Receita oficializa regras do Confia e uso do selo de conformidade


A Receita Federal do Brasil publicou na última quinta-feira (11) a Portaria RFB nº 695, de 10 de junho de 2026, que redefine as regras de identidade institucional do Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia). A norma padroniza o uso da marca oficial, do selo destinado às empresas participantes e do manual de aplicação visual, estabelecendo critérios obrigatórios de comunicação e uso dos símbolos do programa.

A medida impacta diretamente empresas já admitidas ou interessadas em aderir ao Confia, pois o Selo Confia passa a ter regras formais de concessão, manutenção e fiscalização de uso, podendo ser suspenso ou cancelado em caso de descumprimento das exigências. A regulamentação também reforça a possibilidade de sanções e exclusão do programa, caso as condições de conformidade não sejam atendidas.

O Confia foi instituído como política permanente pela Lei Complementar nº 225, de 8 de janeiro de 2026, e tem como base a construção de um modelo de relacionamento cooperativo entre a Receita Federal e os contribuintes. A nova portaria organiza a forma como essa política será identificada publicamente e como seus símbolos poderão ser utilizados por órgãos e empresas.

Receita Federal padroniza identidade visual do Programa Confia

A Portaria RFB nº 695/2026 estabelece que o programa passa a ter uma identidade institucional estruturada em três pilares: Marca Confia, Selo Confia e Manual de Utilização.

A Marca Confia é o elemento visual que representa oficialmente o programa como política pública da Receita Federal. Seu uso é restrito ao órgão e só pode ser autorizado a terceiros em situações específicas, com controle institucional rígido.

O objetivo da medida é evitar usos indevidos, padronizar a comunicação oficial e garantir que a identidade visual do programa não seja utilizada fora dos parâmetros definidos pela administração tributária.

Selo Confia será usado por empresas em conformidade fiscal

O Selo Confia passa a ser o principal instrumento de identificação das empresas participantes do programa. Ele será concedido apenas às organizações que cumprirem os requisitos de adesão e permanência definidos pela Receita Federal.

Na prática, o selo funciona como um indicador oficial de conformidade tributária, podendo ser utilizado em materiais institucionais, digitais e corporativos para demonstrar a participação no programa.

A concessão, no entanto, não é definitiva. As empresas precisam manter o cumprimento contínuo das obrigações previstas na regulamentação, especialmente na Instrução Normativa RFB nº 2.295/2025, que disciplina os critérios de permanência no Confia.

O descumprimento dessas regras pode levar à suspensão do uso do selo, perda da habilitação e até exclusão do programa.

Uso do selo dependerá de regras do manual oficial

A portaria também determina que o uso do Selo Confia deve seguir obrigatoriamente o Manual de Utilização da Marca, que integra a norma como anexo técnico.

O documento estabelece padrões de aplicação visual, restrições, formatos permitidos e exemplos de uso correto da marca e do selo em diferentes canais de comunicação, incluindo ambientes digitais e materiais impressos.

O manual será disponibilizado nos canais oficiais da Receita Federal e do próprio programa, servindo como referência obrigatória para empresas participantes.

Sanções e controle reforçam fiscalização do programa

A Receita Federal prevê que o uso indevido do Selo Confia poderá gerar sanções administrativas, incluindo a suspensão do direito de uso, exclusão do programa e outras penalidades cabíveis.

A norma também assegura às empresas o direito ao contraditório e à ampla defesa em eventuais processos de apuração de irregularidades.

Com isso, o órgão reforça o caráter fiscalizatório do programa e estabelece maior controle sobre a utilização dos símbolos institucionais associados ao Confia.

Vigência e revogação de norma anterior

A Portaria RFB nº 695/2026 entra em vigor em 11 de junho de 2026, data de sua publicação, e revoga a Portaria RFB nº 445, de 2 de agosto de 2024.

Com a atualização, a Receita Federal consolida o modelo de identidade institucional do Confia e reforça a padronização da comunicação oficial do programa, além de estabelecer regras mais rígidas para uso do selo por empresas participantes.





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Anac apura se helicóptero que colidiu fazia transporte clandestino


A Anac, Agência Nacional de Aviação Civil investiga se um dos helicópteros que se chocaram no ar, neste domingo, 14 de junho, no Rio de Janeiro, estava realizando transporte aéreo clandestino. As seis pessoas que estavam nas aeronaves morreram.

Em nota, a agência informou que a aeronave prefixo PP-MAC, que levava o piloto e quatro passageiros, constava da lista de monitoramento da unidade de fiscalização presencialmente, por causa de uma denúncia de transporte aéreo clandestino, recebida em 2025. Ainda segundo a Anac, após a apuração, os responsáveis pela aeronave foram autuados por recusa de informações.

Os dois helicópteros colidiram e caíram nos arredores da Avenida das Américas, no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste da cidade.

Segundo os bombeiros, a queda das aeronaves foi no estacionamento de uma concessionária de carros elétricos provocando um incêndio que atingiu pelo menos 20 veículos. 

A Polícia Civil investiga a colisão. A perícia foi realizada e agentes aguardam o laudo do Cenipa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, ligado ao Comando da Aeronáutica.

A aeronave que explodiu seguia para Angra dos Reis, na Costa Verde, com o piloto Alexandre Souza e quatro passageiros: o brasileiro e produtor musical Lucas Frota; o cantor e produtor americano Oliver Tree, e os argentinos Gaspi, que era youtuber, e Lucas Vignale, diretor de videoclipes.

No outro helicóptero, estava apenas o piloto, Charles Marsillac, que seguia para a Região Serrana.

*Com informações da Agência Brasil




Fonte GDF




Receita esclarece cessão de mão de obra


A Receita Federal esclareceu as condições em que empresas de treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial optantes pelo Simples Nacional podem prestar serviços sem infringir as regras que vedam a cessão de mão de obra no regime simplificado. O entendimento foi formalizado por meio da Solução de Consulta Cosit nº 87, publicada neste mês.

Segundo a Receita, a caracterização da cessão de mão de obra depende da presença simultânea de três requisitos: colocação de trabalhadores à disposição da empresa contratante, execução dos serviços nas dependências da contratante ou de terceiros e prestação de serviços contínuos, relacionados ou não à atividade-fim da empresa tomadora.

O esclarecimento é especialmente relevante para empresas de treinamento, consultoria e capacitação profissional enquadradas no Simples Nacional, já que a cessão de mão de obra pode resultar em restrições ao enquadramento tributário quando configurada nos termos da legislação. A Receita reforçou que a análise deve observar o conceito previsto na Resolução CGSN nº 140/2018 e na Instrução Normativa RFB nº 2.110/2022, além de entendimentos já consolidados em soluções de consulta anteriores.

Na prática, isso significa que nem toda prestação de serviços realizada nas dependências do cliente configura cessão de mão de obra. Para que haja essa caracterização, é necessário que os profissionais permaneçam à disposição da contratante para atender necessidades contínuas da empresa, e não apenas para executar um serviço específico previamente contratado.

Impactos para empresas do Simples Nacional

O tema ganha relevância porque a legislação do Simples Nacional estabelece restrições para atividades exercidas mediante cessão ou locação de mão de obra. Em diversos entendimentos da Receita, a caracterização dessa modalidade pode resultar em vedação ao regime simplificado ou em alterações no tratamento tributário da empresa.

Recentemente, a Receita também promoveu ajustes normativos para reforçar que a cessão ou locação de mão de obra somente enseja exclusão do Simples Nacional nas hipóteses expressamente previstas em lei, buscando uniformizar a interpretação das regras e aumentar a segurança jurídica para os contribuintes.

Atenção aos contratos

Especialistas recomendam que empresas de treinamento e capacitação revisem seus contratos de prestação de serviços para garantir que o objeto contratado esteja claramente definido, evitando cláusulas que possam caracterizar a disponibilização permanente de profissionais ao cliente.

A orientação da Receita reforça a necessidade de avaliar não apenas a descrição formal do contrato, mas também a forma como o serviço é executado na prática. Caso estejam presentes os três requisitos apontados pela administração tributária, a atividade poderá ser enquadrada como cessão de mão de obra, com reflexos tributários para a empresa prestadora.





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Gandulas: o que fazem e como atuam na Copa do Mundo 2026 – 16/06/2026 – Esporte


No futebol —e em outros esportes, como o tênis e o beisebol—, a função do gandula é recolher e devolver aos jogadores as bolas que saem do campo durante uma partida. Feito isso, ele apanha aquela que tinha saído do jogo.

Em torneios de clubes, como o Campeonato Brasileiro, esses auxiliares são selecionados pela equipe mandante.

Na Copa do Mundo, disputada em campo neutro, os gandulas são escolhidos e treinados pela Fifa entre voluntários, geralmente jovens atletas de clubes dos países-sede.

Na edição deste ano, que ocorre nos Estados Unidos, no Canadá e no México, parte dos gandulas foi selecionada em uma ação de um patrocinador do evento.

Para tentar evitar interferências indevidas, a Premier League, primeira divisão do Campeonato Inglês, determinou a partir de 2024, via regulamento, que o gandula não mais entregue a bola diretamente ao jogador.

No sistema, chamado de “multiball”, cones de plástico são espalhados ao redor do gramado, e sobre cada um é colocada uma bola. Cabe ao jogador pegar a bola que está em um desses cones para reiniciar a partida. A função do gandula, nesse modelo, é exclusivamente reabastecer o cone vazio.

A partir de 2025, a FPF (Federação Paulista de Futebol), a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciaram a adoção do mesmo sistema da Premier League em seus torneios —isso inclui o Campeonato Paulista, o Campeonato Brasileiro e a Libertadores.

A Copa do Mundo, porém, não adota o “multiball”.

Você pode reparar, durante os jogos, que há algumas bolas posicionadas estrategicamente fora das quatro linhas, sem cones, para que os próprios jogadores a recolham —os gandulas, porém, ainda podem entregá-las diretamente aos atletas, quando necessário.

Na Copa, para tentar coibir a cera (quando alguém demora para recomeçar a partida de forma proposital), em vez de isolar o gandula, a Fifa impôs novas regras para cobrança de lateral e tiro de meta.

Se o jogador responsável pela cobrança atrasa de forma intencional o arremesso lateral, o árbitro faz um sinal indicando que, a partir daquele momento, começa uma contagem de cinco segundos. Caso a cobrança não seja realizada dentro desse tempo, a posse de bola é dada ao time adversário.

Seguindo a mesma lógica, se o goleiro, um jogador ou a equipe atrasa de forma intencional a cobrança do tiro de meta, o árbitro sinaliza o início de uma contagem de cinco segundos. Se o lance não é realizado dentro do tempo, marca-se escanteio para o time adversário.

Origem do termo gandula

Por muitos anos difundiu-se esta história sobre a origem do termo gandula: ele teria surgido por causa do jogador argentino Bernardo Gandulla (1916-1999), que atuou no Vasco em 1939.

Dizia a lenda que era mau jogador e tentava compensar a falta de habilidade, na reserva, buscando as bolas que saíam do campo e repondo-as com rapidez.

A palavra, porém, já era usada antes —há um registro de 1933 no jornal Diário da Noite, por exemplo.

Gandulla tampouco era mau jogador: foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors.

Na verdade, o termo vem de “gandul“, palavra em espanhol que significa vagabundo, preguiçoso. Para um ofício que exige tanto esforço físico, a etimologia parece injusta.

A palavra “gandul” vem do árabe “gandûr“, que significa “jovem de classe modesta que afeta elegância e vive sem trabalhar”.

Já “gandular” é uma gíria regional do Rio Grande do Sul que significa viver à custa de outrem, parasitar.

Continua sendo injusto com os gandulas, mas a ideia de pessoa jovem que atua à margem de outras, mais notórias, aproxima-se um pouco mais da função do gandula.



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IA médica acaba de ser perdida para um modelo geral



Existe uma categoria de saúde digital que atraiu muito dinheiro e credibilidade. É o modelo de IA medicamente aprimorado. A proposta é bastante intuitiva: pegue um modelo de fronteira, adicione informações médicas selecionadas e você construirá algo em que os médicos podem confiar de uma forma que não podem confiar em um modelo de uso geral. bot de bate-papo. Na verdade, OpenEvidência arrecadou centenas de milhões de dólares com base nessa premissa. Atualizado construiu sua própria camada de IA na mesma lógica. A suposição aqui é que mais conhecimento médico deveria produzir melhor inteligência médica. Um estudo publicado recentemente em Medicina da Natureza sugere o contrário.

A matemática que alguém deveria fazer

Em primeiro lugar, é interessante observar um pouco da matemática básica. O corpus total da literatura biomédica representa coletivamente centenas de bilhões de palavras. Os modelos Frontier AI treinam em trilhões. O modelo especializado não adiciona remédios a um recipiente vazio; está acrescentando centenas de bilhões de palavras a um sistema que já absorveu trilhões, nas áreas de informação médica, biologia, química, estatística e farmacologia. Então começo a me perguntar se isso é mais como uma gota no balde de informações.

Meu cálculo aproximado coloca o conhecimento incremental que essas ferramentas especializadas agregam em algo em torno de um décimo de um por cento do que um modelo padrão já sabe. A camada especializada pode contribuir com algo marginalmente. O que este estudo sugere – algo contraintuitivo – é que já não contribui o suficiente para a importância.

Pagando um prêmio?

Pesquisadores da NYU Langone compararam o OpenEvidence e o UpToDate Expert AI com três modelos de fronteira que incluíam GPT-5.2, Gemini 3.1 Pro e Claude Opus 4.6. Os modelos foram desafiados em exames de licenciamento médico, benchmarks de alinhamento clínico e 100 consultas médicas reais com base na prática clínica real. Os resultados foram revisados ​​cegamente por médicos praticantes.

Os modelos de fronteira venceram em todas as três categorias. Mas havia mais: as ferramentas clínicas especializadas não tiveram desempenho melhor do que a Visão geral da IA ​​da Pesquisa Google. Esse é o recurso do navegador que a maioria dos usuários não sabe que existe, muito menos pelo qual paga. Aqui está minha conclusão: uma IA clínica desenvolvida especificamente, comercializada para médicos e com preços adequados, está funcionando em paridade com um navegador padrão.

Já vimos isso antes

A medicina não é a primeira área a fazer esta aposta e o precedente não é muito encorajador. Em 2023, a Bloomberg investiu pesadamente em um modelo financeiro especializado chamado BloombergGPT e foi treinada em bilhões de tokens de dados de mercado proprietários. A lógica era quase idêntica ao argumento da IA ​​clínica e sugeria que as finanças eram demasiado especializadas e consequentes para serem dominadas pelos modelos gerais. Apesar do acesso a um volume extraordinário de informações proprietárias, a BloombergGPT realizado de forma comparável aos modelos de uso geral em tarefas financeiras.

Para onde vai o valor

A verdadeira questão não é se a perícia médica é importante; isso acontece. A questão é onde reside o valor quando inteligência geral torna-se amplamente capaz de lidar com a maior parte do que os modelos especializados deveriam dominar. Se os modelos de fronteira continuarem a igualar ou exceder a IA clínica especializada, a vantagem competitiva pode mudar para outro lugar. A nova utilidade e diferenciação competitiva podem mudar para outras áreas, incluindo dados clínicos proprietários, integração de fluxo de trabalho, confiança institucional, governação, conhecimentos regulamentares e a capacidade arduamente conquistada de implementação em ambientes reais de cuidados de saúde. Em última análise, o próprio modelo torna-se infraestrutura à medida que o valor sobe na pilha, em direção a coisas que o ajuste fino de um modelo de fronteira simplesmente não consegue fazer.

Uma exceção pequena, mas importante

É importante notar que os autores do estudo foram honestos sobre o que as suas descobertas não cobrem. Tarefas altamente especializadas ainda podem beneficiar de abordagens específicas de domínio, e um facto clínico único, mesmo obscuro, pode ser decisivo no caso certo. Esses casos extremos são reais. Eles também estão se tornando uma parte menor da história. Healthcare AI construiu seu identidade em torno da crença de que a complexidade clínica exigia especialização clínica. O que as evidências sugerem agora é que a camada especializada tem menos importância do que se supunha porque a base abaixo dela tornou-se extraordinariamente capaz. O fosso era real. Simplesmente não era permanente.



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Copa: Parreira foi demitido durante torneio em 1998 – 16/06/2026 – Esporte


A Federação Tunisiana de Futebol anunciou nesta terça-feira (15) a demissão do técnico Sabri Lamouchi em meio à Copa do Mundo. A seleção foi goleada por 5 a 1, pela Suécia, em sua estreia neste Mundial. O francês Hervé Renard, ex-treinador da Arábia Saudita e da seleção feminina da França, assumirá seu lugar.

Demissões em Copas do Mundo não são comuns, mas já aconteceram. E o técnico brasileiro Carlos Alberto Parreira, que conquistou o Mundial de 1994 no comando da seleção, faz parte da lista dos demitidos.

Em 1998, quatro anos após conquistar o tetra, Parreira era técnico da Arábia Saudita, que estreou na Copa da França com uma derrota por 1 a 0 ante a Dinamarca. Dias depois, perdeu de 4 a 0 para a anfitriã.

Foi o suficiente para a federação de futebol do país interromper o trabalho, e o brasileiro foi substituído pelo interno Mohammed Al-Kharashy. Os árabes empataram por 2 a 2 com a África do Sul na terceira rodada.

Os “precedentes” para a atitude da federação tunisiana aconteceram todos naquele Mundial.

A Coreia do Sul também trocou de comando naquela Copa. Cha bum-kun foi demitido também após duas rodadas: derrota por 3 a 1 para o México e por 5 a 0 para a Holanda. Foi substituído por Kim Pyung-seok, e os asiáticos empataram com a Bélgica (1 a 1) na última rodada.

O terceiro caso também envolve a seleção da Tunísia. Em 1998, a equipe perdeu suas duas primeiras partidas (para a Inglaterra, por 2 a 0 e para a Colômbia, por 1 a 0) e demitiu o polonês Henryk Kasperczak. Ali Selmi comandou a equipe no empate contra a Romênia (1 a 1) na última rodada.

Últimos colocados do Grupo F do Mundial, os tunisianos voltam a campo no domingo (21), à 1h, quando enfrentam o Japão, em Monterrey, no México. Depois jogam contra a Holanda no dia 25, às 20h, em Kansas City, nos Estados Unidos.



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Vini Jr. projeta evolução do Brasil após estreia na Copa


Nesta segunda-feira, dia de empates. Cabo Verde segurou a Espanha e conseguiu um empate em 0 a 0.

 

A Bélgica e Egito empataram em 1 a 1. Arábia Saudita e Uruguai, também, ficaram no 1 a 1. Irã e Nova Zelândia empataram em 2 a 2.

 

A seleção brasileira começa a pensar no Haiti, próximo adversário na Copa do Mundo. O atacante Vinícius Jr. diz que pode performar melhor em campo e também analisa a estreia da seleção na Copa.

 

O peso da estreia, sem dúvida, é o que fez a gente jogar dessa maneira. Mas acredito que temos pontos positivos, depois de tomar o gol conseguir reagir muito rápido, onde a gente fez o gol, depois controlamos mais mais o jogo. O mister mudou o Rafinha de lado, onde abrimos o campo e conseguimos nos adaptar melhor nessa nessa formação para esse jogo.

 

É, isso é Copa do Mundo, não vai ter jogo fácil. Marrocos era era um adversário que a gente tinha que que nos adaptar muito bem dentro da partida. E no final é isso, onde os adversários vão ser vão ser difíceis, onde eles vão querer tranquilizar muito o jogo, ficar parando. O campo não ajuda tanto, mas a gente tem que se adaptar porque isso é a Copa do Mundo.

 

Acredito que eu posso melhorar muito ainda, conseguir fazer o gol, mas não não tive 100% da minha melhor parte técnica. Acredito que eu posso posso melhorar nisso, ajudar mais o Brasil na na parte do ataque, mas consegui ajudar muito na defesa também, onde todo mundo fez um trabalho impecável. É, como eu falei antes, a gente tem que melhorar, evoluir porque a gente vai precisar jogar melhor para ganhar a competição.

 

Nesta terça-Feira, a bola rola para França e Senegal, a partir das quatro da tarde. Às dezenove horas jogam Iraque e Noruega. Às dez da noite é a vez de Argentina e Argélia estrearem na Copa. Já na madrugada de quarta-feira, uma hora da manhã, o duelo será entre Áustria e Jordânia.




Fonte GDF




Prefeitura fará obras emergenciais na Rocinha para evitar deslizamento


A prefeitura do Rio fará obras emergenciais de contenção para evitar novos deslizamentos de terra na Rocinha, zona sul do Rio. Serão instaladas canaletas e um ecoponto da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), com caixa compactadora para descarte do lixo.

A informação é do prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere, que visitou na noite dessa segunda-feira (15) a Rua 1, na parte alta da comunidade. No local, devido às fortes chuvas na região, um desmoronamento de terra provocou o fechamento da Estrada da Gávea, um dos principais acessos à comunidade.

De acordo com Cavaliere, as equipes da Secretaria de Conservação e da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) trabalham para liberação do trecho. 

Vídeos gravados por moradores mostram a dimensão dos estragos. As imagens mostram o momento em que os destroços chegaram à Rua 1 e invadiram uma igreja evangélica. 

Algumas motocicletas estacionadas foram soterradas. Carros, motos e até marquises de lojas foram arrastados pela força da água e da terra.

“A partir do laudo que vai ser elaborado pela defesa civil municipal em conjunto com o Instituto de Geotécnica do Rio (Geo-Rio), vamos entrar com as obras emergenciais e construção de canaletas para evitar novos deslizamentos”, explicou o prefeito.

Em nota, a Águas do Rio informa que equipes operacionais estão mobilizadas na Rua 1, na Rocinha, e atuam em conjunto com a prefeitura na remoção dos escombros e no atendimento à ocorrência registrada na noite de ontem (15). 
As causas do desmoronamento ainda estão sendo avaliadas, pois não houve rompimento de adutora ou redes de abastecimento de água. 

De acordo com a concessionária, “foi identificada apenas uma tubulação de esgoto de pequeno porte danificado no local do deslizamento”. Na Rocinha, choveu forte, com acumulado de 64,6 milímetros (mm) de chuva em quatro horas na comunidade. Apesar dos estragos, ninguém ficou ferido.



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Música que embalou Michael Jordan na NBA vira hino da Copa – 16/06/2026 – Esporte


A maior Copa do Mundo da história, com três países anfitriões, 48 seleções e 104 confrontos, tem também o maior álbum musical. São 18 canções, com performances de artistas como The Rolling Stones, Shakira, Shaggy e Anitta. Mas nenhuma das faixas chamou tanto a atenção quanto a melodia sem letra que embala as seleções na entrada em campo.

Para a remodelada cerimônia pré-jogo adotada em 2026, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) resolveu utilizar como trilha sonora “Sirius”, parte do álbum “Eye in the Sky”, de 1982, da banda britânica The Alan Parsons Project. E boa parte do público logo fez a associação com Michael Jordan e o Chicago Bulls dos anos 90.

“Sirius” é uma obra instrumental de Alan Parsons e Eric Woolfson, um crescendo que já se provou apropriado para o momento em que vai começar um evento esportivo, cercado de expectativa. Foi com essa música que os fãs do Chicago, campeão da NBA (a liga norte-americana de basquete) em 1991, 1992, 1993, 1996, 1997 e 1998, acostumaram-se a receber seu grande craque.

“Cara, quando eu comecei a ouvir, fiquei na dúvida se era isso mesmo”, afirmou o advogado Raphael Moura, 44, que esteve no embate entre Brasil e Marrocos, em East Rutherford, no último sábado (13). “Quando eu vi que era o que eu estava pensando, comecei a arremessar umas bolas imaginárias e botar a língua para fora”, gargalhou o brasileiro, jogador amador de basquete.

Os arremessos certeiros e a língua para fora eram movimentos característicos de Jordan. E era ao som das notas agora repetidas no MetLife Stadium que Michael costumava ser anunciado pela equipe de comunicação do ginásio dos Bulls –inicialmente o Chicago Stadium, depois o United Center.

“Aaaaand now…”, dizia o locutor, em preâmbulo que punha a casa abaixo.

A ideia partiu de Tommy Edwards, que exercia o papel de mestre de cerimônias no Chicago Stadium e também trabalhava como apresentador em uma rádio. Nos anos 80, ele começou a testar canções populares na apresentação dos jogadores, como “Thriller”, sucesso de Michael Jackson. Mas foi com a então pouco conhecida “Sirius” que tudo se encaixou.

A NBA ainda engatinhava como uma indústria de entretenimento. E os eletricistas do Chicago Stadium se irritaram profundamente com a ideia de apagar as luzes para que um holofote fosse apontado na direção do astro enquanto a música tocava. Àquela altura, quando um refletor se desligava, levava minutos para voltar a ser funcional.

Mas deu tudo certo.

“Existiam uma torcida sedenta por um bom time de basquete e um dos atletas mais midiáticos da história. Se nós estivéssemos apresentando alguém que não tivesse o tamanho do Jordan, a coisa não teria ido para a frente. Por causa do Jordan, tudo se tornou especial”, disse Tim Hallam, diretor de relações públicas dos Bulls de 1977 a 2023, no podcast The Ringer, em 2018.

Com o sucesso do Chicago nos anos 90, a ideia se espalhou. “Sirius” passou a ser usada por outros times da NBA, como Utah Jazz e San Antonio Spurs, e também em jogos de futebol americano. Em 2014, no tênis, a França adotou a trilha na tentativa de assegurar o título da Copa Davis –perdeu a final para a Suíça, de Roger Federer.

Donald Trump chegou a utilizar a canção na campanha presidencial de 2016 nos Estados Unidos, apresentando-se como uma espécie de Michael Jordan da administração pública. Após uma queixa formal da família de um dos compositores, Eric Woolfson (1945-2009), foi obrigado a retirar a música do ar.

Na Copa do Mundo de 2026, tudo está bem costurado entre a Fifa e os detentores dos direitos autoriais. Cada um dos 1.248 jogadores da competição pode entrar em campo ao som do que ouvia Michael Jordan a caminho do hexacampeonato da NBA. Só 26 deles têm a chance de também ser hexa.



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Enamed recebe inscrições para edição de 2026 até dia 29 de junho


Os estudantes que concluem medicina em 2026 e graduandos do quarto ano do curso devem preencher a inscrição para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 a partir desta segunda-feira (15) até o dia 29 de junho.

Os participantes já foram habilitados e inscritos pelo coordenador do curso para avaliação no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2026. Agora, o aluno deverá entrar no Sistema Enamed, preencher o cadastro e indicar, entre outros dados, o município e a unidade da federação onde fará a prova no dia 13 de setembro.

No momento da inscrição, o participante que necessitar de atendimento especializado ou desejar ser tratado pelo nome social deverá fazer as solicitações ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), no mesmo período: de 15 a 29 de junho.

O tratamento pelo nome social, destinado à pessoa trans, será apresentado em todos os documentos e materiais administrativos do Enamed, caso o participante tenha o nome social cadastrado na Receita Federal.

Quem deve participar

Conforme o edital, o exame é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina avaliados no Enade 2026, desde que habilitados e inscritos pelos coordenadores de curso. O exame teórico também será obrigatório para os estudantes do quarto ano de medicina inscritos pelas instituições de ensino.

Além disso, os médicos já graduados em anos anteriores interessados em usar os resultados do Enamed para acesso direto do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027 podem se inscrever voluntariamente.

Inscrições

Ao entrar no Sistema Enamed para preencher os dados da inscrição, o participante deverá informar o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), a data de nascimento, um endereço de e-mail válido, além de um número de telefone fixo ou celular para contato do Inep, se necessário.

Os dados pessoais informados devem ser iguais aos cadastrados na Receita Federal, para ter correspondência entre as informações.

Os concluintes de medicina que desejarem usar o resultado para concorrer ao Enare a fim de disputar uma vaga de residência médica devem indicar esta opção no Sistema Enamed. Em seguida, deverão continuar a sua inscrição no Sistema Enare, assim como os participantes do Enamed 2026 já graduados em anos anteriores.

O Inep avisa que será aceita apenas uma inscrição por número de CPF e que, depois de finalizada, a inscrição não poderá ser cancelada.

Enare 2026/2027

Os estudantes do quarto ano do curso de medicina que participarem do Enamed não podem se inscrever no Enare ou usar esse resultado para processos seletivos de programas de residência médica de acesso direto.

Já o participante concluinte do Enamed 2026 que desejar adotar os resultados para participação no Exame Nacional de Residência 2026/2027 deverá cumprir as regras e pagar a taxa de inscrição do Enare, que também está com inscrições abertas a partir desta segunda-feira (15), gerenciadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) neste ano.

Reaproveitamento de nota

Nesta edição do Enamed, pela primeira vez, os concluintes do curso de graduação em medicina e os graduados que pretendem concorrer a uma vaga no Enare em 2026, que possuem resultado válido no Enamed 2025, poderão escolher entre usar a nota já obtida para participar do Enare ou realizar o Enamed 2026 para tentar obter uma nova nota melhor.

A escolha pela nota deve ser feita no momento da inscrição no Enamed 2026.

Mesmo aqueles candidatos que optarem por reaproveitar a nota anterior e não quiserem participar da prova do Enamed 2026 deverão realizar a inscrição no exame para indicar a opção escolhida.

Em caso de reaproveitamento de resultado anterior do Enamed e também de realização da edição de 2026, para fins de classificação, o sistema do Enare vai puxar de forma automática a maior nota na escala de proficiência da Teoria de Resposta ao Item (TRI).

Isto quer dizer que, se o candidato for melhor em 2026, vale a nova; se a nota de 2025 tiver sido maior, será mantida para a classificação.



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