2026 ainda terá 5 feriados prolongados


Os trabalhadores brasileiros ainda terão seis feriados nacionais até o fim de 2026, sendo que cinco deles poderão resultar em períodos prolongados de descanso, dependendo da jornada adotada pelas empresas e das regras aplicáveis a cada categoria profissional. O próximo feriado nacional será o Dia da Independência do Brasil, celebrado em 7 de setembro, que neste ano ocorrerá em uma segunda-feira.

A distribuição das datas no calendário favorece o planejamento de folgas e escalas de trabalho nos próximos meses. Além dos feriados nacionais, também há pontos facultativos previstos para o segundo semestre que podem impactar o funcionamento de órgãos públicos e algumas empresas.

Para empregadores, profissionais de Departamento Pessoal e trabalhadores, o calendário exige atenção tanto ao planejamento operacional quanto ao cumprimento das regras trabalhistas relacionadas ao trabalho em feriados.

Embora muitos profissionais sejam dispensados nessas datas, a legislação permite que determinadas atividades mantenham suas operações normalmente, especialmente nos setores considerados essenciais.

Quais feriados nacionais ainda restam em 2026

Após o feriado de Corpus Christi, celebrado em junho, o calendário nacional ainda reserva seis datas oficiais até o encerramento do ano.

A próxima delas será o Dia da Independência, em 7 de setembro, seguido pelo feriado de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro.

Em novembro, os brasileiros terão o Dia de Finados, em 2 de novembro, a Proclamação da República, em 15 de novembro, e o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, em 20 de novembro.

O último feriado nacional do ano será o Natal, comemorado em 25 de dezembro.

Próximos feriados nacionais de 2026

  1. 7 de setembro — Independência do Brasil (segunda-feira);
  2. 12 de outubro — Nossa Senhora Aparecida (segunda-feira);
  3. 2 de novembro — Finados (segunda-feira);
  4. 15 de novembro — Proclamação da República (domingo);
  5. 20 de novembro — Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra (sexta-feira);
  6. 25 de dezembro — Natal (sexta-feira).

Datas favorecem o planejamento de folgas

Entre os seis feriados restantes, cinco ocorrerão em dias que permitem a extensão do período de descanso para trabalhadores que não atuam aos fins de semana.

Três deles cairão em segundas-feiras, criando a possibilidade de emenda com o final de semana anterior.

Outros dois serão celebrados em sextas-feiras, permitindo a formação de finais de semana prolongados.

A única exceção será a Proclamação da República, que em 2026 ocorrerá em um domingo.

Trabalho em feriados exige atenção às regras trabalhistas

A ocorrência de um feriado nacional não implica, automaticamente, paralisação de todas as atividades econômicas.

A legislação trabalhista permite que diversos segmentos mantenham suas operações, especialmente aqueles ligados a serviços essenciais ou autorizados por normas específicas.

Nessas situações, as empresas devem observar as regras previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em acordos coletivos e em convenções da categoria profissional.

O empregado convocado para trabalhar em feriado pode ter direito à folga compensatória ou ao pagamento em dobro da remuneração correspondente, conforme a legislação e as normas coletivas aplicáveis.

Pontos facultativos também exigem organização das empresas

Além dos feriados nacionais, o calendário de 2026 prevê alguns pontos facultativos no segundo semestre.

Essas datas não possuem o mesmo tratamento jurídico dos feriados e sua adoção depende das regras aplicáveis a cada órgão público ou empresa.

Entre os próximos pontos facultativos estão o Dia do Servidor Público, em 28 de outubro, e os períodos após as 13 horas das vésperas de Natal e Ano Novo.

Para as organizações, o planejamento antecipado dessas datas contribui para a organização das escalas, definição de jornadas e comunicação adequada aos colaboradores.

Próximos pontos facultativos de 2026

  1. 28 de outubro — Dia do Servidor Público (quarta-feira);
  2. 24 de dezembro — Véspera de Natal, após as 13h (quinta-feira);
  3. 31 de dezembro — Véspera de Ano Novo, após as 13h (quinta-feira).





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Ruas decoradas para Copa do Mundo reforçam vínculo comunitário no Rio


Viver a Copa do Mundo como algo a mais que um torneio de futebol entre países é uma tradição antiga no Brasil. Entre os churrascos em família para assistir aos jogos e as apostas no trabalho sobre o próximo placar, outro costume vem retomando seu espaço no país: decorar as ruas para o mundial. 

Com bandeirinhas em verde e amarelo, latas de tinta, desenhos de jogadores famosos e de outras celebridades nacionais, os brasileiros têm visto cada vez mais ruas decoradas para o torneio.

A Seleção Brasileira é a maior campeã da competição com cinco títulos, em 1958 (Suécia), 1962 (Chile), 1970 (México), 1994 (Estados Unidos) e 2002 (Coreia do Sul e Japão), mas não vence uma Copa há 24 anos.

O jejum não impediu a empolgação dos brasileiros. No Rio de Janeiro, moradores de diversas partes da cidade utilizaram a arte para expressar seu apoio ao Brasil em 2026. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Morro do Pinto

No bairro do Santo Cristo, no centro da cidade, os moradores da Rua Capiberibe quiseram resgatar a lembrança afetiva de quem cresceu na comunidade do Morro do Pinto, com foco nas crianças que não viveram esses momentos. A vice-presidente do Centro Cultural Capiberibe 27, Isabel Boechat, coordenou as atividades.

“A rua foi entrando no clima aos poucos: moradores ajudando, crianças pintando, famílias acompanhando, gente chegando para ajudar, colaborar de alguma forma”, conta. 

“Hoje a minha avaliação da ação é que não foi uma ação feita “para” a comunidade, foi feita com a comunidade. Em algum momento, deixou de ser só uma pintura e virou encontro, convivência, pertencimento”.

Isabel conta que a movimentação também atraiu moradores do Morro da Providência, do Santo Cristo e de outras partes da região portuária, que ajudaram no arranjo. 

Todo material foi custeado com apoio dos moradores, amigos, parceiros e pessoas próximas ao Centro Cultural Capiberibe 27, que doou grande parte do material. Comerciantes da área cuidaram das provisões, e do material necessário, e as crianças ganharam almoço, picolé e lanches durante o processo. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2026 - Moradores fazem pintura na Rua Capiberibe para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Thiago Nunes/Divulgação
Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2026 - Moradores fazem pintura na Rua Capiberibe para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Thiago Nunes/Divulgação

Moradores fazem pintura na Rua Capiberibe para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Thiago Nunes/Divulgação

Para Isabel Boechat, mais do que técnica e perfeição, o principal era deixar que as crianças fossem as protagonistas da festa, reacender essa memória coletiva e reunir a comunidade em torno da Copa

“Elas [as crianças] pintaram, imaginaram, colocaram cor na rua. E isso tem uma força muito grande, porque talvez no futuro elas lembrem: ‘eu pintei a minha rua para a Copa’. Era isso que a gente queria entregar para elas. E acho que conseguimos”, finalizou. 

Morro do Turano

O trabalho realizado por eles também serviu de estímulo para outras partes da cidade. O universitário Silvio Rosa, de 21 anos, conta que a escadaria do Morro do Pinto foi uma das inspirações para a decoração que ele ajudou a criar na comunidade em que mora no Rio Comprido, na zona norte. 

Morador do Morro do Turano, ele mesmo nunca havia tido a experiência de pintar a rua para a Copa do Mundo, mas teve a ideia de organizar um dia de grafite pensando nas crianças da comunidade.

Poucas semanas depois, soube de um concurso organizado pelo projeto Favela Radical, o “Meu Beco na Copa”, e decidiu unir o “útil ao agradável” ao inscrever a Alameda Manoel Costa. 

“A gente não teve muito apoio das pessoas da Alameda e da comunidade. Na verdade, teve muita desconfiança, pessoas falando que a gente não ia conseguir”, disse Silvio, que chegou a pedir doação de materiais aos vizinhos mas não obteve retorno.

 


Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2026 - Moradores fazem pintura no Morro do Turano para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Sílvio Rosa/Divulgação
Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2026 - Moradores fazem pintura no Morro do Turano para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Sílvio Rosa/Divulgação

Moradores fazem pintura no Morro do Turano para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Sílvio Rosa/Divulgação

“Foram mais as crianças mesmo, elas, sim, aderiram a todo momento, sempre perguntando pra gente quando ia ser a pintura e tudo mais, sempre ansiosas. E ajudaram muito, de verdade mesmo”. 

A iniciativa foi liderada por ele, a namorada, Taíssa Brito, e a artista Anunki, com participação de crianças do Morro do Turano. Durante o último fim de semana de trabalho do grupo, quando terminaram o projeto, diversas partes da comunidade já estavam decoradas. 

“Eu vejo como muito positivo, principalmente nesse momento que a gente está vivendo no país, que é um ano eleitoral. E resgatar tudo isso, poder fazer parte disso, resgatar esses símbolos pra nós, pro povo brasileiro, de fato é muito interessante. E viver isso junto com as crianças é mais interessante ainda”, completou. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2026 - Moradores fazem pintura na Rua Capiberibe para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tatiana Chain/Divulgação
Rio de Janeiro (RJ), 12/06/2026 - Moradores fazem pintura na Rua Capiberibe para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tatiana Chain/Divulgação

Moradores fazem pintura na Rua Capiberibe para os jogos da Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tatiana Chain/Divulgação

Rio nas Cores do Hexa

Este ano, a Prefeitura do Rio de Janeiro lançou um edital para premiar ruas ornamentadas para a Copa do Mundo. O concurso “Acreditar é uma Arte – O Rio nas Cores do Hexa” vai gratificar o primeiro lugar com R$ 50 mil, o segundo com R$ 30 mil e o terceiro em R$ 20 mil. 

No bairro de Vila Isabel, na zona norte do Rio, a tradicional Rua Pereira Nunes já está pronta para participar. Acontece que decorar as ruas para a Copa do Mundo é um costume da Galera da Pereira Nunes há mais de 40 anos. Tudo começou na Copa de 1978, e segue sem interrupções até hoje. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rodrigo Habbib, desenhista e Celso Mendes, organizador da pintura da Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rodrigo Habbib, desenhista e Celso Mendes, organizador da pintura da Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rodrigo Habbib, desenhista e Celso Mendes, organizador da pintura da Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Um dos principais responsáveis por organizar toda a programação, Celso Mendes, de 48 anos, conta que o planejamento leva tempo e é coisa séria para os moradores. Desde 1994, ele lidera a Galera da Pereira Nunes.

“Nós planejamos a próxima Copa do Mundo assim que acaba, aí, são quatro anos de planejamento. E a relevância para o nosso bairro é enorme, eles esperam a gente planejar essa ornamentação, ficam nos cobrando. Então, é algo muito importante, não só para o nosso bairro, mas para o país, né?”, disse. 

A rua já foi matéria em jornais internacionais, mas, segundo Celso Mendes, a festa não fica só na tradicional ornamentação. Eventos com transmissão dos jogos e música ao vivo também estão sendo organizados. A Rua Pereira Nunes já ganhou quatro concursos e pode chegar ao pentacampeonato, assim como a Seleção Brasileira. 

O edital está disponível no site da Secretaria Municipal de Cultura e as inscrições para o concurso foram prorrogadas até o dia 20 de junho. 

 


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil


Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rodrigo Habbib, desenhista da pintura da Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Rio de Janeiro (RJ), 09/06/2026 - Rodrigo Habbib, desenhista da pintura da Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 Rodrigo Habbib, desenhista da pintura da Rua Pereira Nunes, em Vila Isabel, zona norte da cidade, pintada e enfeitada para a Copa do Mundo de Futebol 2026. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

 

*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia.



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Surpresas em reta final de ciclo estão na história do Brasil em Copas


Chegar ao último ano de um ciclo de Copa do Mundo com poucas oportunidades ou mesmo sem ter sido chamado à seleção brasileira não significa o fim do sonho. Prova disso é que oito dos 26 convocados pelo técnico Carlo Ancelotti para o Mundial nos Estados Unidos, no México e Canadá têm menos de dez jogos com a Amarelinha. E quatro estrearam somente em 2026.

O zagueiro Léo Pereira, o meia Danilo Santos e os atacantes Rayan e Igor Thiago foram a campo vestindo a camisa brasileira pela primeira vez nos amistosos contra França e Croácia, em março deste ano. Foi o suficiente para convencer Ancelotti. Deles, somente Danilo Santos já havia sido convocado anteriormente em junho de 2022, mas sequer atuou nos jogos com Japão e Coreia do Sul, que antecederam a Copa do Mundo do Catar, sob comando de Tite.

O lateral Douglas Santos, que tem sete partidas pelo Brasil e disputa o posto de titular do lado esquerdo da defesa com Alex Sandro, estreou pela seleção principal em 2016, na Copa América, com Tite, após ser campeão olímpico no Rio de Janeiro. Foram nove anos de espera até receber nova chance, já com Ancelotti, e se firmar de vez no time em 2026.

Os zagueiros Bremer e Ibañez chegaram juntos à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, também sob comando de Tite. O primeiro foi à Copa do Catar, mesmo com um jogo apenas pela Amarelinha. Ausentes em boa parte do ciclo atual, eles recuperaram lugar no grupo após os amistosos com França e Croácia. Bremer acumula oito jogos pelo Brasil, um a mais que Ibañez.

 


Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto
Soccer Football - FIFA World Cup 2026 - Brazil Training - Columbia Park Training Facility, Morristown, New Jersey, U.S. - June 12, 2026 Brazil's Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto

Soccer Football – FIFA World Cup 2026 – Ibañez chegou à seleção brasileira, em setembro de 2022, para amistosos contra Gana e Tunísia, Morristown, New Jersey, U.S. – June 12, 2026 Brazil’s Roger Ibanez during training IMAGN IMAGES via Reuters/Caean Couto – CAEAN COUTO

Convocado para o lugar do lateral Wesley, contundido, o volante Éderson foi convocado com apenas três jogos pela equipe verde e amarela – nenhum sob comando de Ancelotti, apesar de observado pelo italiano. A última partida dele foi a derrota por 4 a 1 para a Argentina, fora de casa, pelas eliminatórias da Copa, que culminou na demissão do técnico Dorival Júnior.

Desde a Copa de 1986, no México, o Brasil não tinha tantos convocados com dez jogos ou menos pela seleção principal. Na ocasião, dez dos 22 nomes chamados por Telê Santana atendiam à estatística. Inclusive, dois deles sequer tinham estreado com a Amarelinha: o lateral Josimar e o meia Valdo.

Algo que se repetiria em 1998, na França. O grupo tinha apenas três jogadores com dez jogos ou menos pelo Brasil entre os 23 convocados: o goleiro Carlos Germano, o volante Emerson – convocado para o lugar do atacante Romário, cortado por lesão – e o lateral Zé Carlos. Este último, que nunca havia atuado pela seleção brasileira, estreou logo na semifinal da Copa, diante da Holanda, já que o titular Cafu estava suspenso.

Em 1994 e 2002, edições em que o Brasil saiu campeão, o número de atletas com no máximo dez partidas pela seleção foi semelhante ao de 2026. No time do penta, inclusive, jogadores com pouca rodagem com a Amarelinha, como os volantes Gilberto Silva (seis jogos) e Kleberson (cinco), ganharam o posto de titulares e foram importante no título.



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Copa: Brasil perdeu seus últimos jogos contra africanos – 13/06/2026 – Esporte


A seleção brasileira registra um retrospecto amplamente favorável em Copas do Mundo, mas foi derrotada nos últimos confrontos contra africanos, ligando o alerta para a partida contra Marrocos neste sábado (13), às 19h, na abertura do Grupo C, no estádio de Nova York/Nova Jersey, nos EUA.

Ao todo, foram oito jogos em Copas contra seleções africanas, com sete vitórias brasileiras, uma derrota, 20 gols marcados e apenas três sofridos.

Brasil detinha uma invencibilidade de 48 anos até 2022, quando foi derrotado por Camarões por 1 a 0, no Qatar.

Marrocos enfrentou a seleção brasileira apenas uma vez em Copas do Mundo e foi goleado por 3 a 0, na França, em 1998. Ronaldo, Rivaldo e Bebeto marcaram os gols na partida válida pela 1ª fase.

Aquele foi o primeiro dos 15 gols de Ronaldo em Copas. Ele é o segundo maior artilheiro de todos os tempos em Mundiais, atrás do alemão Miroslav Klose, com 16.

Na história do confronto, Brasil e Marrocos se enfrentaram outras duas vezes, em amistosos.

Em 1997, em jogo preparatório para a Copa da França, a seleção brasileira venceu por 2 a 0, em Belém (Pará), com dois gols de Denílson.

O último jogo entre as duas equipes aconteceu em 2023, em Tânger (Marrocos), com vitória dos donos da casa por 2 a 1.

Foi a primeira partida do Brasil após a eliminação na Copa de 2022, com Ramon Menezes como técnico iniciando o ciclo de trocas que culminou na contratação do italiano Carlo Ancelotti.

Do elenco atual do Brasil, quatro jogadores começaram essa partida: Ibañez, Casemiro (autor do gol brasileiro), Lucas Paquetá e Vini Jr.



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Brasil estreia hoje na Copa do Mundo em jogo contra o Marrocos


Quatro jogos estão agendados para este sábado (13) pela Copa do Mundo de 2026.

O destaque é o confronto entre Brasil e Marrocos, às 19h em Nova Jersey, pela primeira rodada do Grupo C.

Completando a mesma chave, Haiti e Escócia se enfrentarão às 22h, em Boston.

Mais cedo, às 16h, Catar e Suíça fecham a primeira rodada do Grupo B, iniciada com a partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina, que empataram em 1 a 1 nesta sexta-feira (12). 

A última partida será entre Austrália e Turquia, na madrugada de domingo (14), à 1h. A partida é válida pelo Grupo D, que tem também Estados Unidos e Paraguai, equipes que também já se enfrentaram ontem.

Brasil x Marrocos

A seleção brasileira entra em campo sendo comandada pela primeira vez em uma Copa do Mundo por um técnico estrangeiro: o italiano Carlo Ancelotti.

Caso se confirmem as expectativas de escalar, para as laterais, Danilo e Alex Sandro, o Brasil tenderá a adotar um estilo de jogo que lembra o da escola italiana, com estes jogadores priorizando o papel defensivo.

Dessa forma, Ancelotti terá condições de dar liberdade ao meio de campo para fazer ligações rápidas, explorando a velocidade dos atacantes Raphinha e Vinícius Júnior.

Marrocos tem uma equipe bastante organizada e de grande disciplina tática. A equipe consagrou-se campeã da Copa Africana de Nações em 2025: o mais importante título do continente. No mesmo ano foi campeão mundial pela equipe sub-20.

Foi também semifinalista na Copa de 2022, torneio em que terminou ocupando o 4º lugar – algo inédito para uma seleção africana; e medalha de bronze nas Olimpíadas de Paris 2024.



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Instituições têm até 15 de junho para aderir ao Fies do 2º semestre


Instituições privadas de educação superior têm até as 23 horas e 59 minutos desta segunda-feira (15) para aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao segundo semestre de 2026.

O programa federal financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC).

Prioritariamente, o Fies beneficia estudantes que não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.

Adesão

Desde 8 de junho, a adesão pode ser feita exclusivamente pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta.  

As mantenedoras das faculdades privadas devem preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.

Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.

Conforme o edital deste processo seletivo (nº 40/2026), o termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora da instituição de ensino.

Enamed

O edital desta segunda edição do Fies de 2026, prevê a aplicação de medidas cautelares para os cursos de graduação em medicina que tiveram resultados insuficientes no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.

Entre as sanções, está a suspensão da possibilidade de celebrar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e em outros programas federais, como o Programa Universidade para Todos (Prouni).

De acordo com listas publicadas em março no Diário Oficial da União, 99 cursos de medicina estão em situação de baixo desempenho no Enamed.

Os estudantes obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 – o que representa que menos de 60% dos estudantes concluintes nestas instituições apresentaram desempenho considerado adequado no Enamed.

Fies

Anualmente, o Fies faz dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.

Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.



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Tabata Amaral pede sugestões a projeto contra a misoginia em debate em São Paulo – Notícias


12/06/2026 – 17:21  

Ettore Chiereguini/Câmara dos Deputados

Participantes de evento do programa Câmara pelo Brasil realizado em São Paulo

A coordenadora do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de criminalização da misoginia (PL 896/2023), deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou em São Paulo as mudanças já sugeridas para a proposta e pediu que as participantes do encontro continuem enviando sugestões. A parlamentar espera que o texto seja votado pela Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar de julho.

Tabata Amaral apresentou o projeto durante evento do programa Câmara pelo Brasil. No último dia 10, ela divulgou a versão que propõe para o texto aprovado pelo Senado. A versão final deverá ser entregue ao grupo de trabalho no próximo dia 16 para discussão e votação.

O texto aprovado pelo Senado equipara a misoginia ao racismo. Com isso, o crime passa a ser inafiançável e imprescritível. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de reclusão para crimes cometidos contra mulheres em razão do gênero.

Discursos de ódio
Uma das mudanças sugeridas por Tabata Amaral é a punição de grupos que disseminem ódio contra mulheres na internet.

“Uma das atualizações que estou propondo em relação ao projeto do Senado é olhar para a questão da monetização, da articulação em grupos de ódio em rede, mas também a questão da influência. Está muito claro para a gente que o ódio às mulheres é uma forma que muitos influenciadores encontraram de atrair a atenção para vender seus cursos. E isso é ainda mais grave”, disse.

Na versão apresentada pela deputada, quem induzir ou incitar a misoginia em ambiente virtual poderá receber pena de um a três anos de prisão, além de multa. Se houver intenção de obter vantagem econômica, a pena será aumentada. A proposta também prevê a suspensão da conta utilizada para cometer o crime.

Ettore Chiereguini / Câmara dos Deputados

Djamila Ribeiro elogiou construção coletiva da proposta que considera fundamental para proteção das mulheres

Mudança cultural
A procuradora do Ministério Público de São Paulo Fabíola Sucasa, que participou do debate, defendeu a criminalização da misoginia. Ela afirmou, porém, que a punição sozinha não resolve o problema e que a proposta deve contribuir para uma mudança cultural.

“A punição é necessária, mas não é a única solução, ela faz parte de um dos pilares de enfrentamento à violência contra as mulheres. Por isso, é muito importante que a consciência coletiva abrace a necessidade de repelir qualquer forma de discriminação e violência contra as mulheres”, afirmou.

A filósofa Djamila Ribeiro também afirmou que o ódio contra mulheres ainda está presente na sociedade brasileira. Segundo ela, o debate público ajuda a construir mecanismos de proteção e enfrentamento dessa realidade.

“Eu acho muito importante quando a população consegue participar dessas conversas, porque se constrói coletivamente um instrumento que é de fundamental importância para proteção das mulheres. A gente vive em um país, infelizmente, com muito ódio às mulheres que ousam sair desse lugar que é imposto pelo patriarcado”, disse.

 

 

 

Reportagem – Maria Neves
Edição – Geórgia Moraes



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Brasileiros tentam driblar caos para ver estreia do Brasil – 13/06/2026 – Esporte


Foi estressante para Isabella Duarte, 33, planejar a ida ao jogo de estreia do Brasil na Copa do Mundo, neste sábado (13), contra Marrocos.

Gerente de produto, ela mora em Williamsburg, no Brooklyn, em Nova York, a cerca de 24 km do MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey, palco da partida.

Apesar da distância relativamente curta, o deslocamento exigiu planejamento logístico. Diante da possibilidade de trânsito intenso e do alto custo do trem que liga Nova York a Nova Jersey, ela optou por um transporte privado.

Encontrou uma alternativa em um ônibus fretado, que custou US$ 20 (R$ 101) pelo trajeto de ida e volta, mas ainda assim precisou se organizar com antecedência. “Teve que envolver um certo planejamento”, disse à Folha.

A maior preocupação é a volta. Na ida, Isabella embarcará às 14h (hora local) e pretende chegar ao ponto de saída para o estádio cerca de 30 minutos antes, como recomendado pela organização. No retorno, porém, ela teme as aglomerações, já que a saída deve concentrar grande parte do público ao mesmo tempo.

“Não sei quão caótico vai ser o shuttle [ônibus fretado]. Na volta é first come, first served [por ordem de chegada], e ele só opera até três horas depois do jogo. Imagino todo mundo saindo ao mesmo tempo e tentando entrar nos ônibus.”

Ela também cita um fator adicional de pressão sobre a mobilidade na região, com a possibilidade de o New York Knicks confirmar a conquista da NBA na mesma noite.

Para quem optar pelo trem indicado pelos organizadores, a NJ Transit —responsável pelo transporte público em Nova Jersey e partes de Nova York e da Pensilvânia— fixou o preço do serviço em US$ 98 (R$ 496), um aumento expressivo em relação aos US$ 12,90 (R$ 65,29) cobrados normalmente.

O valor inicial chegou a US$ 150 (R$ 759), mas foi reduzido após intervenção de patrocinadores, ainda assim permanecendo mais de sete vezes acima da tarifa habitual.

“Foi estressante pensar no transporte quando anunciaram que o trem de Nova Jersey ia custar cerca de US$ 100 para ir e voltar”, lembra Isabella.

A governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, orientou a NJ Transit a não repassar custos a moradores ou contribuintes, concentrando as despesas nos torcedores da Copa.

A Fifa classificou os preços como “assustadores”, enquanto Sherrill questionou publicamente por que a entidade, que pode lucrar, segundo ela, até US$ 11 bilhões (R$ 55 bilhões) com o Mundial, não ajudaria a cobrir os custos do transporte público.

O transporte também foi motivo de preocupação para Paula Macaggi, 36, moradora de Manhattan. A podcaster, no entanto, optou pelo trem para evitar os congestionamentos previstos. “Achamos mais seguro e mais garantido para chegar no horário”, disse.

Ela afirma que costuma ir ao US Open de metrô sem dificuldades, mas vê a Copa como um desafio diferente. “A Copa é outra aventura.”

Ela e o namorado compraram passagens de trem para as 14h e planejam voltar logo após o jogo, para assistir à partida dos Knicks em um bar em Nova York.

Paula estima que a experiência completa custará cerca de US$ 1.600 (R$ 8.098) por pessoa, incluindo ingresso, transporte e alimentação. Para ela, contudo, o valor é secundário. “É um fim de semana muito especial. Estamos muito felizes por viver isso em Nova York. É algo histórico.”

A operação de transporte para os jogos no MetLife Stadium ocorre sob a sombra do fracasso logístico do Super Bowl XLVIII.

Autoridades de Nova Jersey, da NJ Transit e do comitê organizador trabalham para evitar a repetição das longas filas e congestionamentos registrados em 2014, quando milhares de torcedores enfrentaram dificuldades para chegar e sair do estádio.

Na ocasião, o evento foi promovido como o primeiro “Super Bowl do transporte de massa”, com forte restrição ao uso de carros e dependência de trens.

O sistema exigia deslocamento pela Penn Station, uma das principais estações de Nova York, até Secaucus Junction, com conexão para o MetLife.

O modelo gerou gargalos. Segundo reportagem do The Athletic, torcedores esperaram até uma hora dentro da estação antes do jogo, com relatos de calor, lotação e falta de ventilação.

Cerca de 28 mil pessoas usaram os trens da NJ Transit. Após a partida, a estação do MetLife ficou superlotada, e o público chegou a ser orientado a permanecer dentro do estádio.

Uma hora e meia após o fim do jogo, apenas 13 mil pessoas haviam deixado o complexo ferroviário. O sistema passou a ser tratado como um dos maiores fracassos operacionais do transporte esportivo recente nos Estados Unidos.

Para evitar novo colapso, o plano de contingência prevê trens a cada sete minutos, novo corredor de ônibus e um terminal modular com capacidade para até 40 mil pessoas.

Em caso de falhas, há também 535 ônibus extras e duas balsas, além de estratégias para diluir o fluxo de saída, como áreas de permanência pós-jogo e o uso do shopping American Dream.

Mesmo para quem mora perto do estádio, o deslocamento também não deve ser simples. Moradora de Union City, a cerca de dez minutos do MetLife Stadium, Talita Rosa, 34, decidiu evitar tanto o transporte público quanto os estacionamentos oficiais. “Não queria pagar o absurdo cobrado no transporte público nem no estacionamento.”

Ela, que trabalha com gestão de programas, vai de carona até o shopping American Dream, ao lado do estádio, e de lá seguirá a pé até o jogo.

Mesmo conhecendo bem a região, admite preocupação. “Estou dando uma estudada. Meu planejamento é sair bem cedo, por volta das 14h ou 14h30.” A partida começa às 18h (19h de Brasília).

Talita esteve na Copa de 2014 no Brasil e compara a experiência com a facilidade de deslocamento daquela edição.

“Na abertura da Copa no Brasil foi super fácil. Peguei o trem na Luz e paramos na porta do estádio.”

Ela estima gastar cerca de US$ 1.800 (R$ 9.110) no total para assistir ao jogo e critica os preços praticados. “Uma fortuna. Roubo”, diz. “US$ 100 da Penn Station até o estádio é uma piada.”



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Quiz: as novas regras de arbitragem da Copa do Mundo – 13/06/2026 – Esporte


No final de fevereiro deste ano, a Ifab (órgão que regulamenta as leis do futebol) aprovou novas de regras de arbitragem para a Copa do Mundo de 2026.

A iniciativa, segundo a entidade, visa melhorar o ritmo das partidas e coibir a cera (quando jogadores tentam gastar tempo de jogo).

Entre as novidades, estão limites de tempo para cobranças de laterais e escanteios, para substituições e atendimento médico em campo.

Teste seus conhecimentos sobre as mudanças de arbitragem no quiz a seguir.



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Relator de proposta que atualiza o Simples Nacional defende medidas compensatórias pelo fim da escala 6×1 – Notícias


12/06/2026 – 17:35  

Ettore Chiereguini /Câmara dos Deputados

Deputado Jorge Goetten, relator da proposta que atualiza o Simples Nacional

O deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC), relator da proposta que atualiza os limites de faturamento das empresas que estão no Simples Nacional, sugeriu a isenção de contribuição previdenciária patronal por dois anos para compensar empresas que precisarem contratar mais funcionários por causa do fim da escala 6×1.

O deputado participou de seminário em São Paulo promovido pela comissão especial que analisa a correção no Simples Nacional (PLP 108/21) e pelo programa Câmara pelo Brasil.

Várias entidades empresariais presentes pediram a correção imediata dos tetos de faturamento para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas do Simples, sem ajuste há dez anos. Eles lembraram que a Constituição determina um tratamento diferenciado para pequenas empresas e que, portanto, isso não poderia ser considerado renúncia fiscal.

Nesta semana, o Ministério da Fazenda informou que a correção dos limites do Simples custará R$ 50 bilhões por ano em perda de arrecadação. Mas Jorge Goetten discorda. “Não é correção, é atualização. Nós temos que mudar a nossa narrativa. Não tem impacto. Quem tem que fazer, se tem impacto, é a equipe econômica que faça. Porque no nosso entendimento não tem impacto, tem é justiça”, disse.

O deputado ressaltou que a proposta aprovada na Câmara que acaba com a escala de trabalho 6×1 (PEC 221/19) prevê medidas de mitigação dos impactos da mudança para os pequenos empresários. Segundo ele, a correção dos limites também pode ser enquadrada como uma dessas medidas, assim como a isenção da contribuição previdenciária. Outra reivindicação é a possibilidade de o MEI contratar mais de um empregado.

Uma das sugestões, segundo o deputado, é definir o reajuste automático dos limites pelo IPCA.

Novos limites
Já aprovado pelo Senado, o PLP 108/21 aumenta de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. Segundo o relator, a correção pelo IPCA indicaria hoje R$ 134 mil. Para as microempresas, sairia de R$ 360 mil para R$ 800 mil; e, para as pequenas empresas, de R$ 4,8 milhões para R$ 8 milhões.

O deputado informou ainda que as conversas com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicam que a votação da proposta pode ocorrer na segunda semana de julho.

O secretário de Projetos Estratégicos de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, destacou que as empresas do Simples são consideradas bons contribuintes pela própria Receita. “Esse é um estudo que a Receita fez, mas que botou escondido na gaveta. E aqui mostra a pontualidade no recolhimento dos tributos e no acolhimento das normas”, disse.

Os empresários também pediram a correção do limite do microcrédito para os MEIs que estaria em R$ 21 mil desde 2019.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Roberto Seabra



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