Este é o número de flexões que você deve ser capaz de fazer, dependendo da sua idade


As flexões são usadas como referência simples de força porque trabalham peito, braços, ombros e abdômen ao mesmo tempo. O número ideal muda com idade, rotina de treino, peso corporal, técnica e histórico de lesões. Por isso, as faixas servem como orientação geral, não como cobrança rígida para todas as pessoas.

A flexão é prática porque não exige aparelho e mostra como o corpo controla o próprio peso.
A flexão é prática porque não exige aparelho e mostra como o corpo controla o próprio peso. – Imagem gerada por IA

Por que as flexões são usadas como teste de condicionamento?

A flexão é prática porque não exige aparelho e mostra como o corpo controla o próprio peso. Quando feita corretamente, ela avalia força de membros superiores, estabilidade do tronco e resistência muscular.

O problema é que muita gente conta repetições sem observar a execução. Uma flexão curta, com quadril caindo ou ombros sobrecarregados, não oferece a mesma referência de uma repetição completa e controlada.

Quantas flexões são esperadas em cada idade?

As faixas abaixo funcionam como uma média aproximada para adultos saudáveis que já conseguem fazer o movimento no chão. Quem está começando pode usar versões inclinadas ou com joelhos apoiados antes de buscar esses números.

  • 20 a 29 anos: cerca de 20 a 30 flexões bem feitas indicam boa resistência.
  • 30 a 39 anos: entre 15 e 25 repetições costuma ser uma boa meta.
  • 40 a 49 anos: de 10 a 20 flexões já mostram bom controle corporal.
  • 50 a 59 anos: entre 8 e 15 repetições pode ser uma referência realista.
  • 60 a 70 anos: de 5 a 10 flexões, adaptadas se necessário, já representam um bom ponto de partida.

Como fazer a flexão sem sobrecarregar ombros e punhos?

A qualidade do movimento vale mais do que a quantidade. Antes de tentar aumentar repetições, é importante manter o corpo alinhado, descer com controle e empurrar o chão sem travar os ombros.

Quando adaptar o exercício é melhor do que insistir?

Adaptar não é sinal de fraqueza. Flexões na parede, em uma bancada firme ou com joelhos apoiados ajudam a construir força com menos carga sobre articulações. Isso é útil para iniciantes, pessoas acima dos 50 anos ou quem voltou a treinar depois de muito tempo parado.

A adaptação também é indicada para quem tem dor nos ombros, punhos sensíveis ou dificuldade para manter o corpo alinhado. O objetivo deve ser progredir com segurança, não cumprir um número a qualquer custo.

Como evoluir com segurança ao longo das semanas?

Uma boa estratégia é treinar duas ou três vezes por semana, deixando ao menos um dia de descanso entre sessões. Comece com poucas repetições bem feitas, aumente aos poucos e registre a evolução sem comparar seu desempenho com o de outras pessoas.

Se houver dor persistente, falta de ar fora do normal, tontura ou histórico de problema cardíaco, a prática deve ser orientada por um profissional. As flexões podem ser um ótimo indicador de força, mas o melhor número é aquele que respeita sua idade, sua técnica e sua condição física atual.





Fonte da Notícia




Abertura de Empresas em SP: burocracia digital é critica


Nos últimos anos, a Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) tem divulgado avanços tecnológicos, integração de sistemas e iniciativas voltadas à desburocratização do ambiente empresarial. No papel, o processo de abertura, alteração e regularização de empresas tornou-se digital. Na prática, porém, a realidade enfrentada diariamente por empresários e profissionais da contabilidade está longe da eficiência prometida.

A abertura de empresas no Estado de São Paulo, especialmente nos municípios integrados à REDESIM, tornou-se um processo cada vez mais dependente da análise de viabilidades e da comunicação entre diversos órgãos públicos. O problema é que essa integração, frequentemente apresentada como solução, tem se transformado em um dos maiores gargalos do sistema.

Atualmente, não são raros os casos de protocolos de viabilidade que permanecem sem qualquer atualização por dias ou semanas. O usuário não recebe informações claras sobre pendências, não encontra prazo de conclusão e tampouco dispõe de canais eficientes para solução do problema.

O resultado é simples: o processo não avança.

Enquanto isso, o empresário aguarda.

O contador é cobrado.

E a economia deixa de girar.

A falsa sensação de modernização

Vivemos uma era em que bancos digitais abrem contas em minutos, certificados digitais são emitidos remotamente, contratos são assinados eletronicamente e processos judiciais tramitam integralmente pela internet.

Ainda assim, um procedimento básico para constituiçãoconstituição empresarial pode permanecer paralisado sem qualquer explicação plausível.

É difícil compreender como, em um dos estados mais ricos e desenvolvidos do país, a abertura de uma empresa possa enfrentar obstáculos semelhantes aos observados há duas décadas.

Na prática, muitos profissionais relatam que determinados processos apresentam níveis de morosidade incompatíveis com a tecnologia atualmente disponível.

A sensação é de que houve digitalização da burocracia, mas não necessariamente modernização da gestão.

Canais de atendimento que não atendem

Outro ponto frequentemente criticado pelos usuários refere-se aos canais de atendimento.

Telefone.

Fale Conosco.

Chamados eletrônicos.

Na teoria, mecanismos destinados a auxiliar o cidadão.

Na prática, muitas vezes funcionam apenas como registradores de reclamações, sem capacidade efetiva de resolução.

O usuário busca respostas.

Recebe protocolos.

Busca prazos.

Recebe mensagens padronizadas.

Busca solução.

Recebe silêncio.

A consequência é um ciclo de desgaste permanente entre empresários, contadores e órgãos públicos.

O impacto econômico da ineficiência

Cada processo parado representa muito mais do que um protocolo pendente.

Representa uma empresa que não consegue iniciar suas atividades.

Representa empregos que deixam de ser gerados.

Representa contratos que deixam de ser firmados.

Representa tributos que deixam de ser arrecadados.

Quando um empreendedor decide investir, ele espera encontrar um ambiente minimamente favorável para formalizar sua atividade.

O que não se espera é que o próprio Estado se torne um obstáculo ao desenvolvimento econômico.

A burocracia excessiva já é um desafio histórico do Brasil.

A burocracia digitalizada, porém ineficiente, consegue ser ainda mais frustrante.

A ausência de transparência

A principal crítica dos profissionais da área contábil não se resume à demora.

Demoras podem ocorrer.

Sistemas podem apresentar instabilidades.

Demandas podem aumentar.

O problema surge quando não existe transparência.

Quando não há informação.

Quando não há previsão.

Quando não há comunicação.

A falta de respostas gera insegurança jurídica e operacional, comprometendo a credibilidade dos próprios órgãos responsáveis pela gestão empresarial.

O que precisa mudar

A discussão não deve ser sobre culpar servidores, analistas ou profissionais que atuam na linha de frente.

O debate deve ser sobre gestão pública.

Governança.

Eficiência.

Prestação de contas.

Empresários e contadores não pedem privilégios.

Pedem previsibilidade.

Pedem respeito.

Pedem eficiência.

Conclusão

São Paulo concentra uma das maiores economias da América Latina. Não é razoável que empreendedores enfrentem obstáculos incompatíveis com a realidade tecnológica do século XXI para realizar procedimentos básicos de registro empresarial.

A digitalização só faz sentido quando entrega resultados.

Sem eficiência, transparência e capacidade de resposta, a tecnologia deixa de ser solução e passa a ser apenas uma nova forma de burocracia.

O empreendedor paulista merece mais.

E a contabilidade, que diariamente sustenta o funcionamento desse sistema, também.





Source link




Copa: Valverde lamenta empate em Uruguai x Arábia Saudita – 15/06/2026 – Esporte


O Uruguai saiu “frustrado” nesta segunda-feira (15) após conseguir apenas um empate de 1 a 1 contra a Arábia Saudita na estreia de ambos na Copa do Mundo de 2026, pelo Grupo H, apesar de jogar um segundo tempo digno de vitória, disse o capitão uruguaio e jogador do Real Madrid, Federico Valverde.

Estou saindo “frustrado, com raiva”, resumiu o meio-campista, uma sensação compartilhada pelos demais jogadores da seleção sul-americana, que foi surpreendida aos 41 minutos com o gol de Abdulelah Al Amri.

O segundo tempo foi “muito melhor, melhoramos a mentalidade, a intensidade; a estreia jogou um pouco contra a gente, o nervosismo, a ansiedade”, disse Valverde, e acrescentou que no final a equipe mostrou “o que o treinador pedia”.

Maximiliano Araújo empatou para os comandados de Marcelo Bielsa aos 35min do segundo tempo, quando todo o Uruguai pressionava no ataque para vencer uma defesa saudita que teve em seu goleiro, Mohamed Al Owaiss, sua grande figura.

“Todas as estreias são um pouco difíceis, pessoalmente foi bastante difícil o primeiro tempo (…) merecíamos um pouco mais, mas é assim”, resumiu Araújo.

O ponto do Sporting também destacou que a melhora na segunda etapa “tem que servir para o próximo jogo” contra Cabo Verde no dia 21 de junho.

O Uruguai encerrará sua campanha no Grupo H no dia 26 de junho em Guadalajara contra a Espanha, que estreou com empate sem gols diante de Cabo Verde.



Fonte da Notícia




Em dia agitado, Copa do Mundo tem primeira zebra e algumas surpresas


O primeiro 0 a 0 da Copa do Mundo de 2026 também virou a primeira grande zebra da competição. Na tarde desta segunda-feira (15), em Atlanta, nos Estados Unidos, pelo grupo H, a equipe de Cabo Verde, estreante em mundiais, segurou o empate sem gols diante da Espanha, atual campeã da Eurocopa.

O sistema defensivo da seleção caboverdiana funcionou bem, mas o destaque do time foi o goleiro Josimar Dias, mais conhecido como Vozinha, de 40 anos, que teve grande atuação e bloqueou todas as tentativas do ataque espanhol.

As surpresas, no entanto, não pararam por aí. Com um gol em cada tempo, a Bélgica, que era favorita, empatou com o Egito pelo placar de 1 a 1, no duelo que abriu o grupo G da Copa do Mundo, em Seattle. Mais tarde, pelo grupo H, em Miami, a Arábia Saudita segurou o ímpeto da seleção uruguaia e conseguiu um ótimo empate em 1 a 1.

Neymar

Falando de Brasil, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, por meio da assessoria de imprensa, que o atacante Neymar foi submetido, nesta segunda-feira, a outro exame de controle. O procedimento faz parte do processo de recuperação do camisa 10, que trata uma lesão grau dois na panturrilha direita.

O atleta, de 34 anos, ficou novamente fora dos trabalhos de campo da Seleção Brasileira. A presença do atacante no jogo de sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, na Filadélfia, pela segunda rodada do grupo C, é incerta e cada vez mais improvável, apesar da expectativa do técnico Carlo Ancelotti de poder contar com o jogador.

*Com informações da Agência Brasil




Fonte GDF




novo prazo de adesão a partir de 2026


A opção pelo Simples Nacional passará por uma mudança importante para empresas a partir de 2026. A antecipação do período de adesão exige planejamento tributário prévio e maior atenção à regularidade fiscal e cadastral dos contribuintes.

Novo prazo para adesão ao Simples Nacional

A Resolução CGSN nº 186/2026 alterou o calendário de ingresso no Simples Nacional para o exercício de 2027. Diferentemente dos anos anteriores, quando a opção era realizada em janeiro, a solicitação deverá ocorrer entre os dias 1º e 30 de setembro de 2026.

A mudança acompanha as adaptações necessárias ao novo sistema tributário previsto pela Reforma Tributária e exige que empresas e profissionais responsáveis pela área fiscal antecipem suas análises e providências.

Planejamento antecipado será fundamental

Com o novo calendário, os contribuintes interessados em permanecer ou ingressar no Simples Nacional precisarão verificar com antecedência a existência de pendências fiscais, cadastrais ou tributárias que possam impedir a adesão ao regime.

A alteração reduz o tempo disponível para regularizações de última hora, tornando o acompanhamento da situação da empresa ainda mais relevante nos meses que antecedem setembro.

Além disso, a revisão prévia do enquadramento e das condições para permanência no Simples Nacional passa a ser uma etapa estratégica para evitar surpresas durante o período de opção.

Escolha sobre IBS e CBS também ocorrerá em setembro

Outro ponto de atenção envolve a chegada dos novos tributos criados pela Reforma Tributária. Os contribuintes enquadrados no Simples Nacional poderão optar por recolher o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) pelo regime regular, fora do sistema unificado.

Essa definição também deverá ser realizada entre 1º e 30 de setembro de 2026 e produzirá efeitos para o período de janeiro a junho de 2027.

O que as empresas devem fazer agora

Diante das mudanças, é recomendável que as empresas iniciem desde já a revisão de sua situação fiscal e cadastral. A antecipação do prazo para adesão ao Simples Nacional reforça a importância do planejamento tributário e da análise prévia dos impactos da Reforma Tributária. Organização e preparação serão fatores essenciais para garantir uma escolha adequada do regime tributário e evitar impedimentos no momento da opção, incluindo a avaliação das cadeias de fornecimento com empresas optantes pelo Simples Nacional, com especial atenção à possível perda ou limitação de créditos de IBS e CBS, à revisão de contratos comerciais, à análise de custo efetivo das aquisições e à eventual necessidade de renegociação de preços ou substituição de fornecedores, conforme o impacto identificado no novo modelo tributário.

Fonte: https://grm.com.br/simples-nacional-exige-atencao-ao-novo-prazo/





Source link




Rio tem chuva forte, alagamentos e deslizamentos de terra


A capital do Rio de Janeiro registrou chuva forte em vários bairros nesta segunda-feira (15). No Maciço da Tijuca nesta segunda-feira (15), chegando a um acumulado de 64,6 milímetros (mm) de água em quatro horas na comunidade da Rocinha.

O temporal provocou o rompimento de uma adutora da concessionária Águas do Rio, com um deslizamento de terra. Não há registro de feridos. Equipes da Secretaria de Conservação e da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), da prefeitura do Rio, trabalham para liberação da Estrada da Gávea, altura do Portão Vermelho, interditada pelo acúmulo de água e terra.

De acordo com o Sistema Alerta Rio, a previsão para a noite desta segunda-feira (15) é de céu nublado a encoberto, com chuva fraca a moderada e ventos moderados, por causa da passagem de uma frente fria no oceano e pelo transporte de umidade.

Para esta terça-feira (16), o tempo no Rio permanece instável em função da umidade do oceano em direção ao continente. O céu ficará nublado a encoberto com previsão de chuva fraca a moderada ao longo do período. Os ventos serão moderados.

A temperatura mínima ficará em torno dos 16ºC e a máxima chegará aos 26ºC. O céu encoberto com chuva deve permanecer na cidade até a próxima quinta-feira (18).

O Centro Estadual de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden-RJ) mantém monitoramento meteorológico 24 horas, com emissão de alertas, como medida preventiva, para a população e para os municípios.



Fonte da Notícia




Na Copa do Mundo, torço para as seleções latino-americanas – 15/06/2026 – Hanuska Bertoia


Nesta Copa do Mundo, além do Brasil, torço para os países da América Latina. E convido os leitores a fazê-lo também. Se o argumento de que somos todos latinos, apesar de a diferença de língua muitas vezes nos afastar dos demais países, não for suficiente, temos outros motivos.

Em primeiro lugar, como escreveu Idelber Avelar, a ideia de um Mundial de futebol foi impulsionada pela América do Sul, a partir do sucesso da seleção uruguaia nos anos que antecederam a primeira edição do torneio, em 1930.


Ao todo, as seleções sul-americanas já trouxeram para o continente dez troféus: Brasil em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, Uruguai em 1930 e 1950 e Argentina em 1978, 1986 e 2022.

Para os que se atêm ao presente, aí vai outro argumento: o futebol brasileiro de hoje se beneficia, e muito, do talento de nossos vizinhos. Então, nada mais justo do que celebrá-los quando defendem suas seleções. Retribuir o que fazem pelos clubes.

No Mundial deste ano, sete seleções, seis delas sul-americanas, têm jogadores que atuam no Campeonato Brasileiro, em um total de 32 atletas. O número de jogadores é recorde, segundo dados do Comitê Olímpico Internacional, ultrapassando a edição de 1974, com 27 convocados do campeonato nacional (22 na equipe brasileira).

Agora, a distribuição está mais pulverizada. Brasil, Uruguai e Paraguai lideram o ranking, cada um com sete jogadores de clubes do Brasileirão.

O Uruguai, que inspirou a criação do Mundial, recebeu a primeira edição e foi o primeiro campeão é um caso à parte, mesmo não tão bem neste ciclo. Quem já foi a Montevidéu e teve a oportunidade de conhecer o estádio Centenário, palco pioneiro do Mundial, sabe que ali não está um estádio qualquer, sente o peso da história.

Na Celeste, não é preciso ser flamenguista para aplaudir Arrascaeta, e torcer para que ele se recupere a tempo da Copa, De La Cruz e Varela. Nem fluminense para admirar Canobbio, nem palmeirense para valorizar Piquerez e Emiliano Martínez.

O Paraguai, de volta à Copa após ausência de 16 anos, levou um esquadrão “brasileiro”. Como foi bonita a festa da torcida em Assunção, na despedida da Albirroja.

A seleção tem em suas fileiras Gustavo Gómez, Maurício e Sosa, do Palmeiras; Balbuena, do Grêmio; Bobadilha, do São Paulo; Junior Alonso, do Atlético-MG; e Isidro Pitta, do Bragantino.

É verdade que a estreia dos paraguaios na Copa, diante dos Estados Unidos, foi frustrante, sobretudo se tratando de uma seleção com a tradição defensiva foi a segunda menos vazada nas Eliminatórias sul-americanas. Ninguém esperava uma goleada de 4 a 1.

Colômbia e Equador também têm o seu quinhão do Brasileirão. Arias (Palmeiras), Carrascal (Flamengo), Gómez (Vasco) e Portilla (Athletico-PR) estão na primeira seleção.

Plata (Flamengo), Felix Torres (Internacional) e Preciado, Franco e Minda, todos do Atlético-MG, na segunda. Dono da melhor defesa nas Eliminatórias, o Equador tropeçou no primeiro jogo da Copa, perdendo de 1 a 0 para a Costa do Marfim.

Também latinos, mas sem jogadores do Brasileirão, o anfitrião México e a Costa Rica possuem talentos que merecem a torcida. Um exemplo é o goleiro mexicano Guillermo Ochoa.

Na abertura do Mundial, quando a seleção anfitriã venceu a África do Sul por 2 a 0, o atleta tornou-se um recordista ao participar de seis Copas. Mesmo no banco, igualou-se a Messi e Cristiano Ronaldo neste quesito.


Para completar, e a Argentina? Sim, torço pela Albiceleste, desde que não apareça no caminho do Brasil antes da final. Pensemos em Messi e em como foi bonito vê-lo ganhar a Copa de 2022.

E lembremos que, após 20 anos, a seleção argentina leva aos EUA um jogador do Brasileiro, o palmeirense Flaco López. De minha parte, ainda há um argumento pessoal. Os dois filhos de uma grande amiga são argentinos. Se eles estiverem felizes, também estarei.


LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.



Fonte da Notícia




o impacto da reforma tributária na servitização


A evolução contínua dos modelos de negócios tem exigido da contabilidade uma adaptação constante, especialmente no que tange ao reconhecimento de receitas e à gestão do ativo imobilizado. No centro dessa transformação estrutural encontra-se o fenômeno da “servitização”.

No final dos anos 1980, Sandra Vandermerwe e Juan Rada cunharam o termo para descrever a estratégia de empresas que passavam a agregar serviços aos seus produtos físicos como um meio essencial de diferenciação e adição de valor. Ao analisar essa mudança de paradigma, os autores observaram que a servitização se trata de um movimento no qual as corporações modernas passam a oferecer cada vez mais “combinações focadas no cliente de bens, serviços, suporte, autoatendimento e conhecimento” (Vandermerwe; Rada, 1988, p. 314).

Ao aprofundarmos nossa pesquisa no Dicionário Aurélio, encontramos que a raiz da palavra, “serviço”, é definida como o “ato ou efeito de servir” e o “desempenho de qualquer trabalho ou atividade”. A adição do sufixo -ização, indicativo de ação ou processo, revela perfeitamente a essência desse fenômeno: a transformação ativa de um bem tangível estático em uma dinâmica contínua de utilidade prestada a outrem. Linguisticamente e na prática de mercado, o foco deixa de ser o objeto em si e passa a ser a ação de atender a uma necessidade do consumidor.

Trazendo o assunto para o nosso campo contábil, a materialização dessa dinâmica ganha contornos ainda mais complexos. Na última década, o arranjo virou referência em setores tão diversos quanto tecnologia da informação, máquinas e equipamentos para construção, microgeração elétrica e manufatura de precisão. Previsibilidade de custos, flexibilidade de escala, desoneração do balanço. As vantagens operacionais estão consolidadas. No Brasil, havia mais: uma assimetria tributária estrutural, raramente nomeada como tal, que tornava o equipment-as-a-service (EaaS) — equipamento como serviço — altamente competitivo.

Ao substituir a tradicional alienação de um ativo — historicamente onerada por uma pesada teia de impostos sobre o consumo, como ICMS e IPI — por contratos de disponibilização de uso, as empresas não apenas alteraram o formato jurídico de suas operações, mas navegaram por águas fiscais consideravelmente mais favoráveis. A locação de bens móveis, por exemplo, amparada pela não incidência do ISS (conforme a Súmula Vinculante 31 do STF), criou um incentivo colateral poderoso que acelerou a adoção da servitização no país.

No entanto, é justamente nessa intersecção entre a inovação do modelo de negócio e as eficiências fiscais que reside o papel crítico da contabilidade moderna. Guiada pelo princípio de que a essência econômica deve prevalecer sobre a forma jurídica, a representação fidedigna desses contratos exige um rigor analítico profundo. O contador deixa de ser um mero registrador de notas fiscais para atuar como o tradutor financeiro dessa complexidade, precisando definir a linha tênue entre o que constitui um arrendamento mercantil (regido pelo CPC 06 / IFRS 16) e o que é, de fato, o reconhecimento de receita de uma prestação de serviço contínua (sob a ótica do CPC 47 / IFRS 15).

Sabe-se que o núcleo do EaaS, a locação de bens móveis, permaneceu historicamente fora do campo de incidência do ISS por força da Súmula Vinculante nº 31 do Supremo Tribunal Federal (STF) e do veto presidencial ao subitem 3.01 da Lei Complementar nº 116 de 2003. A segregação contratual entre a parcela de locação e a parcela de serviço, validada pelo STF na Reclamação nº 14.290 AgR, permitia tributar apenas esta última, a alíquotas municipais que variavam de dois a cinco por cento. A parcela majoritária do contrato, correspondente à disponibilização do ativo, seguia intocada pelas garras da tributação sobre o consumo.

Essa engenharia acaba de ser desfeita. A regulamentação do novo sistema tributário, materializada na Lei Complementar nº 214 de 2025, incluiu expressamente a locação, o arrendamento e a cessão temporária de bens no campo de incidência do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) em seu artigo 3º, § 3º. Como resultado, contratos de longo prazo firmados antes de 2026 foram precificados e estruturados para uma realidade tributária que, na prática, pode ter deixado de existir.

Para a contabilidade corporativa, o choque dessa transição é imediato e severo. A inserção de uma carga tributária robusta (IVA Dual) sobre a parcela principal das receitas de EaaS exige uma revisão urgente de todas as premissas que embasaram a viabilidade financeira dessas operações. O profissional contábil se depara agora com a necessidade de reavaliar o fluxo de caixa futuro e as margens de rentabilidade desses acordos. Em situações onde o repasse de custos ao cliente final for contratualmente impossível ou comercialmente inviável, as empresas poderão ser obrigadas a reconhecer provisões para contratos onerosos (sob as diretrizes do CPC 25), uma vez que os custos inevitáveis para cumprir as obrigações podem passar a exceder os benefícios econômicos esperados.

Entendo que, no campo prático, uma empresa deve registrar essa transição não apenas como uma mera atualização de alíquotas fiscais ou parametrização de sistemas, mas como um evento sistêmico com ramificações profundas em suas demonstrações financeiras. Esses acordos de Equipment-as-a-Service (EaaS) — que no ambiente jurídico e comercial são documentados sob a forma de Contratos de Cessão de Direito de Uso com Prestação de Serviços Integrada (frequentemente balizados por rigorosos SLAs – Service Level Agreements) — são controlados no dia a dia corporativo pelos Módulos de Gestão de Contratos (Contract Management) e de Faturamento Recorrente (Billing) dentro dos sistemas ERP (Enterprise Resource Planning). Com a virada da chave tributária, os parâmetros operacionais registrados nesses sistemas passam a colidir diretamente com as novas obrigações fiscais reportadas no Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).

Com a incidência do IBS e da CBS sobre as parcelas de disponibilização do ativo, a entidade deve reavaliar o “preço da transação” cadastrado no ERP. Por possuírem natureza de Imposto sobre Valor Agregado (IVA) e formato não cumulativo, esses tributos arrecadados em nome do Estado não compõem a receita da empresa. Na prática, se o documento contratual original não possuir cláusula de repasse (reequilíbrio econômico-financeiro) que permita atualizar a cobrança no sistema de faturamento, a empresa terá que absorver o imposto. O reflexo contábil imediato será o registro de deduções maiores sobre o faturamento bruto, resultando em uma queda abrupta e definitiva na receita líquida apresentada na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE).

A norma contábil exige que o preço da transação seja alocado de forma proporcional a cada “obrigação de desempenho” distinta dentro do contrato. Se as empresas tentarem fatiar novamente seus pacotes de EaaS — segregando, por exemplo, o licenciamento de software proprietário, a telemetria, a manutenção preventiva e a disponibilização física do hardware — em arranjos jurídicos independentes para otimizar o IBS e a CBS, a contabilidade funcionará como o principal filtro de governança. A norma determina que a alocação do preço da transação deve refletir rigorosamente o preço de venda individual (stand-alone selling price) de cada componente no mercado. Qualquer tentativa de precificação artificial que vise apenas a elisão fiscal esbarrará no princípio contábil da primazia da essência sobre a forma. O EaaS pós-reforma tributária exigirá do contador muito mais do que a escrituração de perdas; exigirá um papel ativo na modelagem de negócios que sejam, simultaneamente, eficientes do ponto de vista tributário, atrativos para o Capex do cliente e inquestionáveis sob a ótica das normas internacionais de relatório financeiro (IFRS).

Para a empresa prestadora (fornecedora do EaaS), a ameaça de rescisões antecipadas e a queda nas taxas de retenção (churn) disparam novos e urgentes gatilhos contábeis. Ativos imobilizados retornando precocemente aos pátios geram capacidade ociosa e exposição a uma obsolescência tecnológica acelerada. Diante de um parque de máquinas subutilizado, a contabilidade precisará revisar criticamente as estimativas de vida útil econômica, os valores residuais e os métodos de depreciação desses equipamentos, em estrita observância ao CPC 27 (IAS 16). O retorno físico do ativo não encerra o problema; ele materializa a urgência de ajustes contábeis para evitar que o balanço exiba ativos superavaliados que não geram mais as receitas futuras originalmente projetadas.

A transição para a economia do acesso, consubstanciada no modelo de Equipment-as-a-Service (EaaS), representou uma das mais profundas inovações nos modelos de negócios das últimas décadas. No entanto, o sucesso dessa arquitetura no Brasil apoiou-se, por muito tempo, em uma assimetria tributária estrutural que blindava a locação de ativos da tributação sobre o consumo. Com a vigência da Lei Complementar nº 214/2025 e a inclusão definitiva dessas operações na base do IVA Dual (IBS e CBS), essa vantagem competitiva artificial chega ao fim, transferindo a pressão diretamente para as demonstrações financeiras das companhias.

Neste novo cenário, a aplicação rigorosa dos pronunciamentos contábeis deixa de ser um mero exercício de conformidade (compliance) para se tornar o principal termômetro da viabilidade econômica das empresas prestadoras. Sob a égide do CPC 47 (IFRS 15), o expurgo dos novos impostos sobre o valor agregado e a correta alocação do preço da transação expõem a verdadeira magnitude da queda nas receitas líquidas, impedindo que maquiagens contratuais distorçam a essência da operação. Simultaneamente, a adoção do CPC 25 (IAS 37) atua como um mecanismo de transparência incontornável, forçando as organizações a reconhecerem provisões para contratos onerosos de forma tempestiva naqueles acordos pré-reforma em que a margem foi pulverizada pela nova carga tributária.

A constatação de que a “compra tributa o preço do ativo, enquanto o EaaS tributa o modelo de negócios inteiro” redefine o dilema corporativo entre Capex e Opex. Se as cláusulas de gross-up encarecem a servitização a ponto de inviabilizá-la frente à aquisição direta do imobilizado — agora beneficiada pela não cumulatividade ampla e imediata aos tomadores, os fornecedores de EaaS precisarão reinventar sua proposta de valor. A servitização terá que se sustentar em eficiência operacional, tecnologia e inteligência de dados, não mais em arbitragem fiscal.

Para a ciência contábil e seus profissionais, o recado é claro: o contador passa a operar no centro nevrálgico dessa reprecificação de mercado. O domínio sobre o CPC 47 e o CPC 25, aliados à constante vigilância sobre o valor recuperável dos ativos (CPC 01), garantirá que os balanços patrimoniais traduzam fielmente os riscos e as realidades da economia de acesso pós-reforma. Mais do que registrar a história patrimonial, a contabilidade consolida seu papel como o principal instrumento de navegação estratégica para empresas que buscam sobreviver e prosperar diante da nova ordem tributária brasileira.





Source link




Copa: Uruguai empata com Arábia Saudita sem Arrascaeta – 15/06/2026 – Esporte


As seleções sul-americanas seguem sem vencer na Copa do Mundo de 2026. Nesta segunda-feira (15), o Uruguai empatou por 1 a 1 com a Arábia Saudita, em Miami, pela primeira rodada do Grupo H, e ampliou uma sequência que inclui derrotas de Paraguai e Equador e o empate do Brasil diante de Marrocos.

O resultado evitou um tropeço maior para a equipe de Marcelo Bielsa e manteve uma marca histórica da seleção celeste: o Uruguai nunca perdeu para adversários asiáticos em Copas do Mundo.

A Arábia Saudita foi superior durante boa parte do primeiro tempo e encontrou o gol aos 41 minutos. Em cobrança de escanteio para o meio da área, Mohamed Kanno subiu livre e cabeceou no centro do gol. Fernando Muslera fez a defesa, mas espalmou para a frente. Sem marcação, Abdulelah Al-Amri aproveitou o rebote e empurrou para as redes.

O lance premiava uma atuação mais organizada dos sauditas. Enquanto a equipe asiática conseguia acelerar as transições e ocupar o campo de ataque, o Uruguai encontrava dificuldades para construir jogadas e conectar o meio-campo ao setor ofensivo.

Sem Arrascaeta, fora da estreia por causa de uma lesão na panturrilha direita sofrida durante a preparação para a Copa, faltou criatividade aos uruguaios especialmente na primeira etapa.

A lesão, inclusive, gerou desconforto entre a comissão técnica uruguaia e o Flamengo, que questionou a condução do retorno do jogador aos treinamentos após um período de recuperação física.

Sem o principal articulador da equipe, Bielsa apostou em um meio-campo mais físico, liderado por Federico Valverde, que estava atuando no lado direito do ataque. O jogador do Real Madrid, apontado como principal nome da atual geração uruguaia, teve participação discreta diante da forte marcação saudita.

O cenário começou a mudar apenas na segunda etapa. O Uruguai passou a ocupar mais o campo ofensivo e encontrou sua melhor oportunidade aos 15 minutos. Manuel Ugarte finalizou forte de direita de fora da área e acertou a trave.

A pressão uruguaia continuou nos minutos finais. Os cruzamentos passaram a ser a principal alternativa da equipe, que encontrou o empate justamente em uma jogada aérea.

Em novo levantamento para a área, Matías Viña subiu sem marcação e cabeceou para o chão. Al-Owais se atrapalhou ao tentar encaixar a bola e deu rebote. Maxi Araújo apareceu livre para completar e marcar o gol que garantiu o empate.

A pressão seguiu, e De La Cruz conseguiu uma boa finalização da entrada da área, mas Mohammed Al-Owais conseguiu espalmar. Ele salvou novamente em chute forte de Valverde de fora da área, bem como um de Rodríguez. A Arábia Saudita tentou desacelerar o jogo com substituições e também com cera de Al-Owais.

Dificultar a vida de sul-americanos não é novidade para a Arábia Saudita. Em 2022, eles protagonizaram uma das maiores surpresas do Mundial ao derrotarem a Argentina por 2 a 1 na estreia.

Com um ponto para cada lado, Uruguai e Arábia Saudita estão iguais a Espanha e Cabo Verde, os outros integrantes da chave, que empataram mais cedo.

Na próxima rodada, o Uruguai enfrenta Cabo Verde, enquanto a Arábia Saudita pega a Espanha.

As seleções sul-americanas ainda terão mais dois representantes em campo na primeira rodada. A Argentina estreia nesta terça-feira (16) contra a Argélia, enquanto a Colômbia enfrenta o Uzbequistão na quarta-feira (17).



Fonte da Notícia




2026 ano crucial para empresas de SC


Durante muito tempo, a Reforma Tributária foi tratada como um assunto bem distante. Para muitos empresários, parecia mais uma discussão técnica restrita ao Congresso Nacional e aos especialistas da área tributária. Mas essa percepção e o cenário mudaram. E, para as empresas catarinenses, 2026 pode ser o ano mais importante dessa transição.

Embora a implementação completa do novo modelo ocorra gradualmente, as empresas já estão sendo chamadas a revisar sistemas, incluir alíquotas, destacar, repensar tudo o que era feito anteriormente por vários anos, ajustando processos e repensando estratégias. E quem acreditar que ainda há tempo para deixar esse assunto para depois pode acabar pagando um preço alto.

Santa Catarina tem características próprias que tornam esse debate ainda mais relevante. Somos um estado com forte presença industrial, destaque nacional no comércio exterior, logística estratégica e um ambiente empresarial altamente competitivo. Pequenos erros podem gerar grandes impactos.

Além da adaptação tecnológica, a Reforma Tributária exigirá uma mudança de postura. O empresário que sempre enxergou a área fiscal apenas como obrigação acessória precisará começar a tratá-la como uma ferramenta de gestão.

O novo cenário exigirá informações mais consistentes, integração entre setores e maior capacidade de planejamento. Não se trata apenas de entender o que é IBS ou CBS. Trata-se de compreender como essas mudanças podem afetar preços, margens, relacionamento com fornecedores e até a competitividade do negócio.

Outro ponto que merece atenção é a fiscalização. Santa Catarina já vem demonstrando uma atuação cada vez mais baseada em tecnologia e cruzamento de dados. Isso indica que empresas desorganizadas ou com informações inconsistentes estarão mais expostas a riscos nos próximos anos.

Também será necessário rever antigas certezas. Permanecer no Simples Nacional continuará sendo a melhor alternativa para todos? Os sistemas atualmente utilizados estão preparados? A equipe interna compreende os impactos da mudança? Essas perguntas precisarão ser respondidas com base em planejamento.

É importante destacar que a Reforma Tributária não deve ser encarada apenas pelo viés do medo. Toda mudança também cria oportunidades. Empresas que iniciarem esse processo agora tendem a atravessar a transição com mais tranquilidade, reduzir retrabalhos e tomar decisões mais estratégicas.

Talvez a principal lição seja justamente esta: a Reforma Tributária não será um evento que acontecerá de uma única vez. Ela já está influenciando decisões empresariais e exigindo preparação.

Por isso, a pergunta que os empresários catarinenses deveriam fazer não é “quando a Reforma Tributária vai começar?”.

A pergunta correta é: minha empresa está preparada para o novo cenário tributário que já começou?





Source link