Árbitro espanhol apitar Brasil e Haiti na Copa – 16/06/2026 – Esporte


A Fifa (Federação Internacional de Futebol) divulgou a escala de arbitragem para a partida entre Brasil e Haiti, que será disputada na sexta-feira (19), às 21h30. O espanhol Alejandro Hernández será o árbitro do confronto válido pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.

A partida terá transmissão de Globo, SBT, SporTV, CazéTV, ge e N Sports.

Hernández é considerado um dos principais árbitros da Espanha e é o único representante do país escalado para apitar partidas nesta edição da Copa do Mundo, disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. José Enrique Naranjo Pérez também integra o quadro de arbitragem do torneio, mas como assistente.

Neste ano, Hernández apitou o clássico entre Barcelona e Real Madrid, em maio, que terminou com vitória da equipe catalã por 2 a 0. O resultado garantiu ao time de Lamine Yamal o 29º título do Campeonato Espanhol.

Os brasileiros Vini Jr. e Raphinha, astros dos times espanhóis, estiveram em campo no confronto.

Hernández também comandou o jogo de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões entre PSG e Chelsea, confronto que terminou com a classificação da equipe francesa.

Após estrear com empate por 1 a 1 contra Marrocos, a seleção brasileira volta a campo diante do Haiti.

São esperadas mudanças na equipe titular do Brasil. O centroavante Igor Thiago, que começou a partida anterior entre os titulares, deve perder a vaga. Outra alteração discutida é na lateral direita: titular no último sábado (13), Ibañez pode começar o próximo jogo no banco de reservas.

Nesta terça, o lateral esquerdo Douglas Santos afirmou que o Brasil não pode ter “soberba” contra o Haiti, visto como o participante mais fraco do grupo.



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João Fonseca perde para alemão na primeira rodada de Halle – 16/06/2026 – Esporte


João Fonseca, 19, número 24 no ranking da ATP, começou mal a temporada de disputas sobre a grama. O carioca perdeu para o alemão Yannick Hanfmann,34 por 2 sets a 0 (2-6,2-6) na manhã desta terça-feira (16) e foi eliminado do Aberto de Halle na primeira rodada.

O tenista da casa, 59º no ranking da ATP e que nunca conquistou um título no circuito, chegou a abrir 4 a 0 no primeiro set, antes de fechar a tranquila parcial em 6-2. João até melhorou no início do segundo, mas diminuiu o ritmo e, de novo, perdeu por 2-6.

Fonseca vem de ótima campanha em Roland Garros. No saibro francês, chegou até as quartas de final e, no caminho, eliminou o sérvio Novak Djokovic, maior vencedor de Grand Slams da história do tênis masculino, com 24 conquistas, e o norueguês Casper Ruud, que já foi o segundo colocado do ranking.

Caiu para o tcheco Jakub Mensik. Ganhou 400 pontos no ranking da ATP pela campanha.

Seu próximo torneio será o de Eastbourne, na Inglaterra, na semana que vem. Depois, joga Wimbledon, o terceiro Grand Slam da temporada.

Fonseca quer usar os torneios na grama para superar sua melhor colocação no ranking (24º, em novembro do ano passado). Ele tem poucos pontos a defender, já que no ano passado também caiu na estreia em Halle. Em Eastbourne foi eliminado na segunda rodada e levou 25 pontos.

No Grand Slam britânico é onde ele terá mais pontos a defender (100): em 2025 foi até a terceira rodada.

A ordem decrescente de importância (em pontos e premiação) dos torneios do circuito profissional do tênis regidos pela ATP é a seguinte: Grand Slam, ATP Finals, Masters 1000, ATP 500 e ATP 250.



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Relator diz que mudará projeto de lei sobre 6×1


O projeto que regulamentará o fim da escala 6×1 poderá sofrer ajustes para evitar impactos financeiros tanto para trabalhadores quanto para empregadores. A proposta é conduzida pelo deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), relator do texto na Câmara dos Deputados.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a intenção é construir uma redação que preserve a remuneração dos trabalhadores sem gerar aumento adicional de custos para as empresas em razão das mudanças na jornada de trabalho previstas pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a carga semanal e amplia o número de folgas remuneradas.

O parecer deverá ser apresentado aos líderes partidários nesta terça-feira (16), antes de eventual votação em plenário.

Mudanças buscam evitar efeitos não previstos da nova jornada

A PEC aprovada pela Câmara prevê a substituição da escala 6×1 por um modelo que garante dois dias de descanso semanal remunerado aos trabalhadores.

Embora a proposta tenha como objetivo reduzir a jornada e ampliar o tempo de descanso, especialistas identificaram possíveis reflexos indiretos sobre diversos cálculos trabalhistas, incluindo:

  1. valor das horas extras;
  2. remuneração de trabalhadores horistas;
  3. pagamentos a trabalhadores avulsos;
  4. cálculo do Descanso Semanal Remunerado (DSR);
  5. custos da folha de pagamento.

Diante desse cenário, o relator pretende ajustar o texto para evitar distorções que possam resultar em ganhos ou perdas não planejadas.

Debate envolve cálculo do valor da hora trabalhada

Uma das principais discussões está relacionada ao divisor utilizado para calcular o valor da hora de trabalho.

Atualmente, a jornada de 44 horas semanais corresponde a uma referência mensal de 220 horas, utilizada para apuração do valor da hora normal.

Com a redução da jornada para 40 horas semanais, surgiram interpretações divergentes sobre qual seria o novo divisor aplicável.

Entendimento que reduz o valor da hora

Uma corrente sustenta que a nova jornada deveria ser calculada da seguinte forma:

  1. 40 horas semanais;
  2. distribuídas em cinco dias;
  3. multiplicadas por 30 dias no mês.

Nesse cenário, o divisor passaria para 240 horas mensais.

Na prática, isso reduziria o valor unitário da hora trabalhada e afetaria também o cálculo das horas extras.

Entendimento adotado pelo TST

Já o Tribunal Superior do Trabalho (TST) possui entendimento consolidado de que uma jornada de 40 horas semanais corresponde a 200 horas mensais.

Essa interpretação foi consolidada em súmula e reafirmada recentemente.

Caso esse entendimento prevaleça, o valor da hora trabalhada aumentaria, elevando também o custo das horas extras.

O relator busca uma solução que impeça perdas salariais e, ao mesmo tempo, evite aumentos expressivos de despesas para os empregadores.

Ampliação das folgas pode elevar custo das horas extras

Outro ponto que preocupa empresas e especialistas envolve o impacto da criação de um segundo dia de descanso semanal remunerado.

Atualmente, o DSR integra diversos cálculos trabalhistas, incluindo reflexos de horas extras habituais.

Com a ampliação do número de folgas remuneradas, algumas simulações apontam que o valor das horas extras poderia aumentar significativamente.

Segundo análises discutidas durante a tramitação da proposta, o custo das horas extras poderia crescer em até 30%, dependendo da forma como a legislação for regulamentada.

Trabalhadores horistas e avulsos também podem ser afetados

As mudanças não impactam apenas empregados com salário mensal fixo.

Categorias remuneradas por hora trabalhada também podem sofrer alterações relevantes.

Hoje, trabalhadores horistas, diaristas e avulsos recebem um adicional referente ao descanso semanal remunerado que corresponde, em média, a 16,6% sobre o valor das jornadas realizadas.

A proposta encaminhada pelo governo prevê elevar esse percentual para 40%, justamente para contemplar a segunda folga semanal remunerada.

Empresários argumentam que a mudança pode aumentar significativamente os custos de contratação dessas categorias.

Setor empresarial pressiona por neutralidade

A preocupação com os impactos financeiros tem mobilizado representantes do setor produtivo desde o início da tramitação da PEC.

Durante as discussões na Câmara, entidades empresariais defenderam a criação da figura do chamado “dia útil não trabalhado”, como forma de garantir o segundo dia de descanso sem alterar a estrutura de cálculo das horas extras e do DSR.

A proposta, entretanto, não avançou.

O texto aprovado manteve a previsão de dois dias de descanso semanal remunerado, preservando o entendimento de que ambas as folgas integram a remuneração do trabalhador.

Projeto de regulamentação ganhou protagonismo após disputa política

O projeto de lei que regulamenta a nova jornada foi encaminhado pelo governo federal inicialmente para ser analisado após a promulgação da PEC.

Contudo, a manutenção do regime de urgência acabou gerando impasse político, já que a proposta passou a bloquear a votação de outros projetos na Câmara dos Deputados.

Diante desse cenário, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), designou Leo Prates como relator para acelerar a tramitação e permitir que a matéria avance independentemente do andamento da PEC no Senado.

A expectativa é que o relatório preserve os principais pontos da proposta aprovada pela Câmara, mas inclua ajustes técnicos para reduzir conflitos futuros sobre cálculos trabalhistas.

O que pode mudar para empresas e trabalhadores?

Caso a regulamentação seja aprovada com os ajustes defendidos pelo relator, o objetivo é que a transição para a nova jornada ocorra sem alterações significativas nos atuais mecanismos de cálculo salarial.

Na prática, o texto busca garantir:

  1. manutenção da remuneração dos trabalhadores;
  2. segurança jurídica para empresas;
  3. neutralidade nos cálculos de horas extras;
  4. redução de riscos de judicialização;
  5. preservação do equilíbrio econômico da folha de pagamento.

Ainda assim, o conteúdo final dependerá da redação apresentada pelo relator e das negociações que ocorrerão durante a tramitação no Congresso Nacional.

Debate sobre jornada de trabalho continua

A discussão sobre o fim da escala 6×1 segue entre os temas trabalhistas mais relevantes do momento.

Além dos impactos sobre a qualidade de vida dos trabalhadores, a proposta envolve questões técnicas relacionadas à remuneração, produtividade e custos empresariais.

Por isso, especialistas em direito do trabalho e representantes do setor produtivo acompanham com atenção os próximos passos da regulamentação, que deverá definir como a redução da jornada será efetivamente aplicada na prática.





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Após os 50 anos, o erro mais comum nos cuidados com a pele é focar apenas na hidratação


Os cuidados com a pele após os 50 anos exigem mais atenção do que muitas pessoas imaginam. Embora a hidratação continue sendo fundamental para manter a pele confortável e saudável, ela não é suficiente para combater todas as mudanças que acontecem com o envelhecimento. A partir dessa fase da vida, ocorre uma redução natural da produção de colágeno, elastina e outros componentes importantes para a firmeza e proteção da pele. Por isso, adotar uma rotina mais completa pode fazer toda a diferença para preservar a aparência saudável e fortalecer a barreira cutânea ao longo dos anos.

Com o avanço da idade, o organismo passa por diversas transformações naturais.
Com o avanço da idade, o organismo passa por diversas transformações naturais. – Imagem gerada por IA

Por que a pele muda tanto depois dos 50 anos?

Com o avanço da idade, o organismo passa por diversas transformações naturais. Entre elas está a diminuição da produção de colágeno, proteína responsável pela sustentação da pele. Como consequência, a pele pode se tornar mais fina, sensível e propensa ao ressecamento.

Para entender melhor como cuidar dessa nova textura e devolver a vitalidade ao rosto e corpo, a dermatologista @Dra. Marina Hayashida preparou um guia completo com os cuidados essenciais para a pele após os 50 anos. Assista ao vídeo e descubra como adaptar sua rotina de skincare:

Quais ingredientes ajudam a proteger a pele madura?

Além dos hidratantes, existem ativos que contribuem para a proteção e renovação da pele. Eles ajudam a combater os danos causados pelos radicais livres e favorecem uma aparência mais uniforme e saudável.

Entre os ingredientes mais recomendados pelos especialistas, destacam-se:

  • Vitamina C, que possui ação antioxidante.
  • Niacinamida, que fortalece a barreira da pele.
  • Retinoides, que estimulam a renovação celular.
  • Hidroxiácidos, que ajudam a melhorar a textura da pele.
  • Peptídeos, que auxiliam na firmeza e elasticidade.

O uso desses ativos deve ser gradual e adaptado às necessidades individuais para evitar irritações e garantir melhores resultados.

Quais erros devem ser evitados nos cuidados com a pele após os 50 anos?

Um dos erros mais comuns é acreditar que apenas a hidratação resolve todas as necessidades da pele madura. Embora importante, ela precisa ser combinada com proteção antioxidante, renovação celular e cuidados que fortaleçam a barreira cutânea.

Outros hábitos também podem comprometer os resultados. Para facilitar a identificação dos principais erros, vale observar os seguintes pontos:

  • Exagerar na esfoliação da pele.
  • Utilizar produtos muito agressivos.
  • Ignorar o uso diário de protetor solar.
  • Aplicar muitos ativos ao mesmo tempo.
  • Não adaptar a rotina às mudanças da idade.
Pele madura exige proteção, renovação e rotina adaptada, evitando exageros que causam irritação.
Pele madura exige proteção, renovação e rotina adaptada, evitando exageros que causam irritação. – Imagem gerada por IA

Como montar uma rotina eficiente para manter a pele saudável?

Uma rotina simples costuma ser mais eficaz do que procedimentos complexos. Pela manhã, a limpeza suave deve ser seguida por um antioxidante, hidratante e protetor solar. Essa combinação ajuda a proteger a pele das agressões externas e da ação dos radicais livres.

Durante a noite, o foco pode estar na reparação e renovação da pele. O uso de ativos adequados, associado a uma alimentação rica em nutrientes e boa hidratação do organismo, contribui para preservar a firmeza, a elasticidade e a aparência saudável da pele ao longo do envelhecimento. A constância nos cuidados é um dos fatores mais importantes para alcançar resultados duradouros.





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Copa: Douglas Santos diz que Brasil não pode ter ‘soberba’ – 16/06/2026 – Esporte


Surpresa entre os titulares na estreia do Brasil na Copa do Mundo, Douglas Santos foi um dos poucos com atuação destacada no decepcionante empate com Marrocos, por 1 a 1, no último sábado (13).

Agora com a sua provável permanência na equipe para o duelo diante do Haiti, na próxima sexta-feira (19), o lateral esquerdo pede que seus companheiros não tenham “soberba” diante do adversário considerado o mais frágil do Grupo C.

Se a gente quiser vencer o próximo jogo, vamos ter que jogar muito mais do que jogamos na estreia, com o Marrocos”, disse o jogador do Zenit. “Nosso primeiro pensamento tem que ser vencer. Não podemos ter soberba e falar que, porque é o Haiti, nós vamos golear. Temos que ter humildade”, acrescentou.

Diante dos marroquinos, Douglas Santos teve postura semelhante. Assim, ele se saiu bem na defesa e no ataque. De acordo com as estatísticas oficiais da partida, foi o jogador brasileiro com mais infiltrações pelos lados do campo, com 18 tentativas bem-sucedidas de um total de 22. Na defesa, também foi bem na marcação de Hakimi, principal estrela marroquina, que acabou com atuação discreta diante da marcação do lateral brasileiro.

Depois do empate na estreia, o Brasil aparece na terceira colocação de sua chave no Mundial, atrás dos marroquinos por um dos critérios de desempate. Os brasileiros acumularam dois cartões amarelos no jogo (Casemiro e Ibañez), enquanto a seleção africana passou o jogo ilesa de punições.

Assim, o time do técnico Carlo Ancelotti termina a primeira rodada na terceira colocação, à frente apenas do Haiti, que não pontuou. Daí a importância de construir uma boa vantagem no saldo de gols já a partir da segunda rodada da fase de grupos, já que o Brasil encerra sua participação na primeira jornada da Copa diante da Escócia, líder da chave atualmente —os escoceses venceram os haitianos por 1 a 0.

Os critérios de desempate desta edição do Mundial têm uma diferença em relação a edições anteriores por acabar com o sorteio. Agora, se houver empate inclusive nos critérios de fair play, como os cartões amarelos e vermelhos, a definição será feita pelo ranking da Fifa.



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FBI impediu possível ataque a evento do UFC na Casa Branca – 16/06/2026 – Mundo


As autoridades policiais dos Estados Unidos impediram um possível ataque a um evento do UFC na Casa Branca no domingo (14), do qual participavam o presidente Donald Trump e outras altas autoridades, afirmou o diretor do FBI, Kash Patel.

“Graças à ação rápida do FBI, de nossos parceiros e do Departamento de Justiça em uma operação envolvendo vários estados, várias pessoas estão agora sob custódia e os ataques supostamente planejados foram impedidos”, escreveu Patel no X nesta terça-feira (16).

De acordo com uma reportagem do canal americano Fox News compartilhada nas redes sociais pelo diretor do FBI, o plano envolvia o uso de drones e atiradores de elite.

Ainda conforme o canal, que cita autoridades não identificadas, cinco pessoas foram detidas e os investigadores identificaram 23 pessoas em uma “possível rede de conspiradores”.

O plano consistia em usar drones para atingir prédios próximos à Casa Branca durante a luta do Ultimate Fighting Championship (UFC) e provocar uma evacuação em massa que “levasse a multidão em direção a uma equipe de atiradores de elite previamente posicionada”, diz a Fox News.

Também havia planos de invadir os portões da Casa Branca com uma “segunda onda”, segundo a reportagem.

Trump tem sido alvo de várias tentativas de assassinato nos últimos anos, a mais recente quando um homem armado tentou invadir um jantar com jornalistas na Casa Branca em abril.

EVENTO DE UFC

O evento, realizado no dia do 80º aniversário de Trump, no domingo, fez parte também das comemorações do governo do 250º aniversário da nação.

A competição começou horas depois de Trump e autoridades iranianas anunciarem que chegaram a um acordo de paz para encerrar a guerra de quatro meses entre os dois países, que elevou os preços ao consumidor ao maior nível em três anos e deixou os eleitores inquietos.

Poucos minutos depois de se dirigir ao seu lugar na primeira fila —enquanto a banda da Marinha tocava ao vivo “Thunderstruck”, do AC/DC—, Trump já estava postando detalhes sobre o acordo com o Irã nas redes sociais e falando por telefone com jornalistas.

Dentro da jaula octogonal de arame, patrocínios de grandes corporações americanas e de alguns aliados políticos de Trump —incluindo a plataforma de streaming de vídeo Rumble RUM.O, a empresa de tecnologia de remessas EasyPost e o grupo conservador Turning Point USA— cobriam a lona.

Vários lutadores vencedores cumprimentaram Trump após suas lutas. O lutador americano Bo Nickal, após sua vitória por nocaute, pulou a cerca da jaula para apertar a mão de Trump. Outro lutador vitorioso, o peso-pesado Josh Hokit, deu a Trump um objeto que pendurou no pescoço do presidente antes de proferir um discurso repleto de palavrões que incluiu elogios ao presidente e terminou com uma provocação misógina à ex-primeira-dama Michelle Obama.

Após a competição, o presidente-executivo do UFC, Dana White, reiterou sua opinião de que o evento não deveria ser visto sob uma ótica política.

“No 250º aniversário dos Estados Unidos, espero que esta noite tenha criado alguma unidade”, disse White, um amigo de longa data do presidente. “Mesmo para as pessoas que achavam que isso seria uma grande declaração política ou algo do tipo. Não foi. Foram os americanos, todos os americanos, comemorando o aniversário.”



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Ainda sou Júnior? Uma reflexão sobre crescimento profissional


Publicado
por

Marta Pierina Verona

Marta Pierina Verona é Especialista em Legislação Trabalhista na Metadados RH, palestrante e colunista da coluna Carreira em Tópicos no Portal Contábeis. Com mais de 20 anos de experiência em RH e DP, compartilha reflexões sobre propósito, inovação e desenvolvimento profissional. Acredita que carreira é mais do que um cargo — é um legado.





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G7 começa na França com Lula e foco em desenvolvimento


A Cúpula do Grupo dos Sete (G7) começou nesta terça-feira (16), com a agenda de sessões entre líderes, na França. O encontro recebe o presidente Lula como convidado, que discursa sobre parcerias internacionais. A expectativa é que Lula cobre a ampliação da Assistência Oficial ao Desenvolvimento.

A Assistência Oficial ao Desenvolvimento se refere a repasses financeiros realizados pelos países mais industrializados do mundo para promover o bem-estar e o desenvolvimento econômico de países mais vulneráveis. Essa assistência tem sido a principal fonte de financiamento para o desenvolvimento, desde que foi adotada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), há mais de 50 anos.

Nessa segunda-feira (15), o presidente brasileiro já se reuniu por 40 minutos com o presidente francês, Emmanuel Macron, para discutir defesa, em especial, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos, além da cooperação entre o Amapá e a Guiana Francesa. Macron reforçou o interesse para o Brasil adquirir supercomputadores. Os dois líderes conversaram ainda sobre a ampliação do acesso a medicamentos pelos países do Sul Global.

Na reunião do G7, o Brasil lidera mobilização para preparação para futuras pandemias. Lula e o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, divulgaram nessa segunda uma carta reforçando a urgência de concluir a negociação para o Acordo Global sobre Pandemias entrar em vigor.

O presidente brasileiro também mantém encontros bilaterais confirmados, como com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi.

As tensões no Oriente Médio estão na agenda do G7 desta terça-feira. Washington e Teerã concordaram com um acordo preliminar para encerrar o conflito, com a assinatura formal prevista para sexta-feira. Segundo a agência Reuters, os líderes europeus devem tratar com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, que um acordo provisório superficial com o Irã corre o risco de consolidar os programas nucleares e de mísseis de Teerã. Líderes dos Emirados Árabes Unidos, Catar e Egito também participam das negociações, incluindo a reabertura do Estreito de Ormuz.

A primeira reunião do dia desta terça-feira, sobre a guerra na Ucrânia, com a presença de Volodymyr Zelensky, foi finalizada. O presidente ucraniano não deu detalhes, mas disse que o “principal é fortalecer a defesa aérea da Ucrânia e avançar na diplomacia, para que a Rússia ponha fim à guerra”.

A exploração de minerais estratégicos também está na pauta das reuniões.




Fonte GDF




Agehab orienta moradores de Catalão sobre regularização fundiária – Portal Goiás


Agehab promove regularização fundiária em CatalãoAgehab promove regularização fundiária em Catalão
Objetivo é orientar comunidade, formada por cerca de 170 moradores, sobre processo para obtenção da titulação definitiva das moradias por meio do Programa Pra Ter Onde Morar – Escritura.
Na mesma ocasião, 19 proprietários, já beneficiados pelo programa, vão receber escrituras (Foto: Agehab)

A Agência Goiana de Habitação (Agehab) promove nesta terça-feira (16/06) uma reunião de mobilização com os moradores dos loteamentos Castelo Branco, Universitário e Teotônio Vilela, em Catalão. O objetivo é orientar a comunidade, formada por cerca de 170 moradores, sobre o processo para obtenção da titulação definitiva das moradias por meio do Programa Pra Ter Onde Morar – Escritura.

Na mesma ocasião, 19 proprietários, já beneficiados pelo programa, vão receber suas escrituras.

Para o presidente da Agehab, Juliano Mendes, a mobilização é o primeiro passo para garantir a segurança jurídica das famílias que aguardam há anos pelo registro de seus imóveis.

“A intenção do Governo de Goiás, através do nosso trabalho, é que essa segurança jurídica chegue a cada moradia que ainda não esteja formalmente regularizada”, afirma Mendes.

Regularização fundiária

O processo de escrituração tem como propósito consolidar a posse do imóvel, uma vez que o beneficiário enquadrado no programa passa a ter o domínio real sobre o seu patrimônio. Segundo o presidente da agência, a Agehab cuida de todo o trâmite legal e burocrático para que a escritura seja lavrada sem custo nenhum para as famílias contempladas.

O processo de regularização fundiária consiste na identificação de áreas urbanas consolidadas que ainda não possuem registro em cartório. A Agehab realiza o levantamento topográfico, o cadastro socioeconômico das famílias e a análise jurídica de cada lote.

Após a aprovação técnica e o registro do parcelamento no cartório de imóveis, o Estado emite o título de propriedade, garantindo que o morador é oficialmente o dono da casa, de forma gratuita.

Serviço

Assunto: Entrega de escrituras e reunião de mobilização para regularização fundiária em Catalão
Data: 16/06/26 – terça-feira
Horário: 19h
Local: Escola Municipal Nilda Margon Vaz
Endereço:Av. Jose Marcelino, s/n. Bairro Castelo Branco, Catalão- GO

Agência Goiana de Habitação (Agehab) – Governo de Goiás



Fonte




PF faz operação contra tráfico de drogas no interior de São Paulo


A Polícia Federal (PF) realiza na manhã desta terça-feira (16), em Presidente Prudente (SP) e região, Operação Stratus para combater e desarticular tráfico internacional de drogas praticado por uma organização criminosa. A ação da PF também investiga associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

As investigações que levaram à operação de hoje começaram em outubro de 2025 e as autoridades identificaram que os criminosos utilizavam aviões e pistas de pouso clandestinas para enviar cocaína para outros países. A substância não era produzida no Brasil.

Segundo a PF, a organização criminosa movimentou mais de 10 toneladas da droga e parte deste montante era destinada à capital paulista. As autoridades, ao longo dos últimos meses, já apreenderam mais de duas toneladas de cocaína.

Nesta terça são cumpridos dez mandados de prisão preventiva e dezesseis de busca e apreensão. Também há bloqueio de bens. Além de Presidente Prudente, a ação policial também ocorre nas cidades de Regente Feijó, Martinópolis, Álvares Machado e Mirante do Paranapanema, todas no interior paulista.



Fonte da Notícia