Incêndio destrói moradias na comunidade de Paraisópolis em São Paulo


Um incêndio atingiu mais de 150 moradias por volta das 4h da manhã desta quinta-feira (18) na comunidade de Paraisópolis, que fica na Vila Andrade, zona sul de São Paulo. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, não há vítimas.

Dez viaturas foram enviadas para o local e 35 homens combateram as chamas, que foram controladas agora no início da manhã. A maioria das famílias que reside na comunidade e que teve suas casas consumidas pelo fogo, não conseguiu retirar boa parte de seus pertences.

A região atingida pelas chamas fica próxima à Avenida Hebe Camargo, de grande movimentação. Apesar disso, o transporte público no local não sofreu impacto.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A Defesa Civil de São Paulo informou que também encaminhou equipes à comunidade para realizar acolhimento às famílias.

Até o momento não se sabe o que teria causado o incêndio, segundo os bombeiros.




Fonte da Notícia




Partida da Copa é comandada por trio de arbitragem totalmente feminino


Pela segunda vez na história das copas, uma partida foi comandada por um trio de arbitragem totalmente feminino. O jogo ocorreu nesta quinta-feira (18), entre República Tcheca e África do Sul, e terminou empatado em 1 a 1. Na arbitragem estavam Tori Penso, Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt, dos Estados Unidos.

A primeira vez que isso aconteceu foi na Copa do Catar, em 2022, no encontro entre Costa Rica e Alemanha pela fase de grupos, que contou com a auxiliar brasileira Neuza Inês Back.

O quadro de árbitras do mundial deste ano ainda tem as mexicanas Kátia Itzel García, árbitra principal, e a assistente Sandra Ramírez, além da nicaraguense Tatiana Guzmán, que atua na arbitragem de vídeo.

Luciana Zogaib, narradora da TV Brasil e da Rádio Nacional – emissoras da EBC, a Empresa Brasil de Comunicação –, explica a importância de esses espaços também serem ocupados por mulheres:

“A gente vem vendo esse crescimento nos campeonatos nacionais, com a presença das mulheres na arbitragem, assim como em outras questões também que envolvem o futebol. E eu acho que é muito importante nesses torneios maiores, como é o caso da Copa do Mundo, o maior evento do futebol mundial, essa presença, porque você estimula com que outras mulheres possam também almejar essa posição e se interessar por essa profissão.”

Luciana afirma ainda que a tendência é que as mulheres continuem ganhando mais oportunidades em grandes competições:

“Imagino que elas vão ter cada vez mais. Nós vamos ter mais oportunidade de ver mulheres, em números maiores, tanto em copas como em Jogos Olímpicos, Eurocopa, enfim, todos os torneios. E essa presença faz com que venha o interesse de outras mulheres a também ocupar esses espaços, porque a referência é muito importante.”

Para a treinadora de futebol Leticia Amorim, o preconceito foi um dos obstáculos que dificultaram a entrada das mulheres no mundo da bola:

“Eu acho que nós, mulheres, sempre tivemos competência para ocupar esses espaços dentro do futebol. E, muitas vezes, esses direitos nos foram negados simplesmente pelo preconceito por sermos mulheres. Eu fico muito feliz de ver um evento do tamanho da Copa do Mundo tendo essa representatividade para as mulheres na questão da arbitragem, porque precisamos ocupar esses espaços para valorizar o nosso trabalho.”

A presença feminina na Copa do Mundo não se limita apenas aos campos. As arquibancadas estão cada vez mais cheias de torcedoras apaixonadas por futebol. A estudante Maria Eduarda, de 21 anos, acredita que a sensação de pertencimento é o motivo desse aumento do interesse feminino na Copa do Mundo e no futebol em geral.

“Eu acredito que esse crescimento é um reflexo de uma maior sensação de pertencimento e de ocupação de espaços que antes eram de homens. Hoje, a internet e as redes sociais mudaram a forma de como consumimos os esportes, trazendo formatos muito mais dinâmicos e inclusivos. Nós temos cada vez mais mulheres também comentando, criando conteúdo e analisando jogos com propriedade, o que gera também uma identificação imediata.”

Interesse que tem tudo para continuar crescendo.

Copa do Mundo Feminina

Ano que vem, a Copa do Mundo feminina da Fifa será realizada no Brasil, em oito capitais brasileiras, entre os dias 24 de junho e 25 de julho. A Seleção Brasileira já está classificada automaticamente por ser o país-sede do torneio.

*Com supervisão de Bianca Paiva




Fonte GDF




Israel volta a bombardear Líbano após acordo de paz entre EUA e Irã


Israel voltou a bombardear o sul do Líbano nesta quinta-feira (18), mesmo após o acordo de paz assinado na quarta-feira (17) entre Estados Unidos e Irã — acordo que incluia o fim das hostilidades ao Líbano. Segundo a mídia do país, três pessoas morreram no ataque. 

O exército israelense publicou um mapa mostrando a área ocupada pelo país dentro do território libanês e disse que as tropas continuarão no local. 

O acordo entre Washington e Teerã recebeu duras críticas de parte da população e de políticos israelenses. O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse que não entende o motivo das reclamações e criticou o que chamou de “reação exagerada” de Israel.

Ormuz

Três superpetroleiros com bandeira da Arábia Saudita atravessaram o Estreito de Ormuz horas depois da assinatura do acordo de paz entre Estados Unidos e Irã. 

Os navios levam juntos 6 milhões de barris de petróleo bruto. Essa é a maior movimentação desse tipo de embarcação no estreito em semanas.

Peru

No Peru, o candidato Roberto Sánchez convocou um protesto para esta sexta-feira (19). O partido dele, Juntos por el Perú, contesta o resultado parcial da eleição e entrou na justiça pedindo a anulação de parte dos votos da adversária Keiko Fujimori.

A apuração da eleição presidencial no país já dura 11 dias. 99% das urnas foram apuradas e a contagem dos votos segue lenta. Keiko Fujimori tem leve vantagem sobre Sánchez.

Ucrânia x Rússia

A Ucrânia fez um novo ataque com drones contra a capital russa, Moscou. Uma refinaria foi atingida e o teto voou pelos ares. O Ministério da Defesa russo afirmou ter interceptado outros 555 drones.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, fez uma ameaça ao Kremlin e disse que Moscou vai queimar caso a Rússia não cesse os ataques contra a Ucrânia.

* Com informações da Agência Reuters.

* Reportagem de Iara Balduíno.
 




Fonte GDF




TV Brasil apresenta final da novela “Sangue Oculto” nesta quinta-feira


TV Brasil exibe o último capítulo da novela portuguesa “Sangue Oculto“, folhetim protagonizado pela atriz Luana Piovani, nesta quinta-feira (18), às 20h. O final da trama reserva uma tragédia para a personagem da artista brasileira que vive a médica Vanda Corte Real.

O desfecho da história revela o cruel destino da protagonista quando estava internada no hospital, recuperando-se de um ferimento e sob custódia. A vilã cometeu várias maldades, crimes e assassinatos no decorrer da obra produzida pela emissora SIC, de Portugal.

Emoções na reta decisiva

Desde o primeiro dos 250 episódios, a vilã Vanda aprontou com as trigêmeas Carolina, Benedita e Julia, interpretadas por Sara Matos. Vanda as separou na maternidade e, na reta final, sequestrou as moças em uma sequência de cenas marcada pelo ritmo intenso, exatamente no dia do aniversário das jovens.

Os episódios da novela “Sangue Oculto” têm horário alternativo durante a madrugada, à 1h30. Cada capítulo da narrativa do folhetim português ainda fica disponível por sete dias no app TV Brasil Play após a exibição na telinha.

O casal Teresa (Sofia Alves), mãe biológica do trio, e Olavo Corte Real (António Pedro Cerdeira), ex-marido de Vanda, é salvo após ser enterrado vivo por um capanga da médica. Agora em segurança e recuperadas do cárcere depois do rapto, as três jovens conseguem resolver a situação com seus pares românticos. O término da história destaca uma nova geração de trigêmeos a caminho.

Desfecho dos personagens principais

No último capítulo, furiosa, Vanda (Luana Piovani) tenta alcançar as trigêmeas Carolina, Benedita e Julia (Sara Matos) no corredor de um laboratório onde as manteve em cativeiro. Mesmo sob efeito de anestesia, as jovens fogem juntas pelo local em obras, enquanto a vilã se aproxima delas, saca uma arma e ameaça atirar.

Quando a criminosa se prepara para alvejar as jovens, no último instante, Nelson (João Jesus) e outros agentes da polícia cercam Venda e prendem a vilã ainda dentro da clínica clandestina. Um grande aparato médico e policial está fora desse local abandonado à espera das irmãs para resgatá-las.

Pedro (Cristovão Campos) vai buscar Júlia e Benedita, enquanto Tiago (João Catarré) ampara Carolina. Nelson interroga Vanda para descobrir o paradeiro de Teresa e Olavo. No conflito, ambos acabam feridos e precisam de atendimento médico. As irmãs descobrem onde o casal está e eles são salvos a tempo. Passado o susto, as trigêmeas podem, enfim, ser felizes.



Fonte da Notícia




México vence Coreia e garante vaga na próxima fase da Copa – 19/06/2026 – Esporte


A seleção mexicana se classificou para a próxima fase da Copa do Mundo na noite desta quinta-feira (18) ao derrotar a Coreia do Sul por 1 a 0 no estádio Akron, em Guadalajara.

O México soma agora 6 pontos e fica a um empate de garantir a primeira colocação do Grupo A, o que dará vantagem no cruzamento da fase com 32 seleções, contra um terceiro colocado que sairá dos grupos C, E, F, H ou I.

A Coreia ainda pode ficar em primeiro, mas terá de vencer o jogo final contra a África do Sul na próxima quarta-feira (24) e torcer pelo tropeço do México contra a República Tcheca para tentar levar vantagem no desempate.

Ao contrário de outros jogos desta Copa, o primeiro tempo teve um ritmo lento em Guadalajara.

O México começou atacando com toques rápidos e finalização de fora da área enquanto a Coreia preferiu trocar passes no meio de campo e fazer ligação direta com lançamentos ao ataque.

Com o resultado, a parcial teve poucos chutes a gol, com 3 finalizações mexicanas e 2 sul-coreanas.

Aos 15min, o capitão sul-coreano Son teve a primeira grande chance. Ele foi lançado partindo do meio de campo e, na corrida, tocou de primeira por cima do goleiro Tala Rangel. Álvarez apareceu e tirou a bola quase em cima da linha com uma meia bicicleta. No entanto, a jogada não valeu porque Son estava em posição de impedimento.

Aos 19min foi a vez do anfitrião, quando Alvaro driblou um rival no lado direito e cruzou para Quiñones na área. Mesmo pressionado pela marcação, ele cabeceou no meio do jogo e o goleiro Kim Seung-Gyu segurou firme.

A partir da metade da parcial, a Coreia passou a colocar em prática sua tática de trocar passes e fazer lançamentos, mas houve impedimento em quase todos os lances. No jogo, foram seis impedimentos dos asiáticos.

No único que não houve, Seol Young-Woo recebeu passe no lado esquerdo aos 40min e chutou de canhota, mas a bola subiu e foi longe do gol mexicano.

Aos 45min, Han-Beom pegou a bola na lateral direita e cruzou para o meio da área, mas Jae-Sung chegou um pouco atrasado e a bola passou direto, perdendo outra grande oportunidade.

O México começou o segundo tempo partindo para cima e “ganhou” o gol logo aos 4min em uma falha clamorosa do goleiro sul-coreano.

Em um cruzamento mexicano na pequena área, Kim Seung-Gyu saltou sozinho para pegar a bola, mas não conseguiu segurá-la e caiu em cima do zagueiro Lee Gi-Hyuk. A bola sobrou livre para Romo apenas tocar para o gol vazio.

Com o gol, os sul-coreanos tentaram forçar no ataque, pressionando a defesa mexicana em busca do empate, mas não surtiu efeito e o jogo passou a ficar truncado, com muito embate no meio de campo e poucos lances mais incisivos no ataque.

Somente aos 29min o México teve chance de ampliar. Quiñones pegou a bola na esquerda e fez lançamento para Raúl Jimenez dentro da área, do outro lado. Ele fez o domínio e finalizou com a perna direita, mas o goleiro Kim Seung-Gyu fechou o ângulo e conseguiu rebater.

No fim do jogo, as duas seleções tiveram ótimas oportunidades de marcar. Aos 39min, Santi Giménez ajeitou de cabeça para Vargas bater forte da entrada da área, obrigando Kim Seung-Gyu a fazer uma linda defesa.

No lance seguinte, Cho Gue-Sung recebeu lançamento na pequena área e cabeceou no chão, mas Tala Rangel estava no lugar certo e na hora certa, e conseguiu rebater. A bola ainda ficou no ar, mas o goleiro conseguiu segurar antes da chegada de um atacante rival.

Houve ainda uma pressão coreana no fim, mas não foi o suficiente para furar a muralha mexicana, para delírio da torcida, que foi à loucura com o apito final.



Fonte da Notícia




Contra Haiti na Copa, Brasil definirá entre paz e pesadelo – 18/06/2026 – O Mundo É uma Bola


Eu gostaria de escrever esta frase em relação à partida do Brasil contra o Haiti na Copa do Mundo: “Vai ser uma moleza!”.

E escrevi, mas sem convicção. Em outros tempos, o Haiti seria uma barbada. A dúvida, só uma: goleada de quanto? Hoje, a tendência é que não seja. Nem barbada, nem goleada.

A seleção brasileira entra em campo nesta sexta contra os haitianos, na Filadélfia (EUA), pela segunda rodada do Mundial, extremamente pressionada. Mais que o resultado (1 a 1), o desempenho contra Marrocos, na estreia, foi insatisfatório. Pífio.

A primeira meia hora dirão que é para esquecer, de péssima que foi, com os marroquinos fazendo os brasileiros correrem a esmo, sem ver a cor da bola. Eu digo que é para lembrar, fazer dessa meia hora um aprendizado e buscar fórmulas para impedir a repetição.

Nesse quadro de pressão, o Brasil, possivelmente modificado em comparação ao 11 inicial que foi a campo em Nova Jersey, enfrentará uma retranca, um paredão branco (a cor do uniforme do Haiti para o jogo) à frente do goleiro Placide.

Hora do italiano. Treinador com salário astronômico (R$ 5 milhões por mês), Carletto Ancelotti precisa ter treinado os brasileiros a executarem jogadas que derrubem essa parede, ou que a contornem, ou que a saltem. Está lá para resolver pepinos.

Não servirá de desculpa para inoperância o adversário jogar fechado. Sabe-se de véspera que será assim. Bola com o Brasil, marcação forte e atenta do Haiti. Que, caso consiga roubá-la, partirá em velocidade no contra-ataque.

O roteiro está previsto. O Haiti tentará repetir o que Cabo Verde, um calouro em Copas, fez com êxito diante da Espanha, que sem criatividade e rapidez e com um futebol burocrático, de toquinhos laterais, objetividade e ousadia mínimas, facilitou para a zebra: 0 a 0.

Cotado para entrar na lateral direita, Danilo afirmou ter visto os cabo-verdianos “deixarem a vida em cada bola, irem além até da saúde” para fazer “um papel bonito na Copa contra uma seleção favorita”. É de esperar que os haitianos ajam da mesma forma contra o Brasil.

A mensagem de Danilo é esta: com técnica superior, é preciso ter mais disposição, mais garra que o adversário. Muita gente questiona o comprometimento desse time, desconectado do povo brasileiro porque a maioria dos atletas atua fora, em grandes ligas europeias ou não (tem dois na Rússia, tem dois na Arábia Saudita).

Difícil torcer para quem às vezes nem se conhece. Para Ibañez. Para Igor Thiago. Para Douglas Santos. Tostão pediu o Endrick. O Brasil pediu e pede o Endrick. Pois sabe quem é o Endrick.

O Endrick estava doido para jogar contra Marrocos. O ataque do Brasil, débil, clamava por ele. E Ancelotti nada, manteve o garoto no banco. Uma tola ancelottice.

Na sua idade, 67 anos, Ancelotti não pode ser tolo. Não quer começar com o Endrick? Jogo encrencado, bote-o no intervalo.

Ancelotti há de prezar pela paz para a seleção (e consequentemente para ele). Ela virá, em dose maior ou menor (somos exigentes!), com uma vitória sobre o Haiti.

Empatar ou perder (de um rival batido 100% das vezes pelo Brasil, três goleadas, 17 gols a favor e 1 contra) significará uma hecatombe, um dos piores pesadelos –só que estando acordado.


LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.



Fonte da Notícia




Pesquisadores descobriram 8 aditivos alimentares comuns associados à hipertensão e doenças cardíacas


De acordo com um novo estudo publicado no European Heart Journal, pessoas que consomem regularmente alimentos que contêm conservantes comuns podem enfrentar um risco maior de desenvolver hipertensão e doenças cardiovasculares.

A pesquisa foi liderada pela Dra. Mathilde Touvier, diretora de pesquisa do INSERM (Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França), e por Anaïs Hasenböhler, doutoranda. Ambas são membros da Equipe de Pesquisa em Epidemiologia Nutricional da Universidade Sorbonne Paris Nord e da Universidade Paris Cité, na França.

Estudo examinou os conservantes alimentares e a saúde do coração

Os conservantes alimentares são amplamente utilizados em alimentos industrializados para prolongar a vida útil e manter a qualidade do produto. Embora estudos laboratoriais e experimentais anteriores tenham sugerido que alguns desses aditivos podem afetar a saúde cardiovascular, as evidências em populações humanas são limitadas.

A Sra. Hasenböhler afirmou: “Conservantes alimentares são usados ​​em centenas de milhares de alimentos industrializados. Estudos experimentais sugerem que alguns aditivos conservantes podem ser prejudiciais à saúde cardiovascular, mas não tínhamos evidências suficientes sobre o impacto desses ingredientes em humanos. Até onde sabemos, este é o primeiro estudo desse tipo a investigar a relação entre uma ampla gama de conservantes e a saúde cardiovascular.”

A investigação foi realizada no âmbito do estudo NutriNet-Santé, que está em curso, e incluiu 112.395 voluntários de toda a França. Os participantes relataram tudo o que comeram e beberam durante períodos de três dias a cada seis meses.

Um estudo abrangente sugere que alguns conservantes alimentares comuns podem estar colocando a saúde do coração em risco
Um estudo abrangente sugere que alguns conservantes alimentares comuns podem estar colocando a saúde do coração em risco – Drazen Zigic/istock

Em seguida, os pesquisadores realizaram avaliações detalhadas dos ingredientes desses alimentos e bebidas, incluindo aditivos conservantes. A saúde dos participantes foi monitorada por uma média de sete a oito anos para determinar se eles desenvolveram hipertensão ou doenças cardiovasculares.

Quase todos os participantes foram expostos a conservantes. Nos primeiros dois anos do estudo, 99,5% haviam consumido pelo menos um conservante alimentar.

Maior ingestão de conservantes associada a maiores riscos à saúde

A análise revelou que os participantes que consumiram as maiores quantidades de conservantes não antioxidantes apresentaram um risco 29% maior de hipertensão em comparação com aqueles que consumiram as menores quantidades. Eles também apresentaram um risco 16% maior de doenças cardiovasculares, incluindo infarto, acidente vascular cerebral e angina.

Pessoas com maior ingestão de conservantes antioxidantes apresentaram um risco 22% maior de hipertensão.

Conservantes não antioxidantes são usados ​​para prevenir o crescimento de microrganismos como mofo e bactérias. Conservantes antioxidantes têm uma função diferente, ajudando a prevenir a oxidação para que os alimentos não escureçam ou fiquem rançosos.

Oito conservantes associados à hipertensão arterial

Os pesquisadores também examinaram individualmente 17 dos conservantes mais consumidos. Oito deles foram especificamente associados a um risco maior de hipertensão:

  • sorbato de potássio (E202)
  • metabissulfito de potássio (E224)
  • nitrito de sódio (E250)
  • ácido ascórbico (E300)
  • ascorbato de sódio (E301)
  • eritorbato de sódio (E316)
  • ácido cítrico (E330)
  • extratos de alecrim (E392)

Dentre esses aditivos, o ácido ascórbico (E300) também foi especificamente associado a doenças cardiovasculares.

Pesquisadores pedem avaliação adicional

O Dr. Touvier acrescentou: “Este estudo tem algumas limitações inerentes ao seu desenho observacional. No entanto, as conclusões baseiam-se em dados altamente detalhados e levamos em consideração outros fatores que podem aumentar ou diminuir o risco de doenças cardiovasculares. Pesquisas experimentais na literatura sugerem consistentemente que os conservantes podem causar estresse oxidativo no organismo ou afetar o funcionamento do pâncreas.”

“Estes resultados sugerem que precisamos de uma reavaliação dos riscos e benefícios desses aditivos alimentares pelas autoridades competentes, como a EFSA na Europa e a FDA nos EUA, para uma melhor proteção do consumidor. Enquanto isso, estas descobertas corroboram as recomendações existentes para priorizar alimentos não processados ​​e minimamente processados ​​e evitar aditivos desnecessários. Médicos e outros profissionais de saúde desempenham um papel fundamental na explicação dessas recomendações ao público.”

A equipe de pesquisa continua investigando como os aditivos alimentares e os alimentos ultraprocessados ​​influenciam a inflamação, o estresse oxidativo, os marcadores metabólicos sanguíneos e a composição da microbiota intestinal. Esses estudos podem ajudar a explicar os mecanismos biológicos que podem conectar os aditivos alimentares a um risco aumentado de doenças.





Fonte da Notícia




Entenda política nacional para estudantes com altas habilidades


O Governo Federal sancionou nesta quinta-feira (18), a Política Nacional para Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação.

A finalidade é assegurar a identificação precoce, o desenvolvimento integral e a inclusão plena desses alunos no sistema educacional brasileiro.

O texto inclui ainda estudantes que apresentam a superdotação junto com outras condições, como transtornos ou deficiências.

A lei determina que os sistemas de ensino ofereçam atendimento educacional especializado, com ações complementares à educação regular.

Entre elas, programas de enriquecimento curricular, aceleração de estudo e agrupamento de estudantes por áreas de interesse.

Além disso, a norma prevê progressão flexível por permitir avanços por disciplina ou área do conhecimento ou até aceleração integral da trajetória, ao ritmo do aluno.

A nova legislação cria também um cadastro nacional para estudantes com altas habilidades ou superdotação, que vai ficar a cargo do Ministério da Educação.

O objetivo é mapear e acompanhar a trajetória desses alunos, levando informações para políticas públicas.

Esse banco de dados será alimentado pelos censos educacionais, respeitando a lei de proteção de dados.

Adesão dos Estados

A lei prevê adesão voluntária para estados, Distrito Federal e municípios, com formalização junto ao Governo Federal.

Para quem aderir, a União pode oferecer apoio técnico e financeiro para implementar as ações, conforme disponibilidade orçamentária.

O financiamento das iniciativas pode incluir fontes como fundos da educação e programas de investimento público.




Fonte GDF




Após sufoco na estreia, Brasil adota humildade ante Haiti – 18/06/2026 – Esporte


O Brasil empatou por 1 a 1 com Marrocos em um duelo de Copa do Mundo, e a sensação geral no vestiário verde-amarelo após a partida foi de alívio. Os atletas admitiram que a equipe escapou de um resultado pior e adotaram um discurso de humildade antes da segunda partida no Mundial, marcada para esta sexta-feira (19).

O adversário no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, será o Haiti, 85º colocado no ranking da Fifa (Federação Internacional de Futebol), que jamais conseguiu nem um empate na maior competição do futebol. Ainda assim, os jogadores do time pentacampeão procuraram calibrar a expectativa de quem espera um atropelo.

“Nós precisamos entrar taticamente bem postados e fazer um jogo seguro. Sim, um jogo em que a gente vai querer o comando, mas da melhor forma possível, a mais equilibrada. Falar de quantos gols é uma expectativa muito elevada e uma falta de respeito com aquilo que é o futebol hoje em dia”, afirmou Danilo.

O lateral foi questionado sobre a possibilidade de uma goleada porque, após o resultado na estreia, o saldo de gols passou a ser um fator importante no Grupo C. Se os favoritos Brasil e Marrocos vencerem seus confrontos com Haiti e Escócia, a liderança da chave será definida em critérios de desempate. Nesse caso, o saldo seria o primeiro.

Mas a seleção, além de lidar com óbvias preocupações com a tábua de classificação, busca também encontrar um futebol competitivo. O embate do último sábado (13), sobretudo pelo desempenho no primeiro tempo, de domínio marroquino, mostrou que o acidentado ciclo rumo à Copa de 2026 teve consequências.

O torneio já está em andamento, e o técnico Carlo Ancelotti, há pouco mais de um ano no cargo, ainda faz experiências, vai tateando o elenco em busca de uma formação confiável. No fim de semana, surpreendeu com Ibañez na lateral direita, Douglas Santos na lateral esquerda e Igor Thiago no comando do ataque –só Douglas teve uma atuação razoavelmente satisfatória.

Diante do Haiti, Danilo deverá assumir a lateral direita, desbancando Ibañez. É possível também que Luiz Henrique ganhe uma vaga na ponta direita, com Paquetá no banco, e que o volante Fabinho entre no lugar de Casemiro –este teve muita dificuldade contra o ágil meio-campo de Marrocos. Na frente, Igor Thiago é ameaçado por Matheus Cunha e Endrick. Neymar, em recuperação de lesão na panturrilha, continua fora.

Nem mesmo os atletas parecem ter noção exata do desenho. Eles relataram que, na primeira rodada, descobriram a escalação três horas antes do apito inicial. Na primeira etapa, jogaram mesmo como um catado, um grupo no qual as peças não se encaixavam. Foram necessários um lance de talento de Vinicius Junior e a pausa do intervalo para que se desenvolvesse algum equilíbrio.

O Brasil, é verdade, não foi a única das seleções tradicionais com dificuldade no início do torneio. A Espanha, por exemplo, apontada entre as grandes candidatas ao título, ficou no 0 a 0 com Cabo Verde, estreante no Mundial. O jogo foi citado por Danilo quando ele previu dificuldades diante do Haiti.

“Meus amigos, vocês viram como Cabo Verde se defendia contra a Espanha? Além da questão de ter uma linha de seis ou sete defensores, os caras deixavam a vida em cada bola. É aquela coisa de se entregar, ir além, para defender o resultado e fazer um papel bonito na Copa do Mundo contra um favorito”, observou.

Será com essa mentalidade que os haitianos entrarão em campo na Filadélfia. Ainda que venham de derrota por 1 a 0 para a Escócia na rodada de abertura e precisem pontuar para alimentar a esperança de classificação, eles jogarão com um peso nas costas bem menor do que o carregado pelo adversário.

“Nossos rivais têm muito mais a perder do que nós. Que sorte para os meninos jogar nesse tipo de atmosfera”, afirmou o técnico Sébastien Migné. “Temos uma montanha difícil para escalar contra o Brasil, mas vamos tentar estar à altura do desafio. Vai ser um jogo de prestígio”, acrescentou o francês.

Será o quarto confronto entre os times na história. Os três anteriores terminaram em goleada.

Em 1974, em amistoso realizado em Brasília na preparação para a Copa, o Brasil venceu por 4 a 0, gols de Paulo Cezar Caju, Rivellino, Marinho Chagas e Edu. Em 2004, em amistoso em Porto Príncipe, os pentacampeões triunfaram por 6 a 0, com bolas na rede de Ronaldinho Gaúcho (3), Roger (2) e Nilmar.

O mais recente encontro ocorreu na Copa América de 2016, edição comemorativa de cem anos do torneio sul-americano que foi realizada nos Estados Unidos e incluiu na disputa equipes de todas as Américas. A formação verde-amarela ganhou por 7 a 1, em Orlando, tentos anotados por Philippe Coutinho (3), Renato Augusto (2), Gabigol e Lucas Lima. James Marcelin descontou.

A partida de 2004, conhecida como “jogo da paz”, foi a mais marcante. O Haiti vivia uma guerra civil, colocada em breve pausa para receber os pentacampeões do mundo. O Brasil liderava militarmente a missão de paz da ONU (Organização das Nações Unidas), e craques como Ronaldo, Ronaldinho e Roberto Carlos foram ao estádio em tanques de guerra, saudados pela população.

É forte a relação dos haitianos com o Brasil, e muitos adotam a seleção verde-amarela. O que faz o confronto de sexta-feira especial, em novo momento delicado da nação mais pobre das Américas. A situação se agravou desde o assassinato do presidente Jovenel Moïse, em julho de 2021, com a maior parte da nação caribenha dominada por gangues.

Nesse cenário, a equipe nacional teve de mandar seus jogos nas Eliminatórias em outros territórios do Caribe, como Aruba e Curaçao. Acabou se classificando para seu segundo Mundial –o primeiro foi em 1974–, mas não sem escoriações. Um ano atrás, levou 5 a 1 de Curaçao, que estreou na Copa, no último domingo (14), tomando 7 a 1 da Alemanha.

Não há dúvida de que a seleção brasileira terá na Filadélfia a partida teoricamente mais fácil em sua chave. Mas, após sua estreia decepcionante e a sequência de resultados surpreendentes na primeira rodada da competição –Portugal, outro apontado como favorito, empatou com a República Democrática do Congo–, convém ter cautela.

“Não vai ter jogo fácil. Estão acontecendo muitos jogos equilibrados, empates. A gente está falando de uma seleção que é muito forte fisicamente. O Haiti tem uma intensidade que pude ver no jogo contra a Escócia, tem se mostrado qualificado. Vai ser difícil, e temos que pensar em vencer, não falar em golear”, disse o lateral esquerdo Douglas Santos.

“Não podemos ter soberba.”

Ficha técnica

BRASIL x HAITI (Copa do Mundo – Grupo C)

Data: 19 de junho de 2026 (sexta-feira), às 21h30

Local: Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia (EUA)

Transmissão: Globo, SBT, CazéTV, ge tv (Globoplay), SporTV e NSports

Árbitro: Alejandro Hernández (ESP)

Assistentes: José Enrique Naranjo (ESP) e Diego Sánchez (ESP)

Brasil

Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães, Luiz Henrique e Matheus Cunha (Igor Thiago); Raphinha e Vinicius Junior

Técnico: Carlo Ancelotti

Haiti

Johny Placide; Martin Experiénce, Ricardo Adé, Hannes Delcroix e Carlens Arcus; Jean-Ricner Bellegarde, Danley Jean Jacques, Ruben Providence, Josué Casimir e Louicius Deedson; Wilson Isidor

Técnico: Sébastien Migné



Fonte da Notícia




Copa: Escócia quer classificação histórica contra Marrocos – 18/06/2026 – Esporte


A Escócia pode garantir nesta sexta-feira (19), contra Marrocos, a primeira classificação de sua história para o mata-mata de uma Copa do Mundo.

A partida será disputada às 19h (de Brasília), em Boston. Caso vençam, os britânicos chegarão a seis pontos e não poderão mais deixar a zona de classificação do Grupo C.

O cenário é incomum para uma seleção acostumada a frustrações no torneio. Em oito participações anteriores, os escoceses nunca conseguiram superar a fase de grupos.

A campanha atual começou com vitória por 1 a 0 sobre o Haiti, resultado que os colocou na liderança isolada da chave.

O triunfo também encerrou um jejum. A última vez que a Escócia havia vencido uma partida de Copa do Mundo tinha sido em 1990, contra a Suécia.

Desde então, acumulou eliminações precoces e nem sequer conseguiu se classificar para várias edições do torneio. O Mundial de 2026 marca seu retorno após 28 anos de ausência.

Há ainda uma coincidência envolvendo o adversário desta sexta-feira. A última partida da Escócia em uma Copa antes da atual edição foi justamente contra Marrocos.

Em 1998, na França, os africanos venceram por 3 a 0 na rodada final da fase de grupos. Nenhuma das duas seleções avançou naquele torneio, que também tinha o Brasil na chave —quem fechava o grupo era a Noruega.

A estreia em 2026 da Escócia teve como protagonista John McGinn.

O meio-campista do Aston Villa aproveitou rebote do goleiro Johny Placide para marcar o único gol da partida depois de uma jogada construída por Che Adams e Scott McTominay.

O placar apertado refletiu o que foi o jogo. O Haiti passou longe de ser um adversário passivo.

Os caribenhos pressionaram durante boa parte da partida, finalizaram 15 vezes e criaram dificuldades para a defesa escocesa, especialmente nos minutos finais.

A situação do Grupo C foi desenhada pelo empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos na outra partida da rodada de abertura. Os marroquinos saíram na frente com Ismael Saibari, mas Vinicius Junior empatou para a seleção brasileira.

Com 3 pontos, a Escócia lidera a chave. Brasil e Marrocos aparecem com um ponto cada um, enquanto o Haiti ainda não pontuou.

Por conta do quesito de fair play, o Brasil é considerado terceiro colocado do grupo —a seleção tomou dois cartões amarelos no jogo, e os marroquinos, nenhum.

A matemática favorece os britânicos. Se vencerem Marrocos, chegarão a 6 pontos. Assim, os africanos poderão alcançar no máximo 4 na rodada final.

Brasil ou Haiti ainda poderão ultrapassar a marca escocesa, mas não os dois ao mesmo tempo, o que garante a equipe entre os dois primeiros colocados da chave e, consequentemente, a classificação ao mata-mata.

Um empate manteria a Escócia em boa situação, mas adiaria a possibilidade de vaga antecipada. O resultado também deixaria Marrocos vivo na disputa e faria a definição das vagas ficar para a última rodada.

Marrocos, por sua vez, chega ao confronto tentando assumir posição mais confortável na disputa por uma vaga.

A seleção africana segue apoiada na geração que alcançou as semifinais da Copa do Mundo de 2022, melhor campanha de uma equipe do continente na história da competição.

Os principais nomes marroquinos continuam sendo o lateral Achraf Hakimi, o goleiro Yassine “Bono” Bounou e o atacante Ismael Saibari, autor do gol contra o Brasil.

A equipe comandada por Mohamed Ouahbi sabe que uma derrota deixará sua situação bastante delicada antes da rodada decisiva.

Pelo lado escocês, a aposta está em uma geração mais consolidada do que a de campanhas anteriores.

Além de McGinn, a equipe conta com o lateral Andy Robertson, capitão e jogador do Liverpool, e com McTominay, destaque do Napoli e peça central no meio-campo.

A segunda rodada do Grupo C será completada às 21h30, quando Brasil e Haiti se enfrentam na Filadélfia.

A última rodada está marcada para o dia 24 de junho. A Escócia enfrentará o Brasil em Miami, enquanto Marrocos jogará contra o Haiti em Atlanta.



Fonte da Notícia