Parlamentares de CPMI afirmam que família Camisotti recebeu mais dinheiro que ‘Careca do INSS’ – Notícias


26/02/2026 – 19:35  

Carlos Moura/Agência Senado

Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (E) e Paulo Camisotti

Deputados e senadores da CPMI do INSS afirmaram nesta quinta-feira (26) que a família Camisotti movimentou, no esquema de descontos ilegais sobre aposentadorias e pensões, valores muito superiores aos atribuídos a Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS” – apontado até então como o maior operador financeiro do caso. Parlamentares também classificaram Paulo Camisotti (filho do empresário Maurício Camisotti, acusado de envolvimento na fraude) como herdeiro e peça central da estrutura montada pela família para operar o que chamaram de “império do crime”.

Paulo Camisotti compareceu à comissão mista de inquérito na condição de testemunha, segundo o presidente do colegiado, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Amparado por um habeas corpus, o depoente permaneceu em silêncio diante de diversas perguntas feitas pelos parlamentares. Durante a oitiva, houve pedidos dos integrantes da CPMI para que ele deixe a condição de testemunha e passe a ser investigado.

O relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), afirmou que o foco no “Careca do INSS” acabou desviando a atenção dos parlamentares sobre a família, que teria movimentado valores cinco vezes maiores do que ele. Segundo o deputado, três entidades investigadas teriam repassado juntas mais de R$ 800 milhões, sendo que cerca de R$ 350 milhões teriam chegado diretamente a empresas ligadas aos Camisotti.

“Essa família é três, quatro vezes, cinco vezes, melhor falando, mais forte do que o Careca do INSS. Botaram o nome do Careca do INSS e a gente ficou repetindo que ele era o maior operador financeiro. Mas lembrem desse nome: Camisotti. Nessa operação aqui, foi cinco vezes maior”, declarou.

Gaspar também defendeu a mudança de status do depoente. “Que ele saia daqui como investigado e seja preso”, afirmou.

Empresas suspeitas
O relator destacou ainda que Paulo Camisotti figura como presidente ou representante de mais de 20 empresas. Entre elas estão a Benfix, a Brasil Dental Serviços Compartilhados e a Rede Mais Saúde, apontadas em investigações como destinatárias de recursos de associações que operavam descontos sobre benefícios do INSS.

Segundo Gaspar, isso em tese indicaria um empresário bem-sucedido, mas o depoente não explicou quais são as atividades dessas empresas, apesar da movimentação de cifras milionárias apontadas na investigação.

Ao ser questionado sobre a relação dele ou de suas empresas com as associações, Camisotti respondeu apenas: “Vou permanecer em silêncio”. Repetiu a frase ao ser perguntado sobre cargos, vínculos societários e outros pontos considerados informativos pelos parlamentares.

Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado



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Chuvas: saque do FGTS é liberado para moradores de cidades de MG


A partir desta sexta-feira (27), moradores das cidades de Juiz de Fora, Matias Barbosa e Ubá – cidades mineiras afetadas pelos temporais – poderão solicitar o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O valor a ser retirado é limitado a R$ 6.220.

De acordo com a Caixa, a solicitação pode ser feita pelo Aplicativo FGTS.​

É necessário ter saldo na conta do FGTS e não ter feito saque pelo mesmo motivo (calamidade) em menos de 12 meses.

>> Veja passo a passo para solicitar o saque do FGTS:  

  • Baixe o app FGTS e insira as informações de cadastro;
  • Acesse a opção “Solicitar seu saque 100% digital” ou, no menu inferior, vá em “Saques” e selecione “Solicitar saque”;
  • Clique em “Calamidade pública”, informe o nome do município e selecione-o na lista;
  • Escolha o tipo de comprovante de endereço, digite o CEP e o número da residência;
  • Encaminhe foto de documento de identidade e de comprovante de residência em nome do trabalhador, emitido até 120 dias antes da decretação da calamidade;
  • Escolha a conta para crédito do valor (Caixa ou outro banco) e envie a solicitação.

Doação

A Caixa informou que, junto com a ONG Moradia e Cidadania, irá arrecadar recursos para famílias afetadas pelos temporais. 

As doações podem ser feitas por meio de depósito em conta ou Pix.

Chave Pix (Telefone): 31999910733

Banco: CAIXA (104)

Agência: 0620

Operação: 1292

Conta Corrente: 577578823-7

Chuvas 

Subiu para 59 o número de pessoas mortas na região da Zona da Mata mineira pelo excesso de chuvas nos últimos dias, informa o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais em boletim divulgado no início da noite desta quinta-feira (26).

As operações de busca e salvamento prosseguiram ao longo de todo o dia, em oito frentes de atuação, sendo seis em Juiz de Fora e duas em Ubá, que são municípios próximos.



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Programa Câmara pelo Brasil é inaugurado em Salvador com debate sobre trabalho por aplicativo – Notícias


26/02/2026 – 20:00  

Divulgação

Leo Prates coordenou o debate em Salvador do programa Câmara pelo Brasil

Debate realizado em Salvador (BA) sobre a regulamentação do trabalho por aplicativo inaugurou, nesta quinta-feira (26), o programa Câmara pelo Brasil. A iniciativa do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), visa estreitar os laços da Casa com o cidadão e aproximar a atividade parlamentar das realidades regionais. O evento ocorreu na Câmara Municipal da capital baiana, sob a coordenação do deputado Leo Prates (PDT-BA).

“Salvador, como a primeira capital do Brasil, está pela primeira vez recebendo o projeto Câmara pelo Brasil. Eu tenho muito orgulho de ter participado – junto com o deputado Da Vitoria (PP-ES) e o deputado Hugo Motta – da gestação desse projeto”, disse Leo Prates.

Prates também agradeceu o presidente da Câmara Municipal, vereador Carlos Muniz, por receber os deputados federais. “Muito desse projeto tem a ver com Câmara Itinerante, que é um projeto da Câmara de Salvador que roda os bairros. Então, a ideia é que o Câmara pelo Brasil rode as cidades com os principais debates da Câmara e aproxime a Câmara da população”, disse o deputado.

Aplicativos
Leo Prates é vice-presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 152/25, sobre regulamentação dos trabalhadores por aplicativo. As estimativas mostram que existem hoje cerca de 1,7 milhão de motoristas e 500 mil entregadores que utilizam essas plataformas para trabalhar.

O texto foi o foco de três audiências públicas em Brasília, reunindo representantes de trabalhadores, empresas, governo e Justiça. O tema é alvo de vários questionamentos no Supremo Tribunal Federal (STF). O relator, deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), prometeu apresentar seu texto final, em cerca de duas semanas, para votação na comissão especial. A expectativa é de votação em Plenário em março ou abril.

“Hoje é a terra de ninguém: os aplicativos impõem a forma que querem tratar os trabalhadores, exigem o que querem, pagam como querem. Isso acontece porque falta uma legislação que trate desse assunto. Que é exatamente o que nós estamos tentando fazer”, disse Coutinho.

Ele afirmou que o relatório vai buscar a garantia de direitos dos trabalhadores – como transparência de valores, seguro de acidentes ou de vida e aposentadoria – sem custos excessivos que inviabilizem os investimentos das plataformas e a geração de novos empregos.

Reclamações
A audiência em Salvador registrou muitas reclamações de motoristas de aplicativos sobre a atuação das plataformas. O motorista Cláudio Sena deu um exemplo.

“Agora no Carnaval, a Uber cobrou de uma passageira R$ 310 no black da Barra para o aeroporto. E para o motorista aparecendo R$ 175. Eu tenho esse print lá para fazer uma publicação. Como pode um negócio desse?, questionou.

Alguns motoristas também se queixaram do projeto em análise na Câmara dos Deputados. O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Motoristas de Aplicativos, deputado Daniel Agrobom (PL-GO), garantiu que está atento às reivindicações da categoria.

“Se não vier um relatório em que vocês, trabalhadores, sejam realmente valorizados, nós não vamos aceitar. A frente parlamentar tem um bom número de deputados: se for preciso levar isso para o Plenário, nós vamos levar. O nosso intuito é trabalhar o máximo possível para que essa regulamentação aconteça, mas que ela aconteça trazendo como ponto principal a valorização do trabalhador”, disse.

Além de ampliar a interlocução entre o Legislativo e a sociedade, o programa Câmara pelo Brasil busca contribuir com a formulação de políticas públicas mais eficazes, fortalecer o processo legislativo e melhorar a percepção da população sobre o trabalho parlamentar.

Reportagem – José Carlos Oliveira
Edição – Roberto Seabra



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PF tem papel importante no combate ao feminicídio, diz diretor-geral


O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, destacou nesta quinta-feira (26) a relevância do trabalho da instituição no combate aos casos de feminicídio no país. Em entrevista ao programa Alô Alô Brasil, da Rádio Nacional, ele respondeu aos questionamentos do apresentador José Luiz Datena sobre os recentes casos desses crimes ocorridos, principalmente, em São Paulo.

 “A PF tem um papel de integração com as agências estaduais, fundamentalmente, dando apoio em tecnologia, com o nosso conhecimento de investigações, para que as polícias civil e militar possam também atuar efetivamente nesses casos, especialmente na prevenção”.

Segundo ele, o feminicídio deve ser enfrentado “em todos os seus vetores e vieses”. “E, infelizmente, há um número crescente. É um crime de difícil atuação. Muitas vezes, é a relação íntima, familiar, relações sentimentais, que descambam para essa barbárie, que é o assassinato das mulheres por essa condição”, acrescentou.

Marielle

O diretor da PF elogiou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na condenação dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Para ele, a condenação dos envolvidos, nessa quarta-feira (25), mostra a importância das instituições brasileiras

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal, foram condenados a 76 anos e três meses pelos crimes de organização criminosa, duplo homicídio e tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, assessora de Marielle, que sobreviveu ao atentado. 

“É uma demonstração de que as instituições [do Estado] são mais fortes que o crime organizado, são mais fortes que o crime e que, quando funcionam, os resultados aparecem”.

Banco Master

Sobre as investigações envolvendo o Banco Master, Andrei Rodrigues, disse que a não obrigatoriedade de Daniel Vorcaro comparecer à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é um direito assegurado aos investigados. 

“A presença ou não de algum investigado, de maneira geral, é [ponto] pacífico na doutrina, do direito do investigado se manter em silêncio durante eventual interrogatório. E isso como corolário ao entendimento de que é desnecessário, inclusive, o comparecimento, que seria absolutamente inútil numa comissão parlamentar de inquérito.”



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Motta cria comissão externa para acompanhar impactos das chuvas em Minas Gerais – Notícias


26/02/2026 – 17:28  

Agência Brasil

Famílias atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou comissão externa para acompanhar, fiscalizar e propor medidas relativas aos impactos das chuvas na região da Zona da Mata em Minas Gerais. A coordenadora do colegiado designada por Motta é a deputada Ana Pimentel (PT-MG). Os integrantes do grupo serão indicados nos próximos dias e não haverá ônus financeiro para a Câmara dos Deputados.

A situação das chuvas nos municípios mineiros é crítica. O estado enfrenta um dos meses mais chuvosos da sua história. O número de mortos já passa de 50. Há também dezenas de desaparecidos, com as equipes de resgate focadas em áreas de soterramento e inundações, e mais de 3.500 desabrigados. A cidade de Juiz de Fora é a mais afetada pela tragédia.

A criação da comissão atende a requerimento de Ana Pimentel. Segundo ela, a criação da comissão permitirá que parlamentares acompanhem in loco a situação das áreas atingidas, dialoguem com autoridades locais, Defesa Civil, Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Ministério das Cidades, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, além de representantes da sociedade civil,
universidades e órgãos técnicos.

“Trata-se de medida necessária diante da gravidade do ocorrido e da recorrência crescente de eventos extremos associados às mudanças climáticas, que exigem resposta coordenada, planejamento de médio e longo prazo e fortalecimento das políticas públicas de prevenção e adaptação”, afirmou.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Wilson Silveira



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Canhotos são mais competitivos que destros



A maioria das pessoas é destra, mas 10,6% são canhotos. Há um debate de longa data sobre a razão pela qual este padrão específico de 90 para 10 entre destros e canhotos tem sido praticamente estável ao longo dos séculos e dos países. Uma perspectiva de psicologia evolucionista é que tanto o destro quanto o canhoto têm vantagens evolutivas.

A ‘hipótese da luta’ e a evolução da lateralidade

Os destros podem ter uma vantagem em alguns comportamentos cooperativos, como aprender a criar algo com base no modelo de outra pessoa como fazê-lo. Como a maioria dos professores são provavelmente destros, os alunos destros podem ter mais facilidade em aprender uma nova tarefa. Pensa-se que os canhotos, em comparação, têm uma vantagem em situações competitivas, como as lutas, porque são muito mais raros que os destros, tornando os seus ataques em situação de combate mais surpreendentes do que os dos destros.

Na verdade, estudos demonstraram que os canhotos têm uma vantagem em alguns desportos como a esgrima e o badminton (ver o meu artigo). publicar nesta pesquisa). No entanto, para que os canhotos possam realmente beneficiar da sua vantagem surpresa em situações desportivas ou de luta, devem ser altamente competitivos e procurar activamente situações de conflito ou competições desportivas. No entanto, até agora, não houve nenhum estudo sobre competitividade e lateralidade.

Um novo estudo sobre lateralidade e competitividade

Nova pesquisa publicada em Relatórios Científicos concentra-se em investigar a ligação entre canhoto e competitividade (Prete et al, 2026). No estudara equipe de pesquisa liderada pela cientista Giulia Prete, do Departamento de Psicologia da Universidade de Chieti-Pescara, na Itália, conduziu dois experimentos.

No primeiro experimento, os cientistas coletaram dados de mais de 1.100 voluntários. Cada voluntário preencheu o Inventário de lateralidade de Edimburgo, um teste bem conhecido para avaliar a preferência manual. Com base nesses dados, os cientistas identificaram 50 voluntários fortemente canhotos e 483 voluntários fortemente destros. Os voluntários preencheram vários questionários sobre personalidadecompetitividade, depressãoe ansiedade. A análise estatística mostrou que um destro mais forte estava ligado a um comportamento mais forte motivado pela ansiedade. concorrência evitação. Também mostrou que o maior canhoto estava ligado a uma orientação competitiva de autodesenvolvimento mais forte. Além disso, os canhotos apresentaram níveis mais elevados de orientação hipercompetitiva. Assim, em conjunto, os resultados da primeira experiência mostram que os destros tendem a evitar a concorrência em maior medida do que os canhotos, enquanto os canhotos apresentam maior competitividade do que os destros. No segundo experimento, um subconjunto de voluntários do primeiro experimento foi convidado novamente para realizar a tarefa do pegboard, uma medida comum de habilidade manual. No entanto, não surgiu nenhuma associação com competitividade.

Remover

Tomados em conjunto, o estudo forneceu uma importante peça do quebra-cabeça para a compreensão da evolução do canhoto: os canhotos são, de fato, mais competitivos do que os destros.



Fonte




Prêmio de R$ 50 mil do Nota Goiana sai para moradora de Goiânia – Portal Goiás


Sorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Fotos Denis Marlon / EconomiaSorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Fotos Denis Marlon / Economia
Sorteio de fevereiro do Nota Fiscal Goiana foi realizado no Complexo Fazendário, sede da Secretaria da Economia, em Goiânia (Fotos Denis Marlon/Economia)

Uma moradora de Goiânia ganhou o prêmio principal no sorteio de fevereiro do programa Nota Fiscal Goiana, realizado nesta quinta-feira (26/02), na Secretaria da Economia. Silvana V. Veiga está inscrita desde 2015 e levou R$ 50 mil (valor bruto).

Outros R$ 150 mil foram distribuídos entre consumidores de 42 municípios. A lista completa dos 158 vencedores está disponível em https://goias.gov.br/nfgoiana/sorteio-no-112/.

Além do prêmio principal de R$ 50 mil, o Governo de Goiás distribuiu três de R$ 10 mil, que saíram para Natália T. Guimarães (Goianésia), Nara Maria Soares B. de Oliveira e Edimar G. Duarte, ambos de Goiânia. Há também quatro premiações de R$ 5 mil, 50 de R$ 1 mil e 100 de R$ 500. Os valores são brutos, ainda sem a incidência de Imposto de Renda.

A capital teve 83 ganhadores, e também estão entre os municípios mais contemplados em fevereiro Aparecida de Goiânia (8), Anápolis (5), Rio Verde (4), Valparaíso de Goiás (4), Jataí (4), Goianésia (3), Planaltina (3), Senador Canedo (3), Águas Lindas de Goiás (3), Luziânia (2), Mineiros (2), Caiapônia (2), Itumbiara (2), Aruanã (2) e Inhumas (2).

Como requerer o prêmio

Sorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Denis MarlonSorteio de fevereiro de 2026 da Nota Fiscal Goiana / Denis Marlon
Contemplados têm até 90 dias para requerer o prêmio (Foto: Denis Marlon/Economia)

Os vencedores devem acessar www.goias.gov.br/nfgoiana, fazer login e inserir os dados bancários na área Premiação.

“O pedido de resgate do dinheiro é feito exclusivamente no site oficial do Nota Goiana”, destaca o coordenador do programa, Leonardo Vieira de Paula.

Os contemplados têm até 90 dias após a publicação do resultado do sorteio no Diário Oficial para requerer o prêmio.

Na edição nº 112, concorreram quase 460 mil consumidores inscritos no programa que pediram CPF na nota em janeiro e que tinham documentos fiscais não pontuados nos sorteios anteriores.

Para participar dos próximos sorteios, que distribuem R$ 200 mil em prêmios todos os meses, o cidadão que ainda não é inscrito deve fazer o cadastro gratuito uma única vez no site do programa e pedir nota fiscal com CPF nas compras realizadas no comércio varejista, em Goiás.

Os inscritos também podem receber até 10% de desconto no IPVA. Confira a lista completa dos ganhadores do sorteio nº 112 (fevereiro).



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Comissão aprova projeto que cria programa nacional para envelhecimento ativo – Notícias


26/02/2026 – 15:46  

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Deputado Castro Neto, relator do projeto de lei

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou na quarta-feira (25) o Projeto de Lei 5432/25, que cria o Programa Nacional da Longevidade Ativa e Saudável (PNLAS). O texto define regras para futuras ações que incentivem o envelhecimento com saúde e participação social no país.

O programa será coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, com o apoio de outras pastas, como Saúde e Educação.

O PNLAS prevê ações nas seguintes áreas:

  • promoção da saúde e prevenção de doenças;
  • oferta de cursos ao longo da vida;
  • inclusão digital;
  • combate à discriminação por idade;
  • adaptação das cidades para melhorar a acessibilidade.

A proposta também cria:

  • o Selo Brasil Longevo, para reconhecer iniciativas que promovam o bem-estar das pessoas idosas; e
  • o Fundo Nacional da Longevidade, para financiar ações voltadas a esse público.

O programa deverá atuar em conjunto com o Estatuto da Pessoa Idosa, lei que garante direitos a essa população.

O relator da proposta, deputado Castro Neto (PSD-PI), apresentou parecer favorável e destacou que a iniciativa prepara o Estado para as transformações demográficas do País. “A criação do programa e do fundo de financiamento confere maior sustentabilidade às políticas propostas”, afirmou o parlamentar.

A autora, deputada Renata Abreu (Pode-SP), argumenta que o envelhecimento deve ser visto como uma conquista social e uma oportunidade de desenvolvimento. Para ela, “a longevidade ativa pode impulsionar a economia e fortalecer vínculos sociais, melhorando a qualidade de vida de todos”.

O PNLAS terá como eixos estratégicos:

  • saúde e bem-estar: fortalecimento dos serviços básicos de saúde, prevenção de doenças crônicas, cuidado com a saúde mental e incentivo à prática de exercícios.
  • educação e cultura: ampliação de universidades abertas à terceira idade, cursos profissionalizantes e acesso à tecnologia.
  • trabalho e renda: políticas de incentivo ao emprego e ao empreendedorismo para pessoas com 50 anos ou mais.
  • infraestrutura e mobilidade: adaptações nas cidades para melhorar a acessibilidade.
  • proteção e direitos: ampliação dos canais de denúncia contra violência às pessoas idosas.
  • inovação e economia prateada: apoio a negócios, produtos e serviços voltados às necessidades das pessoas idosas.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

 

 

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra



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Você deve se vestir como colegas de trabalho mais jovens?


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sala de conferências com diversos colegas de trabalho de diferentes gerações e idades e trajes de trabalho; a mulher de pé e se dirigindo ao grupo é uma jovem negra vestindo uma blusa azul e calças clarassala de conferências com diversos colegas de trabalho de diferentes gerações e idades e trajes de trabalho; a mulher de pé e se dirigindo ao grupo é uma jovem negra vestindo uma blusa azul e calças claras
Foto de estoque via Depósito Fotos / negócio de macacos.

O NYT fez uma pergunta interessante “Pergunte a Vanessa” recentemente: você deveria se vestir como colegas de trabalho mais jovens? Vamos discutir…

No AGORA artigo (link do presente), o escritor pergunta a Vanessa:

Trabalho com muitos colegas mais jovens num trabalho que inclui muitos lançamentos, jantares e festas. Enquanto eu me “vesto” para esses eventos, meus colegas ficam com os jeans, malhas e tênis que usaram o dia todo. Nessa situação eu me apresento como uma relíquia, não importa quão bem as roupas me caibam. Existem maneiras de adotar uma abordagem mais casual e ao mesmo tempo respeitar a ocasião? – Ali, Sydney, Austrália

Vanessa Friedman, crítica de moda do NYT, diz a ela que a idade é uma coisa difícil de enganar completamente as pessoas – ninguém vai pensar que você é tão jovem quanto suas filhas, a menos que seja Kris Jenner. Mas, ela observa, você quer se basear na sua idade e na experiência que isso traz… e se vestir como quiser.

Você deve se vestir como seus colegas de trabalho mais jovens?

Eu concordo com este conselho – presumivelmente, com a idade você conquistou o direito de se vestir como quiser. É por isso que muitas vezes aconselhamos as mulheres mais jovens que estão começando a procurar orientação de moda em um nível intermediário, em vez do chefe – porque o chefe pode se vestir como quiser.

Também acho que as pessoas concordam com a presença de um adulto na sala na maioria das circunstâncias para eventos de trabalho. Quem está no comando? A pessoa mais bem vestida (no sentido conservador) costuma ser uma suposição segura.

Dito isto, há algumas nuances aqui que considero interessantes e adoraria saber sua opinião…

Usar um vestido justo + salto alto envelhece você?

É uma daquelas coisas que é particularmente difícil agora porque a moda tomou um rumo decididamente casual nos últimos anos – e um ótimo exemplo disso é o vestido bainha + salto alto, que sempre foi uma roupa segura para conferências, eventos de networking e muito mais, bem como para o escritório.

Nos últimos anos, tenho certeza de que todos nós participamos de eventos onde a maioria das pessoas usava jeans e blazers ou algo similarmente casual (especialmente os mais jovens), e havia algumas mulheres ainda com vestidos justos e salto alto. Notarei desde o início que tenho certeza de que eles pareciam fabulosos – foi uma escolha muito segura por um motivo, é tão fácil de parecer elegante e montado. Mas… isso os envelheceu?

Acho que essa questão é meio irrelevante, honestamente – a questão mais importante é: eles pareciam estar fora de contato? Parecia que não sabiam em que ano estávamos ou como estavam as modas atuais? Acho que não – acho que aquelas pessoas de salto alto e vestido justo provavelmente mantiveram sua seriedade e respeito e pareciam estar no comando. Será que eles poderiam ter usado jeans, blazer e mocassins e ainda parecer elegantes e no comando (ou, em um ambiente mais conservador, um par de calças largas e uma jaqueta feminina)? Com certeza, mas ao mesmo tempo atendendo à ocasião.

Faz diferença o tamanho da diferença de idade?

Aqui está um ponto importante: quanto menor a diferença de idade, mais difícil se torna a questão.

Se você tem 40 e poucos anos, provavelmente atingiu a maioridade profissional em uma época em que vestido justo, blazer e salto alto não eram apenas aceitáveis, mas também o uniforme padrão para parecer competente no trabalho. Muitas mulheres construíram guarda-roupas inteiros em torno dessa fórmula, e ela funcionou de maneira confiável durante anos.

Enquanto isso, colegas de trabalho com quase 20 anos (e até mesmo com 30 e poucos anos) podem ter iniciado suas carreiras durante ou após a pandemia, quando os escritórios já estavam migrando para um business casual mais suave. Eles não “rejeitaram” o vestuário formal de trabalho – simplesmente nunca o adotaram. Para eles, a linguagem visual do profissionalismo é diferente: calças, malhas, sapatilhas e camadas em vez de ternos e escarpins.

Assim, quando os dois grupos se encontram num jantar de trabalho ou num evento de networking, pode parecer menos um desentendimento de moda e mais um momento de viagem no tempo. Ambos os grupos estão se vestindo profissionalmente de acordo com as regras que aprenderam… mas as regras não são as mesmas.

A verdadeira questão: não é a idade… é a formalidade

Não acho que um vestido justo e salto alto envelheça alguém automaticamente. O que pode fazer, no entanto, é sinalizar um nível de formalidade que já não condiz com o ambiente.

Durante muitos anos, a estratégia mais segura era vestir-se um pouco mais formalmente do que qualquer outra pessoa. Hoje, isso às vezes pode ser interpretado menos como “polido” e mais como “fora de sincronia”, especialmente em escritórios onde a hierarquia é mais plana e a acessibilidade é valorizada.

Em outras palavras, a questão não é:

“Eu pareço mais velho que meus colegas de trabalho?”

Isso é:

“Estou falando a mesma linguagem visual do meu local de trabalho?”

As roupas comunicam papel, autoridade e adaptabilidade. Quando a maior parte da sala é de alfaiataria descontraída e você está com uma roupa profissional tradicional completa, a diferença pode se destacar mais do que você pretende – não porque você esteja mal, mas porque o código de vestimenta mudou silenciosamente.

Então, o que você realmente deve vestir?

O objetivo não é se vestir mais jovem. O objetivo é vestir atual.

Isso não significa adotar todas as tendências que seus colegas de trabalho estão usando. Significa atualizar a estrutura do seu look, mantendo seu estilo pessoal e nível de polimento.

Algumas traduções fáceis:

Em vez de:

  • vestido bainha + scarpins
    Tentar:
  • vestido coluna + sapatilhas ou mocassins + jaqueta macia

Em vez de:

Em vez de:

Você mantém a autoridade e o polimento, mas apenas remove a rigidez.

O que você não precisa fazer

Você faz não precisa:

  • use tênis em eventos profissionais
  • copie as roupas casuais dos seus colegas de trabalho mais jovens
  • abandonar alfaiataria ou roupas de qualidade
  • perseguir tendências que não parecem com você

Vanessa Friedman está certa ao dizer que você não convencerá ninguém de que tem 26 anos vestindo-se como uma pessoa de 26 anos. Mas você também não precisa se vestir como se estivéssemos em 2012 para parecer competente.

O estilo profissional mudou para “roupas reais e polidas”. O ponto ideal são roupas que pareçam intencionais e atuais, sem parecer que você tentou se misturar a uma faixa etária diferente.

Uma regra prática útil

Se você quiser um guia prático, tente isto:

Combine a formalidade da sala, não a idade das pessoas nela.

Os colegas de trabalho mais jovens muitas vezes se adaptam inconscientemente à cultura do local de trabalho; eles apenas começaram a partir de uma linha de base diferente. Ao ajustar a formalidade em vez de copiar itens específicos, você fica alinhado com o ambiente e ao mesmo tempo se parece com você mesmo.

E, em muitas situações, ainda há valor em ser a pessoa um pouco mais polida na sala… mas não a apenas pessoa vestida para uma década diferente.

Leitores, vamos ouvir de vocês. Você já se deparou com isso em conferências, eventos de recrutamento ou jantares de escritório? Você já mudou de roupa porque todo mundo apareceu mais casual (ou mais formal) do que você esperava?



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Agência Brasil cresce 20% em visualizações em 2025


A Agência Brasil encerrou 2025 com melhora nos indicadores de desempenho digital, consolidando‑se como uma das principais fontes de informação do país. Segundo relatório anual da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o portal registrou um crescimento de 20% nas visualizações de página em comparação a 2024, mantendo trajetória de expansão. O número de usuários também avançou, com alta de 9%, ao mesmo tempo em que houve aumento de 2% no total de usuários recorrentes, sinalizando maior fidelização do público ao portal.

Os dados revelam ainda que a Agência Brasil teve, ao longo do ano, movimento expressivo de acesso intencional. O tráfego direto respondeu por mais de 19 milhões de sessões, equivalente a 25% do total registrado em 2025. Esse dado contribui para o fortalecimento da marca, da lembrança do nome e da confiança acumulada junto ao leitor que acessa o site de forma espontânea, sem depender de mecanismos de busca ou intermediários. Com esse comportamento do público, o relatório classifica 2025 como um ano de ganho de escala, em que a plataforma ampliou seu alcance ao mesmo tempo em que consolidou sua autoridade informativa.

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Presença nas redes sociais

Além do crescimento no portal, houve impacto significativo nas redes sociais. As postagens da Agência Brasil no Instagram e no Facebook alcançaram mais de 349 milhões de visualizações ao longo de 2025, reforçando a capacidade do veículo de dialogar com públicos diversos. A força da marca também se expressou no ecossistema de republicações: 31.585 endereços diferentes replicaram matérias da Agência Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025. O volume de reproduções mostra a centralidade do conteúdo jornalístico da Agência na circulação de notícias em portais regionais, veículos especializados, órgãos públicos e sites internacionais.

O presidente da EBC, Andre Basbaum, destacou o papel estratégico da Agência Brasil como patrimônio informativo do país.

“Os números de 2025 comprovam que a Agência Brasil é uma referência nacional de credibilidade. Crescemos em audiência, em tráfego direto e em presença multiplataforma, ampliando nossa capacidade de informar o país com rigor, responsabilidade e serviço público. Esse desempenho é fruto de uma equipe comprometida e de uma missão que se fortalece a cada ano: garantir à sociedade brasileira o direito de acessar informação qualificada”, disse.

Oferta para livros didáticos

Além dos dados de audiência, a Agência Brasil cresceu também no número de conteúdos solicitados por livros didáticos. Em 2024, foram 160 obras educacionais que incorporaram textos, fotos e áudios produzidos pelo veículo. Já em 2025, foram 221 conteúdos licenciados – dos quais 39 são da Radioagência. Algumas obras chegaram a ter tiragem de 40 mil exemplares, além de disponibilização na internet. Contabilizando todas as 221 ocorrências, a tiragem das obras ultrapassa 2,2 milhões de exemplares, além de usos pontuais para um documentário e quatro séries documentais.

O licenciamento é uma das linhas de negócio da EBC, conforme previsão legal. Essa é a modalidade usada nos casos em que o material será comercializado. Para outros fins, a exemplo de divulgação jornalística, as imagens e textos da Agência Brasil são liberados mediante a indicação dos créditos de autoria. Conteúdos originados de agências internacionais, porém, são de reprodução proibida.

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