais quando cabível, rever de ofício decisões proferidas pela própria equipe e assinar ofícios e demais expedientes relacionados aos procedimentos. 

A portaria também estabelece que as atividades serão desenvolvidas de forma concorrente com as Delegacias da Receita Federal ou Delegacias Especiais responsáveis pelo domicílio tributário dos contribuintes envolvidos.

Receita Federal seleciona 70 PER/DCOMP de IPI para auditoria específica

A Portaria Codar nº 319 criou uma equipe temporária destinada exclusivamente à análise de PER/DCOMP relacionados a créditos de IPI classificados pela Receita Federal como objeto de cessão irregular.

O grupo será composto por sete auditores-fiscais da Receita Federal e atuará sob a supervisão do auditor-fiscal Igor Direne Neves. Assim como a equipe responsável pelos créditos de PIS e Cofins, a unidade ficará vinculada à Delegacia da Receita Federal em Juiz de Fora (MG).

O Anexo Único da portaria relaciona 70 PER/DCOMP selecionados para auditoria. Os processos pertencem a contribuintes vinculados às 1ª, 7ª e 8ª Regiões Fiscais e abrangem pedidos protocolados em diferentes períodos.

Entre as atribuições da equipe estão a emissão de despachos decisórios, realização de procedimentos de fiscalização, expedição de intimações e notificações, constituição de créditos tributários decorrentes das auditorias e formalização de representação fiscal para fins penais, observadas as regras previstas na Portaria RFB nº 1.750/2018.

Auditorias também alcançam processos ainda pendentes de análise

As duas portarias determinam que as equipes poderão atuar em trabalhos de auditoria que ainda não tenham sido iniciados ou que não tenham sido concluídos até a data de publicação das normas. 

Com isso, os PER/DCOMP selecionados pela Receita Federal poderão ser analisados pelas equipes especializadas mesmo quando os trabalhos de auditoria ainda não tiverem sido iniciados ou estiverem em andamento. 

As atividades de execução e operacionalização das decisões continuarão sendo desempenhadas pelas Delegacias da Receita Federal, Delegacias Especiais ou equipes regionais especializadas com jurisdição sobre o domicílio tributário do contribuinte.

No caso da equipe criada para analisar créditos de IPI, a portaria estabelece que o grupo será dissolvido após a conclusão dos trabalhos de auditoria, momento em que a norma ficará tacitamente revogada.

O que a medida exige de empresas e profissionais da contabilidade

Embora as portarias não alterem as regras para utilização do PER/DCOMP nem criem novas obrigações acessórias, as normas reforçam a importância da consistência documental dos créditos informados pelos contribuintes.

Para empresas que possuem pedidos de restituição, ressarcimento ou compensação em tramitação, a seleção para auditoria pode resultar em solicitações adicionais de documentos e esclarecimentos, além da revisão da documentação que fundamenta a existência e a apuração dos créditos utilizados.

Nesse contexto, contadores e departamentos fiscais devem redobrar a atenção sobre a rastreabilidade dos créditos declarados, especialmente nos casos de PIS/Cofins e IPI, mantendo organizados documentos fiscais, memórias de cálculo, controles internos e demais elementos que comprovem a legitimidade dos valores informados ao Fisco.

Caso as auditorias identifiquem inconsistências, as equipes poderão constituir créditos tributários, promover a revisão de pedidos apresentados e adotar as medidas administrativas previstas na legislação tributária, incluindo a formalização de representação fiscal para fins penais quando houver previsão legal para essa providência.





Source link




Copa do Mundo: Saiba onde fica o Uzbequistão – 17/06/2026 – Esporte


O Uzbequistão, que enfrenta a Colômbia na Copa do Mundo nesta quarta-feira (17), às 23h, pelo grupo K, é um país pouco conhecido no Brasil.

Ele fica na Ásia Central, bem no meio do caminho entre a China, a Rússia, o Oriente Médio e o Mar Cáspio. Faz fronteira com outros países terminados em “istão” (Cazaquistão, Quirguistão, Tadjiquistão, Afeganistão e Turcomenistão). Sua capital é Tashkent.

O país tem cerca de 37,8 milhões de habitantes, segundo o Comitê Nacional de Estatísticas uzbeque. Sua língua oficial é o uzbeque, embora o russo também seja popular.

Até 1991, fazia parte da União Soviética. Muitos séculos antes, na Idade Média, a cidade de Samarcanda foi uma das mais ricas do mundo por ser um ponto importante da antiga Rota da Seda, que ligava a China à Europa. Até hoje, é um dos locais continuamente habitados mais antigos e um patrimônio da humanidade.

TRAJETÓRIA ATÉ A COPA

Tanto nas eliminatórias asiáticas para a Copa de 2006 quanto para a 2014, o Uzbequistão quase conquistou uma vaga para estrear em Mundiais, mas caiu de maneira dolorosa nas fases finais.

Nos últimos anos, o governo do país investiu em centros de treinamentos e de formação de atletas, um fato crucial para chegarem à sua primeira Copa do Mundo nesta edição.

Além da vaga na Copa, outro resultado desse investimento é o jovem zagueiro Abdukodir Khusanov, 22, do Manchester City, e o principal destaque da seleção.

A equipe é treinada pelo ex-zagueiro e campeão do mundo pela Itália em 2006 Fabio Cannavaro, e, segundo o Financial Times, é a equipe que atraiu o maior volume de apostas no Polymarket nesta Copa.

A equipe fará seu primeiro confronto em Copas com a Colômbia. Em seguida, encara Portugal de Cristiano Ronaldo e fecha a fase de grupos contra a República Democrática do Congo.



Fonte da Notícia




Goiás agora tem Pequi Bank! – Portal Goiás


Governo de Goiás lança Pequi BankGoverno de Goiás lança Pequi Bank
Plataforma reúne serviços financeiros, benefícios sociais e crédito produtivo em um único ambiente (Fotos: Junior Guimarães e Walter Folador)

O governador Daniel Vilela, acompanhado da coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Iara Vilela, lançou nesta terça-feira (16/06), em Goiânia, o Pequi Bank.

A plataforma, que tem com o objetivo atuar como vetor de desenvolvimento econômico para o Estado, reúne serviços financeiros, benefícios sociais, crédito produtivo e soluções digitais em um único ambiente.

A primeira etapa do projeto contempla cerca de 10 mil estudantes da rede estadual beneficiados pelo programa Bolsa Estudo.

Durante a solenidade, Daniel Vilela afirmou que a proposta é concentrar, gradualmente, os serviços financeiros do Estado na plataforma.

“Vamos oferecer serviços financeiros com segurança, inovação e tecnologia, criando um ambiente favorável ao empreendedorismo”.

“Goiás é o primeiro estado a ter sua própria plataforma de serviços financeiros”, destacou, ao ressaltar o potencial da iniciativa para ampliar o acesso ao crédito.

“É um projeto que chega para ficar. Outros estados já têm, inclusive, nos procurado para conhecer nosso projeto”, contou.

“Vamos oferecer financiamento subsidiado, com juros menores do que os praticados no mercado, permitindo que empreendedores tenham acesso a recursos em condições mais adequadas”.

“Isso fortalece o ambiente de negócios e atrai investimentos para Goiás”, afirmou o governador Daniel Vilela, que também enfatizou a segurança com os dados dos usuários.

“As pessoas podem ter a segurança de que a fiscalização, o controle dos dados e a gestão do sistema serão realizados pelo Governo de Goiás”, acrescentou.

Governo de Goiás lança Pequi Bank - Governador Daniel Vilela em coletiva de imprensa durante lançamento do Pequi BankGoverno de Goiás lança Pequi Bank - Governador Daniel Vilela em coletiva de imprensa durante lançamento do Pequi Bank
“Goiás é o primeiro estado a ter sua própria plataforma de serviços financeiros”, diz Daniel Vilela ao lançar Pequi Bank (Fotos: Junior Guimarães e Walter Folador)

A primeira-dama Iara Vilela destacou que o Pequi Bank representa uma nova forma de interação entre o Estado e a população.

“O governador entendeu que os melhores governos do mundo mostram que eficiência, inovação e compromisso social podem caminhar juntos. Governar bem é facilitar a vida das pessoas”, afirmou Yara Vilela.

“Quando o estudante recebe seu benefício com praticidade e segurança, ou quando o empreendedor encontra soluções financeiras em um ambiente integrado, a gestão pública cumpre seu papel”, completou.

Pequi Bank

Gerido pela GoiásFomento em parceria com o Stark Bank, o Programa de Empreendedorismo, Qualificação e Integração de Soluções Financeiras – Pequi Bank foi desenvolvido para atender:

  • beneficiários de programas sociais;
  • clientes das linhas de crédito da GoiásFomento;
  • micro e pequenos empresários e demais usuários dos serviços oferecidos pela plataforma.

Para presidente da GoiásFomento, Rivael Aguiar, o projeto nasceu a partir de uma diretriz do Governo de Goiás voltada à ampliação das oportunidades econômicas.

“A escolha de vocês para inaugurar esse módulo não foi por acaso. O Pequi Bank nasce de uma determinação do governador Daniel Vilela de criar uma solução tecnológica voltada ao desenvolvimento do Estado”, disse.

Novos cartões

A secretária estadual da Educação, Helena Bezerra, afirmou que o lançamento da plataforma representa um avanço para os estudantes da rede estadual.

“Estamos recebendo um presente”, resumiu.

Beneficiária do Bolsa Estudo, a estudante Daniela Azevedo, do Colégio Estadual Polivalente Tributário Henrique Silva, em Goiânia, destacou a importância da iniciativa.

“É uma sensação muito boa poder guardar o próprio dinheiro e pensar no futuro, seja para fazer uma faculdade ou um curso técnico”, afirmou.

Governo de Goiás lança Pequi Bank - governador Daniel Vilela e alunos de colégio militarGoverno de Goiás lança Pequi Bank - governador Daniel Vilela e alunos de colégio militar
Primeira etapa do projeto Pequi Bank contempla cerca de 10 mil estudantes da rede estadual beneficiados pelo programa Bolsa Estudo (Fotos: Junior Guimarães e Walter Folador)

A implantação do Pequi Bank não exigiu aporte de recursos do Tesouro Estadual. A plataforma será autossuficiente e deverá gerar lucro.

Os resultados financeiros, após abatidos os custos com as despesas operacionais, serão divididos em partes iguais pela GoiásFomento e a empresa privada parceira Stark Bank, que foi selecionada por meio de chamamento público.

Representando a instituição parceira durante a solenidade, o CEO da Stark Infra, Felipe Facchini, destacou o alcance da iniciativa.

“O que mais chamou a atenção foi a capacidade e a visão do Governo de Goiás de compreender que este não é apenas mais um projeto, mas sim uma plataforma que reúne oportunidade, benefícios e, principalmente, inclusão financeira”, afirmou.

Próximas etapas

A implementação do Pequi Bank ocorrerá de forma gradual.

Além dos cartões pré-pagos e de crédito, a plataforma passará a oferecer:

  • linhas de crédito da GoiásFomento;
  • contas digitais para pessoas físicas e jurídicas;
  • crédito consignado;
  • crédito privado por meio de instituições parceiras.

O sistema também contará com soluções de meios de pagamento, incluindo maquininhas e antecipação de recebíveis, além de um marketplace integrado para acesso a serviços como:

  • seguro residencial;
  • títulos de capitalização;
  • comercialização de produtos.

Secretaria de Comunicação (Secom) – Governo de Goiás



Fonte




PM apreende mais de 30 balões em pouco mais de um mês no Rio


A Polícia Militar do Rio apreendeu 31 balões em várias cidades fluminenses, entre 7 de maio e 15 de junho deste ano. O período coincide com os festejos juninos, época historicamente associada ao aumento da soltura de balões.

As ações do Comando de Polícia Ambiental (CPAm) resultaram na detenção de envolvidos e na apreensão de materiais utilizados na fabricação e soltura dos balões, como maçarico, botijão de gás, estruturas metálicas para sustentação dos artefatos, além de explosivos e bandeiras de grande porte.

No acumulado do ano, entre 1º de janeiro e 15 de junho, foram apreendidos 42 balões em todo o estado, evidenciando a necessidade de ações contínuas de fiscalização e conscientização da população.

De acordo com o secretário de Polícia Militar, coronel Sylvio Guerra, a participação da sociedade é fundamental para prevenir acidentes e preservar vidas.

“É fundamental que a população compreenda que soltar balões é crime e pode colocar vidas em risco”, destacou. “A conscientização e a colaboração da sociedade, por meio de denúncias, são essenciais para proteger o meio ambiente e garantir a segurança de todos”, completou.

Crime ambiental

Com a chegada das festas juninas, a soltura ilegal de balões aumenta, prática que é proibida por lei. 

Os balões juninos, de ar quente, inflamáveis e não tripulados, quando caem podem provocar incêndios na vegetação, residências e na rede elétrica, principalmente com o tempo seco.

Outra ameaça é para a aviação civil. Muitas vezes, os radares não conseguem avistar os balões, por causa das condições meteorológicas, aumentando o risco de choque com aviões. 

Quem for flagrado fabricando, vendendo, transportando ou soltando balões pode ser punido com pena de um a três anos de reclusão. Além disso, pode ser multado em R$ 500 para cada balão apreendido.

 As denúncias podem ser feitas, de forma anônima, por meio do Disque-Balão (Linha Verde do Disque-Denúncia), pelo telefone 0300 253 1177, ou pelo site www.disquedenuncia.org.br/ green-line.



Fonte da Notícia




Antônia Soares traz a força da floresta ao Viva Maria


Oi, oi, gente amiga desse nosso programa!

Hoje o Viva Maria entra em campo na nossa Copa das Árvores recebendo, direto de Carlinda, no norte de Mato Grosso, a nossa craque da sustentabilidade, Antônia Soares de Brito Oliveira, liderança do PDS São Paulo, assentamento reconhecido como modelo por manter cerca de 70% da floresta amazônica em pé e promover o bem-viver por meio da agricultura familiar e dos sistemas agroflorestais.

E foi Antônia quem trouxe até os estúdios da Rádio Nacional da Amazônia um troféu que vale o hexa da sustentabilidade: um ouriço da castanheira, fruto da nossa majestosa Rainha da Floresta, cuidadosamente trabalhado e transformado em obra de arte pelas mãos de seu companheiro, José Severino.

Nesse presente tão especial, recebemos também a pedra do índio, o mel de abelhas de florada silvestre, a e um impecável crochê branco, que transformamos hoje em nossa bandeira da paz.

Seja muito bem-vinda, Antônia! Que alegria ter você aqui com a gente.




Fonte GDF