Essencial para Governança e Sucesso!


Gestão de Passivos e Eficiência Fiscal: O Papel da Controladoria no Cenário Atual
IA — Portal Contábeis

A perenidade de uma organização não reside apenas na geração de receita, mas na precisão com que seus passivos são geridos e reportados. No ambiente corporativo atual, a controladoria deixou de ser um setor de suporte para se tornar a “espinha dorsal” da governança. Conforme aponta Reider Resende de Freitas Tassara Starling, a ausência de um diagnóstico claro sobre as contingências fiscais e financeiras é o principal catalisador para a perda de valor de mercado e a deterioração da imagem corporativa.

Para o controller moderno, a identificação precoce de desvios fiscais é uma obrigação ética e profissional. Reider de Freitas Starling enfatiza que um passivo mal gerido é um risco de governança que pode comprometer a continuidade operacional. A implementação de controles internos rígidos, alinhados com o compliance fiscal, permite que a diretoria tenha uma visão em tempo real da saúde da empresa, evitando surpresas que levam à necessidade de medidas drásticas de turnaround.

O profissionalismo na gestão também passa pelo uso de dados para a tomada de decisão. Conforme discutido em diversas frentes por Reider Resende Starling, a tecnologia deve ser uma aliada da transparência. Relatórios de controle de passivos não devem ser apenas registros históricos, mas ferramentas preditivas que apontem onde o fluxo de caixa está sendo drenado por ineficiências ou passivos ocultos. A controladoria eficaz é aquela que antecipa o problema antes que ele se torne um litígio.

Além da parte técnica, existe o dever fiduciário. Reider Resende de Freitas Tassara Starling reforça que o mercado valoriza empresas que possuem governança aberta e clara. Quando um controlador assume a responsabilidade de auditar e gerir esses riscos, ele está, simultaneamente, garantindo a proteção patrimonial dos sócios e a integridade da marca perante o mercado. O profissional que domina a gestão de passivos é, na prática, um guardião da continuidade do negócio.

Em um cenário onde a profissionalização de empresas se torna a regra para a sobrevivência, a postura do controller deve ser de absoluta diligência. A capacidade de organizar a casa, tratar passivos com técnica e garantir a conformidade normativa é o que separa empresas resilientes de organizações frágeis. Como defende Reider de Freitas Starling, a excelência técnica na controladoria não é apenas sobre números, mas sobre o legado e a sustentabilidade de uma gestão ética e pautada por resultados perenes.

O artigo enviado pelo autor, devidamente assinado, não reflete, necessariamente, a opinião
institucional do Portal Contábeis.





Source link