Instituições têm até 15 de junho para aderir ao Fies do 2º semestre


Instituições privadas de educação superior têm até as 23 horas e 59 minutos desta segunda-feira (15) para aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao segundo semestre de 2026.

O programa federal financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC).

Prioritariamente, o Fies beneficia estudantes que não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Adesão

Desde 8 de junho, a adesão pode ser feita exclusivamente pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta.  

As mantenedoras das faculdades privadas devem preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

Conforme o edital deste processo seletivo (nº 40/2026), o termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora da instituição de ensino.

Enamed

O edital desta segunda edição do Fies de 2026, prevê a aplicação de medidas cautelares para os cursos de graduação em medicina que tiveram resultados insuficientes no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

Entre as sanções, está a suspensão da possibilidade de celebrar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e em outros programas federais, como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

De acordo com listas publicadas em março no Diário Oficial da União, 99 cursos de medicina estão em situação de baixo desempenho no Enamed.

Os estudantes obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 – o que representa que menos de 60% dos estudantes concluintes nestas instituições apresentaram desempenho considerado adequado no Enamed.

Fies

Anualmente, o Fies faz dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.



Fonte da Notícias




Tabata Amaral pede sugestões a projeto contra a misoginia em debate em São Paulo – Notícias


12/06/2026 – 17:21  

Ettore Chiereguini/Câmara dos Deputados

Participantes de evento do programa Câmara pelo Brasil realizado em São Paulo

A coordenadora do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de criminalização da misoginia (PL 896/2023), deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou em São Paulo as mudanças já sugeridas para a proposta e pediu que as participantes do encontro continuem enviando sugestões. A parlamentar espera que o texto seja votado pela Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar de julho.

Tabata Amaral apresentou o projeto durante evento do programa Câmara pelo Brasil. No último dia 10, ela divulgou a versão que propõe para o texto aprovado pelo Senado. A versão final deverá ser entregue ao grupo de trabalho no próximo dia 16 para discussão e votação.

O texto aprovado pelo Senado equipara a misoginia ao racismo. Com isso, o crime passa a ser inafiançável e imprescritível. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de reclusão para crimes cometidos contra mulheres em razão do gênero.

Discursos de ódio
Uma das mudanças sugeridas por Tabata Amaral é a punição de grupos que disseminem ódio contra mulheres na internet.

“Uma das atualizações que estou propondo em relação ao projeto do Senado é olhar para a questão da monetização, da articulação em grupos de ódio em rede, mas também a questão da influência. Está muito claro para a gente que o ódio às mulheres é uma forma que muitos influenciadores encontraram de atrair a atenção para vender seus cursos. E isso é ainda mais grave”, disse.

Na versão apresentada pela deputada, quem induzir ou incitar a misoginia em ambiente virtual poderá receber pena de um a três anos de prisão, além de multa. Se houver intenção de obter vantagem econômica, a pena será aumentada. A proposta também prevê a suspensão da conta utilizada para cometer o crime.

Ettore Chiereguini / Câmara dos Deputados

Djamila Ribeiro elogiou construção coletiva da proposta que considera fundamental para proteção das mulheres

Mudança cultural
A procuradora do Ministério Público de São Paulo Fabíola Sucasa, que participou do debate, defendeu a criminalização da misoginia. Ela afirmou, porém, que a punição sozinha não resolve o problema e que a proposta deve contribuir para uma mudança cultural.

“A punição é necessária, mas não é a única solução, ela faz parte de um dos pilares de enfrentamento à violência contra as mulheres. Por isso, é muito importante que a consciência coletiva abrace a necessidade de repelir qualquer forma de discriminação e violência contra as mulheres”, afirmou.

A filósofa Djamila Ribeiro também afirmou que o ódio contra mulheres ainda está presente na sociedade brasileira. Segundo ela, o debate público ajuda a construir mecanismos de proteção e enfrentamento dessa realidade.

“Eu acho muito importante quando a população consegue participar dessas conversas, porque se constrói coletivamente um instrumento que é de fundamental importância para proteção das mulheres. A gente vive em um país, infelizmente, com muito ódio às mulheres que ousam sair desse lugar que é imposto pelo patriarcado”, disse.

 

 

 

Reportagem – Maria Neves
Edição – Geórgia Moraes



Fonte da Notícia




Brasileiros tentam driblar caos para ver estreia do Brasil – 13/06/2026 – Esporte


Foi estressante para Isabella Duarte, 33, planejar a ida ao jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo, neste sábado (13), contra Marrocos.

Gerente de produto, ela mora em Williamsburg, no Brooklyn, em Nova York, a cerca de 24 km do MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, palco da partida.

Apesar da distância relativamente curta, o deslocamento exigiu planejamento logístico. Diante da possibilidade de trânsito intenso e do alto custo do trem que liga Nova York a Nova Jersey, ela optou por um transporte privado.

Encontrou uma alternativa em um ônibus fretado, que custou US$ 20 (R$ 101) pelo trajeto de ida e volta, mas ainda assim precisou se organizar com antecedência. “Teve que envolver um certo planejamento”, disse à Folha.

A maior preocupação é a volta. Na ida, Isabella embarcará às 14h (hora local) e pretende chegar ao ponto de saída para o estádio cerca de 30 minutos antes, como recomendado pela organização. No retorno, porém, ela teme as aglomerações, já que a saída deve concentrar grande parte do público ao mesmo tempo.

“Não sei quão caótico vai ser o shuttle [ônibus fretado]. Na volta é first come, first served [por ordem de chegada], e ele só opera até três horas depois do jogo. Imagino todo mundo saindo ao mesmo tempo e tentando entrar nos ônibus.”

Ela também cita um fator adicional de pressão sobre a mobilidade na região, com a possibilidade de o New York Knicks confirmar a conquista da NBA na mesma noite.

Para quem optar pelo trem indicado pelos organizadores, a NJ Transit —responsável pelo transporte público em Nova Jersey e partes de Nova York e da Pensilvânia— fixou o preço do serviço em US$ 98 (R$ 496), um aumento expressivo em relação aos US$ 12,90 (R$ 65,29) cobrados normalmente.

O valor inicial chegou a US$ 150 (R$ 759), mas foi reduzido após intervenção de patrocinadores, ainda assim permanecendo mais de sete vezes acima da tarifa habitual.

“Foi estressante pensar no transporte quando anunciaram que o trem de Nova Jersey ia custar cerca de US$ 100 para ir e voltar”, lembra Isabella.

A governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, orientou a NJ Transit a não repassar custos a moradores ou contribuintes, concentrando as despesas nos torcedores da Copa.

A Fifa classificou os preços como “assustadores”, enquanto Sherrill questionou publicamente por que a entidade, que pode lucrar, segundo ela, até US$ 11 bilhões (R$ 55 bilhões) com o Mundial, não ajudaria a cobrir os custos do transporte público.

O transporte também foi motivo de preocupação para Paula Macaggi, 36, moradora de Manhattan. A podcaster, no entanto, optou pelo trem para evitar os congestionamentos previstos. “Achamos mais seguro e mais garantido para chegar no horário”, disse.

Ela afirma que costuma ir ao US Open de metrô sem dificuldades, mas vê a Copa como um desafio diferente. “A Copa é outra aventura.”

Ela e o namorado compraram passagens de trem para as 14h e planejam voltar logo após o jogo, para assistir à partida dos Knicks em um bar em Nova York.

Paula estima que a experiência completa custará cerca de US$ 1.600 (R$ 8.098) por pessoa, incluindo ingresso, transporte e alimentação. Para ela, contudo, o valor é secundário. “É um fim de semana muito especial. Estamos muito felizes por viver isso em Nova York. É algo histórico.”

A operação de transporte para os jogos no MetLife Stadium ocorre sob a sombra do fracasso logístico do Super Bowl XLVIII.

Autoridades de Nova Jersey, da NJ Transit e do comitê organizador trabalham para evitar a repetição das longas filas e congestionamentos registrados em 2014, quando milhares de torcedores enfrentaram dificuldades para chegar e sair do estádio.

Na ocasião, o evento foi promovido como o primeiro “Super Bowl do transporte de massa”, com forte restrição ao uso de carros e dependência de trens.

O sistema exigia deslocamento pela Penn Station, uma das principais estações de Nova York, até Secaucus Junction, com conexão para o MetLife.

O modelo gerou gargalos. Segundo reportagem do The Athletic, torcedores esperaram até uma hora dentro da estação antes do jogo, com relatos de calor, lotação e falta de ventilação.

Cerca de 28 mil pessoas usaram os trens da NJ Transit. Após a partida, a estação do MetLife ficou superlotada, e o público chegou a ser orientado a permanecer dentro do estádio.

Uma hora e meia após o fim do jogo, apenas 13 mil pessoas haviam deixado o complexo ferroviário. O sistema passou a ser tratado como um dos maiores fracassos operacionais do transporte esportivo recente nos Estados Unidos.

Para evitar novo colapso, o plano de contingência prevê trens a cada sete minutos, novo corredor de ônibus e um terminal modular com capacidade para até 40 mil pessoas.

Em caso de falhas, há também 535 ônibus extras e duas balsas, além de estratégias para diluir o fluxo de saída, como áreas de permanência pós-jogo e o uso do shopping American Dream.

Mesmo para quem mora perto do estádio, o deslocamento também não deve ser simples. Moradora de Union City, a cerca de dez minutos do MetLife Stadium, Talita Rosa, 34, decidiu evitar tanto o transporte público quanto os estacionamentos oficiais. “Não queria pagar o absurdo cobrado no transporte público nem no estacionamento.”

Ela, que trabalha com gestão de programas, vai de carona até o shopping American Dream, ao lado do estádio, e de lá seguirá a pé até o jogo.

Mesmo conhecendo bem a região, admite preocupação. “Estou dando uma estudada. Meu planejamento é sair bem cedo, por volta das 14h ou 14h30.” A partida começa às 18h (19h de Brasília).

Talita esteve na Copa de 2014 no Brasil e compara a experiência com a facilidade de deslocamento daquela edição.

“Na abertura da Copa no Brasil foi super fácil. Peguei o trem na Luz e paramos na porta do estádio.”

Ela estima gastar cerca de US$ 1.800 (R$ 9.110) no total para assistir ao jogo e critica os preços praticados. “Uma fortuna. Roubo”, diz. “US$ 100 da Penn Station até o estádio é uma piada.”



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Quiz: as novas regras de arbitragem da Copa do Mundo – 13/06/2026 – Esporte


No final de fevereiro deste ano, a Ifab (órgão que regulamenta as leis do futebol) aprovou novas de regras de arbitragem para a Copa do Mundo de 2026.

A iniciativa, segundo a entidade, visa melhorar o ritmo das partidas e coibir a cera (quando jogadores tentam gastar tempo de jogo).

Entre as novidades, estão limites de tempo para cobranças de laterais e escanteios, para substituições e atendimento médico em campo.

Teste seus conhecimentos sobre as mudanças de arbitragem no quiz a seguir.



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Relator de proposta que atualiza o Simples Nacional defende medidas compensatórias pelo fim da escala 6×1 – Notícias


12/06/2026 – 17:35  

Ettore Chiereguini /Câmara dos Deputados

Deputado Jorge Goetten, relator da proposta que atualiza o Simples Nacional

O deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), relator da proposta que atualiza os limites de faturamento das empresas que estão no Simples Nacional, sugeriu a isenção de contribuição previdenciária patronal por dois anos para compensar empresas que precisarem contratar mais funcionários por causa do fim da escala 6×1.

O deputado participou de seminário em São Paulo promovido pela comissão especial que analisa a correção no Simples Nacional (PLP 108/21) e pelo programa Câmara pelo Brasil.

Várias entidades empresariais presentes pediram a correção imediata dos tetos de faturamento para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas do Simples, sem ajuste há dez anos. Eles lembraram que a Constituição determina um tratamento diferenciado para pequenas empresas e que, portanto, isso não poderia ser considerado renúncia fiscal.

Nesta semana, o Ministério da Fazenda informou que a correção dos limites do Simples custará R$ 50 bilhões por ano em perda de arrecadação. Mas Jorge Goetten discorda. “Não é correção, é atualização. Nós temos que mudar a nossa narrativa. Não tem impacto. Quem tem que fazer, se tem impacto, é a equipe econômica que faça. Porque no nosso entendimento não tem impacto, tem é justiça”, disse.

O deputado ressaltou que a proposta aprovada na Câmara que acaba com a escala de trabalho 6×1 (PEC 221/19) prevê medidas de mitigação dos impactos da mudança para os pequenos empresários. Segundo ele, a correção dos limites também pode ser enquadrada como uma dessas medidas, assim como a isenção da contribuição previdenciária. Outra reivindicação é a possibilidade de o MEI contratar mais de um empregado.

Uma das sugestões, segundo o deputado, é definir o reajuste automático dos limites pelo IPCA.

Novos limites
Já aprovado pelo Senado, o PLP 108/21 aumenta de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. Segundo o relator, a correção pelo IPCA indicaria hoje R$ 134 mil. Para as microempresas, sairia de R$ 360 mil para R$ 800 mil; e, para as pequenas empresas, de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões.

O deputado informou ainda que as conversas com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicam que a votação da proposta pode ocorrer na segunda semana de julho.

O secretário de Projetos Estratégicos de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, destacou que as empresas do Simples são consideradas bons contribuintes pela própria Receita. “Esse é um estudo que a Receita fez, mas que botou escondido na gaveta. E aqui mostra a pontualidade no recolhimento dos tributos e no acolhimento das normas”, disse.

Os empresários também pediram a correção do limite do microcrédito para os MEIs que estaria em R$ 21 mil desde 2019.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Roberto Seabra



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Dois caçadores são presos em flagrante no Parque Nacional da Tijuca


Fiscais do ICMBio, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, prenderam em flagrante, nesta semana, dois caçadores no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. Eles foram levados para a sede da Polícia Federal e autuados por crime ambiental, com emissão de multas que somam R$ 40 mil. Além disso, podem cumprir pena de até 3 anos de prisão.

Os criminosos também vão responder por maus tratos contra animais, já que sete cachorros de caça foram encontrados no veículo deles, junto ao corpo de uma paca, mamífero considerado de grande importância para a manutenção do ecossistema da unidade de conservação.

O chefe substituto do Parque Nacional da Tijuca e analista ambiental do ICMBio, Bruno Lintomen, explica que foram encontradas ainda várias ferramentas de caça no local, incluindo medicamentos para dopar os animais.

“Eles estavam com instrumentos profissionais de caça, equipamentos de apoio, como redes, facões, cordas, lanternas, roupas de camuflagem, medicamentos para dopar os animais”.

A ação ocorreu na noite de quarta-feira (10) e foi motivada por uma denúncia recebida pelo Fala.BR, plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação do poder executivo federal. Bruno Lintomen ressalta a importância desse mecanismo de comunicação.

“Graças à informação anônima que chegou pela plataforma Fala BR e pelo Disque Denúncia, ações recentes de fiscalização ambiental na região do Parque Nacional do Tijuca estão sendo realizadas com o envolvimento de diferentes órgãos e instituições. É fundamental que a sociedade se mobilize e faça denúncias sobre tráfico”.

Outra ação decorrente de denúncia pela plataforma nos últimos dias foi o resgate de uma fêmea de macaco-prego que estava presa por correntes em uma residência no bairro de Santa Teresa, na zona central do Rio de Janeiro. Os donos da casa não possuíam nenhuma autorização concedida por órgãos competentes para a posse do animal silvestre.

Denúncias sobre tráfico, maus-tratos, abuso ou mutilação de animais podem ser feitas na página falabr.cgu.gov.br e pelo Disque Denúncia do programa Linha Verde do Rio, no número (21) 2253-1177, que recebe ligações telefônicas ou WhatsApp.

 




Fonte GDF




Seleção adota munhequeira da NFL para jogadas ensaiadas – 13/06/2026 – Esporte


Imagens divulgadas pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) dos treinos da seleção brasileira nos Estados Unidos mostram os jogadores usando uma munhequeira, um acessório muito utilizado na NFL (National Football League), a grande liga do futebol americano.

Apesar de parecer um dispositivo eletrônico à primeira vista, a tradicional munhequeira usada por quarterbacks da NFL não possui tela nem qualquer recurso digital. Trata-se de um acessório de tecido preso ao antebraço que abriga pequenos cartões de papel plastificados com listas de jogadas, códigos e orientações táticas previamente definidas pela comissão técnica.

No vídeo da atividade realizada na última quinta-feira (11), no centro de treinamento do New York Red Bulls, em Morristown, os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães aparecem manipulando o acessório.

Foi possível observar a utilização da tecnologia só no vídeo da CBF porque os treinos da seleção vêm sendo realizados em ambiente muito restrito.

A imprensa só tem acesso aos 15 minutos iniciais, geralmente apenas de aquecimento. Momentos como os ensaios de bola parada são trabalhados com portas fechadas.

Segundo emissora esportiva americana ESPN, a munhequeira é usada na NFL pelos quarterbacks e, em alguns casos, por outros jogadores para consultar jogadas é chamada de “wrist coach” ou “playbook wristband”. Em português, costuma ser traduzida como “munhequeira de jogadas” ou “munhequeira com o livro de jogadas”.

Durante a partida de futebol americano, o treinador envia uma instrução pelo sistema de comunicação por rádio instalado no capacete do quarterback ou transmite apenas um número correspondente a uma jogada específica.

Em vez de memorizar centenas de chamadas complexas, o jogador consulta rapidamente a folha impressa na munhequeira para identificar a formação e a estratégia que devem ser executadas em campo.

O acessório pode ser utilizado livremente durante o jogo de futebol americano e costuma ser consultado entre uma jogada e outra, especialmente em situações de ataque acelerado, quando há pouco tempo para receber instruções.

Em reportagem do The Washington Post sobre o quarterback Aaron Rodgers, o jornal se refere ao acessório como uma “play-calling wristband”, explicando que ele serve para acelerar a comunicação das jogadas entre treinador e quarterback.

No futebol convencional, as munhequeiras táticas têm função mais limitada do que na NFL. Em vez de armazenar um repertório completo de jogadas, elas costumam trazer informações específicas em pequenos cartões de papel protegidos por plástico.

O uso mais comum é entre goleiros, que consultam dados sobre cobradores de pênaltis adversários, como tendências de chute e histórico recente.

Modelos semelhantes aos utilizados por jogadores são vendidos em plataformas como Amazon, Mercado Livre, Temu e Decathlon por preços que variam entre R$ 20 e R$ 98, dependendo do tamanho, dos materiais e do número de compartimentos para fichas e anotações.

Em uma das ofertas encontradas pela Folha, o produto é descrito como uma “pulseira tática de rúgbi e futebol americano” destinada a adolescentes e adultos. Segundo o anunciante, a munhequeira é confeccionada em PVC, couro e algodão resistentes à água e permite “acesso rápido às informações, garantindo que o jogador fique à frente em cada jogada”.



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beber álcool à noite pode prejudicar a sua saúde


Os tradicionais esquentas para assistir aos jogos da Copa costumam reunir amigos, petiscos e bebidas alcoólicas. Embora o consumo ocasional faça parte da rotina de muitas pessoas, especialistas alertam que o álcool pode causar impactos importantes no organismo, especialmente quando ingerido à noite.

Além dos efeitos conhecidos, como a ressaca e a desidratação, o álcool interfere na qualidade do sono, altera o metabolismo e pode favorecer o ganho de peso quando associado a hábitos alimentares inadequados.

De acordo com o hepatologista Rogério Alves, do Hospital Samaritano Higienópolis, em São Paulo, o metabolismo do álcool não muda necessariamente por ser noite. No entanto, a bebida pode comprometer a qualidade do descanso.

“O álcool pode até induzir o sono inicialmente, mas isso não significa que a pessoa terá um descanso reparador. Muitas vezes, o sono fica fragmentado e menos eficiente”, explica.

A nutricionista Thays Pomini, que atende em São Paulo, destaca que o problema vai além da sensação de cansaço no dia seguinte. Segundo ela, o organismo prioriza a eliminação do álcool e deixa em segundo plano processos importantes de recuperação.

Excesso favorece ganho de gordura e escolhas alimentares piores

Outro efeito comum do álcool é a alteração do comportamento alimentar. Isso acontece porque a bebida atua diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o autocontrole e aumentando a busca por alimentos altamente calóricos.

Segundo Thays, a combinação entre bebida alcoólica e petiscos típicos de confraternizações pode representar um desafio para a saúde metabólica.

“Sob efeito do álcool, a tendência é consumir mais alimentos gordurosos, salgados e ultraprocessados, muitas vezes sem perceber a quantidade ingerida”, ressalta.

Além disso, o álcool interrompe temporariamente a queima de gordura pelo organismo. Dessa forma, parte das calorias consumidas durante a noite tem maior chance de ser armazenada, especialmente na região abdominal.

Quando o álcool se torna um risco para o fígado

Embora uma noite de exageros não seja suficiente para provocar cirrose, o consumo frequente pode trazer consequências importantes para a saúde hepática.

Alves explica que episódios isolados costumam causar intoxicação aguda, mal-estar e, em casos mais graves, perda de consciência. Já os danos mais sérios aparecem com a repetição do hábito ao longo dos anos.

“O fígado tem capacidade de adaptação, mas o consumo contínuo de álcool favorece o acúmulo de gordura no órgão e pode levar à evolução de doenças hepáticas mais graves”, alerta.

Para quem pretende acompanhar os jogos com bebida alcoólica, os especialistas recomendam evitar o consumo em jejum, alternar álcool com água, fazer refeições equilibradas antes do evento e moderar a quantidade ingerida. Essas medidas ajudam a reduzir os impactos do álcool no organismo e tornam os esquentas mais seguros para a saúde.



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Copa do Mundo: Sem Itália, italianos torcem pelo Brasil – 13/06/2026 – Esporte


Ausente pela terceira Copa do Mundo consecutiva, a seleção italiana continua a deixar um vazio profundo entre os seus torcedores.

Segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (11) pelo instituto SWG, a maioria dos italianos vive o torneio com uma mistura de frustração, nostalgia e um certo distanciamento, ainda que muitos pretendam acompanhar a competição.

Segundo o levantamento, realizado online de 3 a 5 de junho com 800 entrevistados, 75% dos italianos declararam sentir-se “tristes e nostálgicos” pela ausência da Azzurra, nome pelo qual se conhece a seleção italiana, eliminada na final da repescagem europeia pela Bósnia e Herzegovina.

A terceira ausência consecutiva da tetracampeã mundial na principal competição confirma uma crise esportiva que ainda repercute no país.

Apesar do desalento, o futebol continua a exercer o seu poder de atração: 59% dos entrevistados afirmaram que acompanharão a Copa do Mundo, cuja edição atual é disputada no México, nos Estados Unidos e no Canadá.

Por outro lado, 19% declararam que não assistirão ao torneio sem a Itália, evidenciando um desapego significativo de parte da torcida.

Italianos torcerão por Ancelotti

Sem a sua seleção nacional, muitos italianos procuram novos motivos para se envolver com a competição.

Nesse cenário, o Brasil e a Espanha despontam como os favoritos: 17% dos entrevistados pretendem torcer pela seleção brasileira, impulsionados sobretudo pela presença do técnico italiano Carlo Ancelotti à frente da equipe. Logo atrás, a Espanha aparece com 16% das preferências.

Outras seleções também despertam interesse, ainda que em menor escala. A Argentina reúne 10% da torcida, enquanto França e Inglaterra contam com 5% cada uma.

Um dado significativo revela, no entanto, a dificuldade de identificação com o torneio: 35% dos italianos que assistirão à Copa disseram não ter nenhuma seleção favorita.

O sentimento de desorientação não está restrito à população em geral. Ele também é compartilhado por figuras públicas e autoridades do país. O ministro italiano do Esporte, Andrea Abodi, resumiu o clima à rádio pública Rai Radio 1.

“Do ponto de vista esportivo, é incrivelmente decepcionante. Estamos um pouco desorientados.” Ainda assim, revelou suas preferências: “Vou torcer pelo Brasil de Ancelotti, mas também por Cannavaro e Montella, técnicos do Uzbequistão e da Turquia”.

A ligação emocional com treinadores e jogadores italianos atuando no exterior tornou-se um fator relevante na escolha de novos favoritos.

A atriz Cristiana Capotondi, ex-chefe de delegação da seleção feminina italiana, também destacou essa relação ao jornal La Repubblica: “Torço pelo Brasil de Carlo Ancelotti, que representa uma parte da Itália que participa da competição”.

Essa identificação, contudo, não elimina o sentimento de perda. Capotondi admite que a ausência da Itália compromete o interesse pelo torneio: “Depois disso, tentarei assistir ao mínimo possível desta Copa do Mundo, porque é incrivelmente triste que a Itália não esteja lá”.

Futuro da Itália

Outros setores da sociedade compartilham a mesma percepção.

O astrofísico Amedeo Balbi, em declarações ao La Repubblica, reconheceu uma ligação mais distante com o evento: “Admito que, quando a Itália não está jogando, não acompanho a competição muito de perto”.

Ainda assim, ele menciona uma simpatia por equipes com jogadores do seu clube de coração, a Roma, além do Brasil de Ancelotti.

A ausência da Itália, uma das seleções mais vitoriosas da história do futebol, continua a levantar questionamentos sobre o futuro do esporte no país.

Enquanto a Federação Italiana tenta reconstruir a competitividade da equipe, os torcedores vivem uma relação ambivalente com a Copa do Mundo, divididos entre o hábito de acompanhar o futebol e o vazio deixado pela equipe nacional.

Nesta edição do torneio, a torcida italiana parece encontrar consolo sobretudo em vínculos indiretos, seja por meio de treinadores compatriotas ou de laços culturais com outras seleções.

Mas, como indicam os números e os depoimentos, nada substitui a presença da Azzurra em campo.



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BA: 1ª igreja do país dedicada a Santo Antônio celebra dia 13 de junho


Neste sábado (13), a Paróquia e Santuário de Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador, encerra as homenagens ao Santo, iniciadas no último dia 31 de maio. A data também marca os 430 anos da igreja.

Os festejos religiosos da Bahia dedicados ao primeiro santo do ciclo junino estão entre os mais antigos do país.

Neste 13 de junho, Dia de Santo Antônio, a programação começa na madrugada, às 5h30, com a tradicional alvorada. Em seguida, de 7h a 12h, acontecem cinco celebrações eucarísticas. Às 15h30 será celebrada a tradicional Missa Festiva, seguida de Procissão.

A organização dos festejos também preparou a Trezena Campal em frente ao Santuário com a benção de Santo Antônio para o primeiro jogo do Brasil na Copa. Às 19h, será feita no santuário a tradicional Bênção do Pão um dos momentos mais aguardados pelos devotos.

Além da programação religiosa, os festejos movimentam o bairro com eventos culturais, gastronomia típica e feira de artesanato. E quem for ao Largo de Santo Antônio e à Ladeira do Boqueirão poderá apreciar os painéis “Antônios”, em exposição até o dia 10 de julho.

Primeira igreja a Santo Antônio

A Paróquia de Salvador é considerada a primeira igreja dedicada a Santo Antônio no Brasil, além de ser uma das mais antigas do país, fundada nos últimos anos do século XVI.

O Santo nascido em Lisboa em 1195 e falecido em 13 de junho de 1231, em Pádua, na Itália, também foi o primeiro padroeiro da capital baiana, sendo substituído em 1686 por São Francisco Xavier. Mesmo assim, a devoção ao santo só cresceu na capital baiana ao longo dos séculos, nomeando ruas, igrejas, escolas e o Forte histórico, vizinho do Santuário.




Fonte GDF