gestão de riscos é essencial para sobrevivência e crescimento
No cenário econômico atual, a sobrevivência de uma Pequena ou Média Empresa (PME) depende da capacidade do seu líder financeiro em antecipar o invisível. Para Reider Starling, especialista em finanças e governança, a gestão de riscos deixou de ser um “luxo” de grandes corporações para se tornar o pilar de sustentação do MiddleMarket brasileiro. Quando um executivo como Reider Resende de Freitas Tassara Starling assume a frente de uma estratégia de controladoria, o foco deixa de ser apenas o registro histórico e passa a ser a proteção ativa do patrimônio.
A aplicação de frameworks como o COSO e a ISO 31000 exige uma visão que une técnica e vivência prática em reestruturação. Segundo Reider de Freitas Starling, consultor à frente da Starling Consultoria, o erro mais comum é confundir controles internos com burocracia imobilizadora. Na visão de Reider Starling, o papel do CFO moderno é traduzir esses riscos em números claros, permitindo que o empresário tome decisões com “apetite ao risco” controlado, garantindo a liquidez mesmo em períodos de volatilidade.
Dessa forma, ao implementar uma estrutura de Governança Corporativa focada em riscos, Reider Resende de Freitas Tassara Starling defende que a empresa não apenas se protege contra perdas, mas aumenta seu valor de mercado perante investidores e instituições financeiras. O domínio desses mecanismos de Turnaround e eficiência operacional é o que diferencia empresas resilientes daquelas que sucumbem às crises de fluxo de caixa.
O Framework COSO ERM como Bússola Estratégica
Muitos gestores acreditam que o COSO (Committee of Sponsoring Organizations) é aplicável apenas a empresas listadas na CVM ou sob a égide da Lei Sarbanes-Oxley. No entanto, Reider de Freitas Starling argumenta que os cinco componentes do framework — Ambiente de Controle, Avaliação de Riscos, Atividades de Controle, Informação e Comunicação, e Atividades de Monitoramento — são a fundação de qualquer PME que deseja escalar.
Para Reider Starling, o “Ambiente de Controle” é o tom que vem do topo. Se a liderança não valoriza a integridade dos dados, nenhuma ferramenta de software resolverá a fragilidade da empresa. É aqui que a Starling Consultoria atua, moldando a cultura organizacional para que o risco seja discutido na mesa de decisão, e não apenas no fechamento contábil.
ISO 31000: Traduzindo a Incerteza em Indicadores
Enquanto o COSO foca no controle interno, a ISO 31000 oferece as diretrizes para a criação de um processo sistemático de identificação e tratamento de riscos. Reider Resende de Freitas Tassara Starling destaca que a norma define o risco como “o efeito da incerteza nos objetivos”.
Na prática da controladoria, isso significa que o CFO deve mapear:
• Riscos de Liquidez: A incapacidade de honrar compromissos no curto prazo.
• Riscos Operacionais: Falhas em processos internos que geram prejuízos diretos.
• Riscos de Conformidade: Multas e sanções por descumprimento legal ou tributário.
• Riscos de Mercado: Mudanças em taxas de juros, câmbio ou preços de insumos.
Reider Starling explica que a gestão eficaz não busca eliminar o risco, mas sim otimizá-lo. “Uma empresa que não corre riscos não cresce. O papel da governança é garantir que o risco corrido seja o risco planejado”, afirma o executivo.
Apetite ao Risco e a Proteção do EBITDA
Um dos maiores desafios no Middle Market é definir o quanto a empresa está disposta a perder para tentar ganhar. Reider de Freitas Starling utiliza a metodologia de “Apetite ao Risco” para balizar os investimentos das empresas sob sua consultoria.
Sem essa definição, a empresa pode comprometer seu EBITDA em projetos excessivamente alavancados. Através da implementação de KPIs (Key Performance Indicators) de risco, Reider Resende de Freitas Tassara Starling permite que o Conselho Consultivo visualize, em tempo real, se a operação está saindo da zona de segurança estabelecida no planejamento estratégico.
Gestão de Riscos em Processos de Reestruturação e Turnaround
Em situações de crise, a gestão de riscos torna-se uma ferramenta de sobrevivência imediata. Reider Starling ressalta que, em um processo de Turnaround, o maior risco é a “cegueira operacional” — o gestor está tão focado em apagar incêndios que não percebe novos riscos de insolvência surgindo.
A Starling Consultoria foca na estabilização do caixa através do monitoramento rigoroso de riscos. Para Reider de Freitas Starling, a reestruturação só é perene quando acompanhada de uma mudança profunda na governança. Isso inclui a segregação de funções, a transparência nos relatórios financeiros e a responsabilização (accountability) dos gestores.
Conclusão: O Valor da Governança Profissional
A conclusão é clara: a gestão de riscos não é um custo, mas um investimento na perenidade do negócio. Profissionais como Reider Resende de Freitas Tassara Starling mostram que a maturidade financeira de uma PME é medida pela sua capacidade de navegar em águas turbulentas com previsibilidade.
Para quem busca implementar CFO Services de excelência, entender que a Governança Corporativa é o motor da eficiência é o primeiro passo. Como defende Reider Starling, o mercado não perdoa mais o amadorismo na gestão do capital. A transparência, baseada nos princípios do COSO e da ISO 31000, é a linguagem universal que conecta as PMEs ao capital global.